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13 de Maio 2026 às 13:24
Em comunicado, a embaixada declara, “de forma categórica e inequívoca”, que não mandatou qualquer advogado, procurador ou intermediário para solicitar pagamentos a particulares, seja a que título for”,
A embaixada afirma ainda no comunicado citado pelo jornal O País que “não autoriza, sob nenhuma circunstância, o uso do seu bom nome, do nome da embaixadora, ou de quaisquer outros elementos de identificação institucional para fins de angariação de fundos ou realização de transacções financeiras alheias aos canais oficiais”.
Este comunicado surgiu depois de o nome de Guilhermina Prata, embaixadora de Angola em França, ter sido usado nas redes sociais, principalmente na plataforma WhatsApp, para pedido de transferências monetárias e de pagamento de diversas quantias, prometendo, em troca, a facilitação ou resolução de processos administrativos, consulares ou jurídicos.
O esquema, concretizado por indivíduos ainda não identificados, tem usado o nome da diplomata angolana para burlar várias pessoas.
Esta não é a primeira vez que o nome de uma figura pública é utilizado para a fraude de usurpação de identidade.
O crime tornou-se relativamente comum e o método também: pessoas responsáveis por fraudes fingem ser um amigo ou um familiar ou fazem-se passar por uma celebridade, político ou empresa conhecida para fazerem com que alguém partilhe dinheiro ou informações pessoais (ver links abaixo com as muitas notícias sobre burlas na internet).
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