O presidente do “Movimento Revolucionário Pó di Terra”, Vigario Luís Balanta, foi brutalmente espancado até à morte, o corpo do activista guineense foi abandonado nos arredores de Bolanhas de N’Dam, a cerca de 30 km da capital, Bissau.
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Vigário Luís Balanta, 35 anos, liderava uma organização da sociedade civil que se opunha ao golpe de Estado na Guiné-Bissau e que exigia a divulgação dos resultados das eleições presidenciais de novembro de 2025.
O activista esteve na origem de várias manifestações que saíram às ruas de Bissau desde o golpe de Estado. Apesar das intimidações e da repressão, Vigário Luís Balanta sempre defendeu que o povo guineense deveria expressar a sua indignação.
No início de Janeiro, Vigário Luís Balanta desapareceu juntamente com membros do Movimento cívico, depois de ter anunciado uma marcha pacífica, que acabou por não se realizar.
Nesta terça-feira, as rádios privadas do país – que foram proibidas de emitir por não terem, supostamente, uma licença – anunciaram que o ativista guineense Vigário Luís Balanta foi brutalmente espancado até à morte. O corpo foi abandonado nos arredores de Bolanhas de N’Dam, a cerca de 30 km da capital, Bissau.
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