A recente realização do E1 Luanda Grand Prix 2026, ao trazer para a baía da capital o prestígio de um campeonato mundial de barcos eléctricos focado na sustentabilidade, voltou a colocar o turismo e a imagem do país no centro da agenda pública. Ao longo dos últimos anos, a actividade turística tem sido apresentada como uma das mais promissoras alavancas para diversificar a economia nacional. Além da criação de receita, divisas e postos de trabalho, os entusiastas do sector destacam a valorização do território e a projecção da nossa cultura no exterior. Raramente, porém, se discute no debate público a outra face da moeda: os riscos, os desafios e as ameaças ambientais e sociais que acompanham a expansão acelerada deste sector.
Sérgio Calundungo*
18 de Setembro 2026 às 08:27
Crédito: Link de origem