Ver Cabo Verde a convite, combater a dor, verificar quem come ratos na rua e ir a restaurante no Chiado

Público

Artigo: “A ilha de Santiago em três paragens fundamentais”

“Praia, Tarrafal e Cidade Velha. Não necessariamente por esta ordem, mas necessariamente para quem quiser conhecer a essência da maior ilha de Cabo Verde”, escreveu a jornalista Sandra Silva Costa (C 3177) num texto com fotos de Paulo Pimenta (C 1517)

O artigo foi publicado no suplemento Fugas, com edição impressa no dia 22 de Agosto e versão em digital na mesma data. Esta reportagem insere-se num conjunto mais artigos do suplemento dedicado principalmente às ilhas de Cabo Verde, assinados por mais jornalistas do Público.

Este artigo em particular tem a indicação de ter sido feito na sequência de uma viagem “a convite da TAP e do Instituto de Turismo de Cabo Verde“.

Público, 22 de Agosto

Artigo: “No Sal, cinco surpresas para juntar ao sol & praia“

“Estamos no Sal, impõe-se um mergulho histórico. Vindos das praias e da orla turística que ao longo das últimas décadas se modernizou, chegar às Salinas de Pedra Lume é como chegar ao passado e a um cenário de deserto lunar“, começa assim a reportagem em Cabo Verde assinada por Luís J. Santos, que corresponderá ao nome profissional do jornalista Luís Jesus Santos (C 3411).

O artigo, publicado na edição em papel do suplemento Fugas do dia 22 de Agosto, com publicação em digital no dia seguinte, acrescenta: “Nesta ilha-praia, adorada pelos turistas portugueses, já quase tudo se disse sobre as maravilhas balneares. Mas saia do resort, que entre clássicos e novas aventuras, há sempre algo mais a fazer aqui”.

Para se saber o que mais se pode fazer num local onde “já quase tudo se disse“, o jornalista do Público “viajou a convite da easyJet e do Turismo de Cabo Verde”.

Público, 23 de Agosto

Artigo: “Da música de São Vicente para a natureza de Santo Antão”

“Foi ao som de funaná, sanjon, morna e coladeira que entramos no espírito artístico do Mindelo, mal aterramos na ilha de São Vicente”, escreveu a jornalista Rita Caetano (C 4195) no início da reportagem que fez em Cabo Verde.

O artigo, publicado no suplemento Fugas, no dia 22 de Agosto, é um retrato do arquipélago onde “uma hora de ferry separa São Vicente de Santo Antão e, se a primeira tem uma paisagem árida e mais plana, na segunda a geografia complexa é pincelada de verde. Em comum, praias e vulcões adormecidos”, como se escreveu.

Antes da indicação de locais onde comer e pernoitar, informa-se que a jornalista “viajou a convite da easyJet em parceria com o Instituto do Turismo de Cabo Verde e a Agência de Viagens e Turismo Actour”.

Público, 22 de Agosto

Artigo: “Boa Vista: a febre do azul na ilha do vento“

Uma outra reportagem sobre Cabo Verde assinada por Sandra Silva Costa (C 3177), no suplemento Fugas, começa com um desabafo: “Foi azar: falhámos por um dia a estreia de Cabo Verde num Mundial de Futebol. Chegámos em Junho, ainda na ressaca do empate histórico frente à selecção espanhola, e a face da ilha da Boa Vista — Barlavento mais Barlavento talvez não haja, que aqui é mesmo de onde o vento sopra — está transfigurada”.

O artigo, publicado na edição em papel do dia 22 de Agosto, com versão no digital no mesmo dia, sugere, numa caixa de destaque no fim do artigo, que o leitor pode fazer o passeio de buggy “com a Squad Zone custa 290 euros para quatro pessoas, para um dia inteiro. Quem optar por apenas quatro horas, paga 230 euros. Já o passeio todo-o-terreno da Private Boa Vista Tours deve ser acertado previamente com Nilson Gomes através do site privateboavistatours.cv ou do WhatsApp +238 918 999 7″.

Para pode ser capaz fornecer estas informações ao leitor do Público, a jornalista “viajou a convite do Barceló Marine Boa Vista”, onde, conforme também se pode ler na caixa incluída no final da reportagem, “o alojamento para duas pessoas, em regime de tudo incluído, pode variar entre os 180 e os 350€ por noite“.

Público, 22 de Agosto

Artigo: “‘A deteriorar-se de ano para ano’, pastores mongóis estão a ser empurrados para a cidade“

O Público deslocou-se a Ulan Bator, na Mongólia, para fazer a cobertura da 17.ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês), onde se tenta “encontrar soluções para os problemas relacionados com a desertificação, a degradação dos solos e a seca”.

O jornalista Camilo Soldado (C 6801) aproveitou para falar com pastores locais, tendo registado que “com a desertificação e a seca, a vegetação e o pasto não crescem bem, então está um pouco mau. Não é assim todos os anos, mas, no geral, está a deteriorar-se de ano para ano”.

Público, 27 de Agosto

O artigo, publicado no digital do dia 27 de Agosto, foi elaborado na sequência de uma viagem “a convite” do Instituto Nacional de Conservação e da Natureza (ICNF).

Observador

Artigo (Vídeo): “Fibromialgia. ‘Tens a doença das mulheres preguiçosas, disse-me uma médica’“

“Ricardo Fonseca tem fibromialgia e espondilite anquilosante. São dores constantes – ‘às vezes nem consigo estar deitado’ –, cansaço, muitos medicamentos e medo de, um dia, ter de deixar a enfermagem”, conta-nos a jornalista Sofia Teixeira (C 6478), num trabalho jornalístico, em formato vídeo, criado por Mariana Alvarez Cortes.

Esta reportagem foi publicada no dia 22 de Agosto e surge dentro da secção com o título genérico de Dor. No fim da reportagem é possível ler que resultou de “uma parceria” entre o Observador e a Ferraz Lynce, tendo contado ainda com o apoio da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Dor, SIP.

O Ferraz Lynce apresenta-se como o “braço comercial e a empresa mais antiga de um Grupo Farmacêutico Português privado, fundado em 1924, cujas atividades abrangem todas as áreas desta indústria“. Esse grupo é Grupo Iberfar – Ferraz Lynce, onde também existe a FAI Therapeutics, “uma nova divisão do Iberfar” que é “especializada em canábis medicinal, aproveitando a experiência da Agrovete, do Iberfar e do Ferraz Lynce”.

Observador, 22 de Agosto

Artigo: “Fact Check. Migrante come rato em banco de jardim em Ceuta?“

“Em Ceuta gravam um imigrante a comer um rato em plena rua. Isto é o tal ‘enriquecimento cultural e social’ que a Esquerda tanto defende na Europa”, escreveu um “utilizador de Facebook” no dia 11 de Agosto.

O jornalista Tiago Caeiro (C 7716), no dia 27 de Agosto, foi verificar e concluiu que “é falso que um migrante tenha sido filmado a comer um rato no enclave espanhol de Ceuta. Embora verdadeiras, as imagens que circulam no Facebook foram captadas há mais de dois anos (muito antes da atual crise migratória), na Cidade do Cabo, na África do Sul, como mostra o vídeo original que retrata a situação”.

Observador, 27 de Agosto

A secção de fact check do Observador apresenta uma nota final onde informa o leitor que “este conteúdo foi selecionado pelo Observador no âmbito de uma parceria de fact checking com o Facebook”.

Diário de Notícias

Artigo: “Harneet Baweja: ‘Portugal tem uma longa ligação histórica a Goa. Esse foi o nosso ponto de partida’“

“O Gunpowder voou de Londres para Lisboa em 2022 e tem conquistado clientela fiel desde então. No bairro do Chiado, foi evoluindo ‘à medida que o bairro evoluiu’ e o seu fundador garante que é um projeto local, ‘tal como os restaurantes têm de ser’”, escreveu-se a jornalista Margarida Vaqueiro Lopes (C 6414).

O artigo, publicado na edição digital do dia 20 de Agosto, diz-nos que o restaurante Gunpowder mudou a carta recentemente “para garantir uma comida mais familiar e de conforto, de alguma forma ainda mais ligadas às origens, mais assente no receituário tradicional, mas sem perder a sofisticação técnica a que foi habituando os clientes“.

Diário de Notícias, 20 de Agosto

No fim do texto é explicado ao leitor que a secção de gastronomia “tem o patrocínio da Quinta da Biaia. Os textos são produzidos pelo DN com total independência editorial”.  

Crédito: Link de origem

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