A Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau atribuiu também o prémio à União Europeia, ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e ao presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, indicou à Lusa fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.
De acordo com o MNE, o “Prémio da Justiça” foi atribuído àquelas quatro entidades “em reconhecimento pelo respetivo contributo para a promoção do acesso à justiça e dos direitos humanos na Guiné-Bissau”.
O galardão foi atribuído no âmbito das comemorações do 35.º aniversário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau.
Em 2024, a Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau já tinha também atribuído o “Prémio da Justiça” ao Camões — Instituto da Cooperação e da Língua pelo contributo e apoio que a cooperação portuguesa tem prestado à Guiné-Bissau nas áreas da defesa da justiça, dos direitos humanos e do Estado de direito democrático.
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