A “maratona” de Leão XIV na Guiné Equatorial

Nesta quarta-feira, a agenda do Papa mais parece uma maratona. Leão XIV voa de manhã cedo em direção a Mongomo, uma cidade junto à fronteira com o Gabão que, desde os anos 90, se tornou um ponto-chave no desenvolvimento do país, devido ao petróleo. Mongomo é também a terra-natal do Presidente Teodoro Obiang.

Apesar dos habitantes desta cidade serem pouco mais de sete mil, é aqui que existe a maior basílica da África Central, dedicada à Imaculada Conceição. Trata-se de um edifício neo-gótico, inspirado na basílica de São Pedro, em Roma, que atrai muitos peregrinos deste país, cuja população ronda os 75% de católicos. Leão XIV celebra aqui missa para 100 mil fiéis.

Ainda em Mongomo, no final da missa, há tempo para uma breve visita à Escola Tecnológica Papa Francisco, inspirada no Pacto de Educativo Global, impulsionado pelo anterior pontífice.

Depois do almoço, Leão XIV voa para outra cidade, desta vez, Bata, a segunda maior cidade e antiga capital do país, junto ao litoral. Os portugueses foram os primeiros europeus a chegar, no séc. XVII.

À tarde, Leão XIV visita a prisão da Cidade de Bata, e encontra-se com um grupo de detidos. Depois, presta homenagem aos mortos e feridos, num Monumento alusivo às vítimas de uma explosão que ocorreu num quartel, em 2021. E, já ao final da tarde, no Estádio da cidade, preside a um encontro com jovens e famílias.

O regresso a Malabo, será ao fim do dia, perto das nove da noite.

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