“Os nossos vinhos não são valorizados o suficiente a nível mundial. Têm um valor e qualidade muito superior àquilo que custam, por isso temos muito por onde andar. A viticultura regenerativa é um caminho”, considera Marta Mendonça, head manager & impact The Porto Protocol.
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“A agricultura e viticultura regenerativa não são tendências, mas vão ser algo estrutural”, acredita Manuel Moreira, sommelier, wine educator e parceiro da Quinta do Sampayo.

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“Com o mediatismo e visibilidade que têm atualmente, os chefs têm a obrigação de alertar para diferentes temas e o da produção é um deles”, afirma João Rodrigues, chef do projeto “Matéria” e do restaurante Canalha Comporta.

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“A agricultura regenerativa é um caminho que tem de ser explicado ao consumidor de forma clara, para que valorize ainda mais os produtos que vêm desta prática”, aponta Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED.

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“Os mercados, nomeadamente no estrangeiro, começam cada vez mais a pedir atenção às práticas. O biológico já está para trás. Mais do que isso, é olhar para o solo como um ser”, explica João Barroso, diretor de desenvolvimento sustentável e I&D dos Vinhos do Alentejo.

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“As pessoas não procuram por regenerativo e não viajam por isso, mas procuram muito as viagens com propósito e sustentabilidade. Isso já se nota em 54% dos visitantes”, sublinha Cátia Godinho, da equipa multidisciplinar do Turismo de Portugal.

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“A imagem é a primeira forma de comunicação e a imagem da natureza é extremamente chamativa. Na parte da experiência, é preciso sensibilização e explicação”, diz Catarina Vieira, gerente do Chão do Rio.

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“A agricultura regenerativa tem de fazer sentido em termos económicos, porque se não fizer, então também não há agricultura regenerativa”, afirma Carlos Brito, presidente da Ordem dos Economistas – Norte e professor na Porto Business School.

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“A viticultura regenerativa está apenas a começar enquanto movimento, mas Portugal está muito bem posicionado para tirar partido dela e construí-la como uma história regional”, acredita Becky Sykes, diretora de projeto da Regenerative Viticulture Foundation.

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“A viticultura regenerativa tem o potencial para mudar o mercado dos vinhos. Portugal está muito bem posicionado para liderar nesta que é uma oportunidade brilhante para o país”, explica Anne Jones, proprietária e diretora da Limestone & Jones Wine Sustainability Consultancy.

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“Aos poucos, todas as práticas implementadas na Quinta do Sampayo estão a mudar. Passam, por exemplo, por colocarmos a lã das ovelhas nos vãos das vinhas, por fazermos determinadas concentrações para lançarmos nas vinhas e por abandonarmos todo o tipo de produtos que não sejam biológicos ou de resíduo zero”, afirma Ana Macedo, administradora da Quinta do Sampayo.

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