Governo de transição e parceiros internacionais debatem impacto da crise global

Bissau – O Governo de transição na Guiné-Bissau encontra-se reunido hoje, em Bissau, com parceiros internacionais sobre o impacto da crise global. O primeiro-ministro de transição, Ilídio Vieira Té, diz que o seu Governo prefere agir para antecipar os problemas.

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O encontro que decorre num hotel de Bissau junta Governo, parceiros multi e bilaterais da Guiné-Bissau, com destaque para agências das Nações Unidas, para debater o impacto da crise global.

No seu discurso de abertura, o primeiro-ministro do governo de transição, Ilídio Vieira Té, saudou a iniciativa proporcionada sobretudo pela coordenação do Sistema das Nações Unidas na Guiné-Bissau e defendeu ser um “espaço estruturado de reflexão, concertação e mobilização de soluções”.

Ilídio Vieira Té notou que a crise internacional em curso, motivada sobretudo pela guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irão, gera repercussões sobre os mercados energéticos, financeiros e alimentares.

Países como a Guiné-Bissau, com economias frágeis, fortemente dependentes das importações e ainda confrontados com limitações estruturais históricas, são os mais afectados, defendeu Vieira Té.

O primeiro-ministro guineense afirmou que o país não poderia ficar parado, daí que decidiu chamar os seus parceiros de desenvolvimento para um debate sério, inclusivo e que proponha soluções.

A meta, anunciou Ilídio Vieira Té, é encontrar soluções que fortaleçam a segurança alimentar, melhorem o acesso à energia, reforcem a protecção social, consolidem a estabilidade macroeconómica”, sem esquecer a adaptação às alterações climáticas.

É a primeira vez que o Governo de transição se senta à mesma mesa com os parceiros internacionais de desenvolvimento, desde o golpe de Estado de 26 de Novembro passado.

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