Matcha, saúde mental, pobreza na Guiné-Bissau e memórias coloniais em Moçambique, com cacilheiros do Tejo
Público
Artigo: “Comobå: Oito anos de vida de uma das primeiras cafetarias modernas de Lisboa“
A jornalista Rita Caetano (C 4195) conta-nos que “foi durante uma viagem a Nova Iorque, que, na cabeça de Francisco Amaral, o fundador, começou a desenhar-se o Comobå“. E, citando o próprio Francisco, acrescentou: “Nasci numa família lisboeta tradicional, portanto, a expectativa de vida era seguir a carreira de advogado, casar e ter filhos rapidamente e assim aconteceu”.
Houve depois uma mudança na vida de Francisco Amaral, que Rita Caetano também nos conta: “Após uma fase em que sentiu que ‘a vida era mais do que isso‘ e um desgosto amoroso, decidiu viajar sozinho para a Grande Maçã, onde uns amigos tinham um café de matcha, e apaixonou-se pela cultura deste chá verde japonês“. E foi assim que nasceu depois um novo espaço comercial em Lisboa.

Entretanto, já se passaram oito anos desde que o estabelecimento abriu e, hoje, integra o grupo Paradigma, no número 90 da Rua da Boavista. Para escrever isto, e mais, a jornalista “experimentou o Comobå a convite“.

Observador
Artigo: “Como a minha vida mudou (para melhor) quando a doença mental passou a ter um nome“
A jornalista Sara Dias Oliveira (C 3023) assina esta peça, publicada a 15 de Agosto, em conjunto com a fotojornalista estagiária Inês Lacerda (TP 1698).
Conforme é explicado ao leitor no início do texto, “este artigo faz parte da série ‘Na Primeira Pessoa’, um conjunto de textos escritos por uma jornalista a partir de conversas com pessoas que partilham momentos da sua doença mental”.

No fim do texto, uma caixa informa ainda: “Mental é uma secção do Observador dedicada exclusivamente a temas relacionados com a Saúde Mental. Resulta de uma parceria com o Hospital da Luz e tem a colaboração do Colégio de Psiquiatria da Ordem dos Médicos e da Ordem dos Psicólogos Portugueses. É um conteúdo editorial completamente independente“.


Expresso
Artigo: “As meninas que carregam água em vez de livros: reportagem na Guiné-Bissau“
Da Guiné-Bissau chega a seguinte notícia: “As alterações climáticas estão a agravar a pobreza e a empurrar mais meninas para o trabalho doméstico, afastando-as da infância e da escola”.
A autora do artigo, publicado na versão impressa e digital do dia 21 de Agosto, é a jornalista Catarina Marques Rodrigues (C 6505), que relata “uma realidade que está a assolar a vida das meninas e raparigas na Guiné-Bissau: as alterações climáticas estão a reforçar a pobreza feminina. As recorrentes secas e a destruição das colheitas pesam especialmente em quem já tinha a missão de alimentar a família e tratar da casa — e que a vê agora mais dificultada“.
Embora a versão impressa não o explicite, a versão digital esclarece o leitor que a reportagem “foi realizada no âmbito de uma parceria com a ACEP (Associação para a Cooperação Entre os Povos), financiada pela União Europeia. O seu conteúdo é da exclusiva responsabilidade da autora e não reflete necessariamente a posição da União Europeia”.

Artigo: “Manuel Magalhães, o português que construiu uma cidade em Moçambique“
A jornalista Raquel Moleiro (C 2671) e o fotojornalista Nuno Botelho (C 5156) viajaram até Moçambique “a convite da família de Manuel Magalhães” com a finalidade de produzir uma reportagem sobre a homenagem póstuma ao antepassado da família, Manuel Dias Magalhães.
O artigo, publicado na revista do Expresso do dia 21 de Agosto, com versão no digital na noite anterior, conta a saga familiar iniciada em terras de Moçambique pelo então jovem engenheiro de 28 anos, que construiu uma cidade fabril nas imediações de Vila Pery, hoje Chimoio, que ficou conhecida como Soalpo, sigla da Sociedade Algodoeira de Fomento Colonial.

“A população continua a pedir o regresso do Magalhães, mas agora na figura dos seus descendentes, em quem depositam a esperança do retorno ao passado, quando havia emprego, direitos e pão com compota entre teares“, concluiu o artigo.

Correio da Manhã
Artigo: “Barcos para contar histórias“
No oitavo episódio de A Voz do Tejo, e depois de acompanhar o quotidiano da operação, das equipas e dos passageiros, “a série volta o olhar para os navios mais emblemáticos da Transtejo Soflusa – os cacilheiros Sintrense, Seixalense e Dafundo – e para o papel que continuam a desempenhar na memória coletiva de quem vive junto ao Tejo”.

Esta série de reportagens não tem assinatura, sendo que A Voz do Tejo é apresentada como “um projeto de conteúdos desenvolvido pelo C-Studio em parceria com Transtejo Soflusa“.
“C-Studio é a marca que representa a área de Conteúdos Patrocinados do universo Medialivre. Aqui as marcas podem contar as suas histórias e experiências“, explicita a publicação.

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