O CCDS, Comité dos Chefes de Estado-Maior da Defesa da CEDEAO desmente que qualquer membro da delegação tenha sido abordado, recebido qualquer oferta, ou que tenha estado envolvido em qualquer ato de suborno ou incentivo indevido.
Nega também queixa, denúncia ou prova relacionada com as alegações apresentadas à delegação, à Missão de Apoio à Estabilização da CEDEAO na Guiné-Bissau, e até faz referência ao desmentido do Hotel Bissau Royal, em cujas instalações a missão da CEDEAO esteve hospedada.
A notícia que foi desmentida tinha sido divulgada por vários cidadãos nas redes sociais, e divulgada também na rádio RTP África, que a confirmou junto de várias fontes.
E é precisamente a situação na Guiné-Bissau que preocupa vários países, entidades e especialistas. Como é o caso de Celso Filipe, Diretor-adjunto do Jornal de Negócios, e figura no Radar África desta semana.
Este jornalista, que há décadas acompanha a atualidade guineense, lembra que os guineenses sofrem todos os dias, devido à atuação dos Governos ao longo dos anos:
Celso Filipe lembra ainda que o Estado e as instituições estão muito degradados na Guiné-Bissau:
Celso Filipe realça mesmo que as organizações africanas têm tolerado a subversão da democracia, exemplo disso é o caso da Guiné-Bissau.
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