“Foram reportados apenas alguns ferimentos ligeiros” entre os “135 estudantes guineenses” que se encontram na Venezuela, informou as autoridades guineenses num comunicado oficial divulgado segudna-feira (29.06) nas redes sociaIs.
O Governo guineense “está a acompanhar, desde as primeiras horas, a situação dos estudantes guineenses residentes na República Bolivariana da Venezuela, na sequência do sismo que atingiu aquele país” a 24 de junho.
As informações relativas aos estudantes guineenses foram “recolhidas através da embaixada da Guiné-Bissau em Havana, em coordenação com os representantes dos estudantes”, é ainda referido no comunicado, segundo o qual “as autoridades diplomáticas acompanham permanentemente a situação e prestam a assistência necessária aos estudantes”.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades assegura que “continuará a acompanhar a evolução da situação, em estreita coordenação com as autoridades competentes, mobilizando todos os meios necessários para apoiar os cidadãos nacionais”.
Mais de 1.700 mortos
O número de mortos causados pelo duplo terramoto na Venezuela a 24 de junho subiu para 1.719, anunciou na segunda-feira (29.06) o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. Os sismos registados em 24 de junho causaram também 5.034 feridos.
Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas. As hipóteses de encontrar sobreviventes estão a diminuir com o passar do tempo, observam especialistas.
Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.
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