Pelo cenário atual, o Brasil iria encarar o Japão (2º do grupo F no momento) na segunda fase e poderia pegar a Noruega (2ª no grupo I) já nas oitavas de final. A seleção norueguesa, neste cenário, duelaria com a Costa do Marfim (2ª do grupo E) na segunda fase.
Um fato curioso é que Noruega 3 x 2 Senegal ficou marcado por um gol dos africanos nos acréscimos — e este lance recolocou a França no topo do Grupo I pelo saldo de gols. Os dois líderes farão, na última rodada, uma espécie de “final” para ver quem fica com a dianteira.
E se o Brasil avançar em 2º?
O Brasil avança em segundo do grupo C se empatar com a Escócia e Marrocos vencer o Haiti. Ou se os dois jogos terminarem empatados, mas a seleção marroquina ainda precisaria superar os brasileiros nos critérios de desempate (saldo de gols, gols marcados, gols sofridos, cartões e ranking da Fifa). Ou ainda se o Brasil perder para a Escócia e Marrocos perder para o Haiti, mas a equipe de Ancelotti precisaria bater Marrocos no desempate.
Se o Brasil avançar em 2º no grupo C, a seleção encara a Holanda (1ª do grupo F até o momento). Caso passasse dos holandeses, a seleção brasileira encararia o vencedor do confronto entre Suíça e Coreia do Sul nas configurações atuais.
E, mantendo o cenário do momento nos outros grupos, a seleção cairia do lado “mais fraco” do chaveamento, com apenas Alemanha, Espanha e França entre as campeãs mundiais. Mas vale reforçar que isso levando em conta apenas a classificação atual das seleções. São muitas variações dependendo da última rodada da fase de grupos.
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