Díli – O Conselho de ministros da CPLP admitiu nesta quarta-feira em Díli, em Timor Leste, a sua preocupação com a situação política na Guiné-Bissau. Por outro lado a secretária executiva da Comunidade dos países de língua portuguesa remeteu a decisão sobre a próxima presidência da organização lusófona para os chefes de Estado.
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A diplomata angolana Maria de Fátima Jardim, secretária executiva da CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, fez um rescaldo positivo da reunião de chefes da diplomacia do bloco elogiando a presidência timorense.
Fechamos com bastante resultados. O dinamismo verifica-se nesta presidência que temos com Timor-Leste e agora temos um novo ciclo.
Ciclo esse que esperamos e estamos certos que seja um ciclo de esperança ! E de continuarmos unidos e coesos no nosso objectivo, trabalhando para o progresso e bem estar dos nossos povos.
Se acabamos por assinar um acordo que é um acordo que nos une naquilo que foi o resultado de trabalho dos senhores Ministros do Trabalho e Segurança e Proteção Social dos nossos Estados.
Vamos daqui a bocado também rubricar um instrumento que o Secretariado Executivo achou extremamente importante submeter aos ministros das Relações Exteriores, que é de que aproveitarmos as verbas do Fundo Especial da CPLP para apoiarmos um programa de maior comunicação, maior expressão para os órgãos de comunicação social aqui em Timor-Leste.
É um programa que vai melhorar aquilo que significa o nosso compromisso de promovermos e expandirmos através da língua portuguesa, fazermos da Língua Portuguesa a expressão da nossa união e coesão entre povos.
Na cimeira de Bissau de 2025 os chefes de Estado e de Governo não tinham alcançado um consenso acerca da próxima presidência da CPLP: alguns países apoiavam a Guiné Equatorial, que reivindica o cargo, enquanto o Brasil defende uma maior rotatividade geográfica, dado que o maior número de países da organização (5) se encontram em África.
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