A ONU pediu hoje um “destacamento rápido e completo” de agentes de segurança para a missão internacional de combate aos gangues no Haiti, após o recente massacre no país que fez dezenas de mortos e de sequestrados.
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“As instituições de segurança nacional não podem ser deixadas a enfrentar esta ameaça sem o apoio adequado. A Força de Repressão de Gangues representa uma componente crítica da resposta internacional autorizada por este Conselho. O seu destacamento rápido e completo deve agora ser acelerado”, instou hoje o chefe do Escritório das Nações Unidas no Haiti (BINUH).
O apelo foi feito por Carlos Ruiz Massieu numa reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, solicitada pelo Panamá e pelos Estados Unidos, juntamente com a Colômbia, após um ataque de gangues na noite de 23 para 24 de agosto na comuna de Kenscoff, que fez quase 50 mortos.
Embora tenha um efetivo autorizado de 5.550 pessoas, a Força de Repressão de Gangues – autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU no ano passado – ainda não atingiu a sua capacidade operacional total.
De acordo com o último relatório do BINUH, em 08 de julho, a componente militar da Força era apenas de 1.083 pessoas, enquanto a componente civil era composta por 16 funcionários.
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