Quando houve a Cimeira em Bissau, houve uma autêntica «luta» para ver qual seria o próximo país a receber a presidência rotativa da CPLP. Os «gigantes» Portugal, Brasil e Angola defendiam Timor-Leste, enquanto os restantes PALOP estavam ao lado da Guiné Equatorial.
Com o golpe militar em Bissau, e a suspensão deste país da organização, a presidência foi entregue a Díli. Em 2014, quando tiveram a presidência, Timor-Leste anunciou a entrada da Guiné Equatorial neste grupo. A CPLP assinala os seus trinta anos no dia 17 de julho. Os países da CPLP pretendem ampliar o acesso à internet e garantir a segurança dos cabos óticos. Nesta região passa parte dos cabos que ligam o mundo, como é o caso de Portugal, que tem cabos que ligam a Europa à América e a África.
A Guiné Equatorial está a preparar-se para assumir, em 2027, a próxima presidência da CPLP. Isto foi expresso pelo atual conselheiro do Governo equato-guineense para os Assuntos dos Países da Língua Portuguesa. Este também defendeu que o seu país necessita do apoio dos outros e de dar mais formação na língua portuguesa aos altos cargos.
Quando aderiu a esta organização, foi prometido à Guiné Equatorial, assim que entrasse, que um dia teria a presidência desta organização. A primeira solicitação de entrada foi feita ainda em 1996, mas na altura houve a objeção de vários países. Para que entrassem na CPLP, a Guiné Equatorial teve de se comprometer a abolir a pena de morte da Constituição e a introduzir a língua portuguesa no país. Existem críticas a Portugal por estar a fazer pouco neste quesito.
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