A TAP completou dois meses da sua mais recente rota para o Brasil, na cidade de Curitiba. A avaliação, até agora, é de que a procura está “de acordo com as expetativas”, segundo Carlos Oliveira, diretor da companhia para a América. Em entrevista ao DN Brasil, destacou que a ligação é promissora e que existe uma articulação para a promoção dos destinos turísticos do estado, que vão além das Cataratas do Iguaçu.
“Estamos a fazer atividades de desenvolvimento de mercado local no Paraná, e também trabalhamos com as Secretarias de Turismo do Paraná para desenvolver o turismo daqui para lá”, conta. Por enquanto, a rota é apoiada pelo Rio de Janeiro, o primeiro destino lançado pela companhia brasileira, há 60 anos.
A entrevista ocorreu, inclusive, durante a comemoração do aniversário do primeiro voo, que ocorreu em 1966. A festa ocorreu no Cassino do Estoril, em uma noite de celebração das ligações — aéreas e não só — entre os dois países. “Nossa operação é ininterrupta e sempre crescente. A TAP não é um player oportunista, ou que investe no Brasil quando existe uma boa maré ou bons ventos. Ela está no Brasil desde 1966, com o Rio de Janeiro, depois lançou Recife, depois lançou São Paulo e tem vindo a lançar mais rotas. E apesar de estar a fazer 60 anos de Brasil, no ano dos 60 anos lança duas rotas novas, isso mostra a vitalidade do nosso investimento”, analisa.
As duas rotas citadas por Carlos são Curitiba e São Luís, capital do Maranhão. O voo inaugural está marcado para o dia 26 de outubro. A chegada será em festa, com celebrações “em cooperação com a secretaria de turismo”, diz. De acordo com o diretor, a procura é grande. “É um voo que é duas vezes por semana que já estamos a prever que possa crescer para três vezes por semana em 2027, só pela procura que nós já estamos a registrar”, pontua. No total, a TAP voa para 15 cidades brasileiras.
No discurso durante o evento, Bruno Reis, presidente da Embratur, ressaltou que a companhia portuguesa é a única com voos para os seis biomas brasileiros.
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