Governo Regional rejeita críticas do JPP sobre “solidariedade à Venezuela”

O Governo Regional rejeita “categoricamente as críticas do JPP relativamente ao apoio à comunidade madeirense afetada pelos sismos na Venezuela e considera inaceitável que quem nunca fez nada de concreto por esta comunidade procure agora dar lições a quem esteve na linha da frente desde a primeira hora”.

Através de um comunicado enviado, o executivo afirma que “desde os primeiros dias após os sismos, o Governo Regional esteve presente no terreno e mobilizou os serviços competentes para identificar necessidades e preparar uma resposta concreta. Essa resposta traduz-se em 150 mil euros destinados excecionalmente às associações madeirenses na Venezuela, verba que resulta do reforço de 60 para 150 mil euros do apoio ao movimento associativo madeirense na diáspora e que será integralmente canalizada este ano para aquela comunidade”.

“As associações tiveram de apresentar projetos e documentação ao abrigo da lei e a DRCCE está a preparar os respetivos contratos-programa, para serem aprovadas tão breve quanto possível. Existem processos que aguardam documentação, mas isso não significa inação. Significa cumprir escrupulosamente a lei”.

“O Governo Regional não vai atribuir dinheiro público à margem das regras, nem atropelar procedimentos legais apenas para satisfazer a pressão ou a agenda política de quem faz oposição”.

“A urgência não suspende a lei. A solidariedade não dispensa a legalidade. E o dinheiro dos contribuintes exige rigor, transparência e responsabilidade”. “Criticar é fácil. Governar é tomar decisões, cumprir a lei e garantir que o apoio chega a quem dele precisa”.

O Governo Regional “continuará a trabalhar com a maior celeridade possível para concretizar os apoios, mas fá-lo-á sem atalhos, sem facilitismos e, sobretudo, sem atropelar a lei”.

“A comunidade madeirense na Venezuela merece respeito e respostas concretas — não aproveitamento político”. “A Madeira não esquece quem partiu. E o Governo Regional não esquece quem precisa da Madeira”.

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