Redação Tribuna do Norte
•
•
00h00
São Paulo (AE) – A disputa pelo poder do futebol mundial não terá um embate nas urnas entre Gianni Infantino, mandatário da Fifa desde 2016, e o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, maior nome da oposição, que descartou nesta segunda-feira concorrer ao cargo da entidade. Mesmo assim, cobrou a renúncia do atual comandante da Fifa.
Desde o anúncio da criação de um plano da Fifa considerado uma venda da Copa do Mundo e de direitos do futebol por transferir capital para investidores privados, Infantino sofre crescente pressão para renunciar ao cargo.
A repercussão negativa o fez voltar atrás, mas três confederações continentais o acusaram de “engano”. Desde então, a Uefa, entidade máxima do futebol europeu, vem ameaçando boicotar as competições da Fifa.
“Uma opção é ele perceber que não tem apoio, e isso não se refere apenas ao apoio político de quem vota, mas também ao apoio político da comunidade do futebol, dos torcedores, dos jogadores, ex-jogadores e treinadores”, disse Ceferin ao podcast britânico The Rest is Politics: Leading, que será transmitido nesta segunda-feira.
Crédito: Link de origem