Guiné Equatorial Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/africa/guine-equatorial/ Atualizações diárias de notícias portuguesas Mon, 22 Jun 2026 18:32:00 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://portuguese.hcntimes.com/wp-content/uploads/2022/03/cropped-hcntimes_favicon1-32x32.png Guiné Equatorial Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/africa/guine-equatorial/ 32 32 Mais oito migrantes expulsos dos Estados Unidos chegam à Guiné Equatorial https://portuguese.hcntimes.com/mais-oito-migrantes-expulsos-dos-estados-unidos-chegam-a-guine-equatorial/ https://portuguese.hcntimes.com/mais-oito-migrantes-expulsos-dos-estados-unidos-chegam-a-guine-equatorial/#respond Mon, 22 Jun 2026 18:32:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/mais-oito-migrantes-expulsos-dos-estados-unidos-chegam-a-guine-equatorial/ Mais oito migrantes expulsos dos Estados Unidos chegam à Guiné Equatorial

A Guiné Equatorial faz parte dos países africanos que aceitaram participar num controverso programa migratório norte-americano de envio de cidadãos estrangeiros em situação irregular nos Estados Unidos para países terceiros, entre os quais os Camarões, a República Centro-Africana, o Gana, o Ruanda, o Sudão do Sul, o Essuatíni e a República Democrática do Congo (RDC). […]

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Mais oito migrantes expulsos dos Estados Unidos chegam à Guiné Equatorial

A Guiné Equatorial faz parte dos países africanos que aceitaram participar num controverso programa migratório norte-americano de envio de cidadãos estrangeiros em situação irregular nos Estados Unidos para países terceiros, entre os quais os Camarões, a República Centro-Africana, o Gana, o Ruanda, o Sudão do Sul, o Essuatíni e a República Democrática do Congo (RDC).

Estas oito pessoas expulsas dos Estados Unidos chegaram a 18 de junho a Malabo, a antiga capital da Guiné Equatorial, afirmou Lucas Olo Fernandes, advogado e membro da ONG Comissão de Juristas da Guiné Equatorial.

Trata-se do quarto voo que transporta migrantes expulsos dos Estados Unidos para este pequeno país da África Central.

Os visados encontram-se desde então retidos num hotel próximo do aeroporto de Malabo.

No total, 40 pessoas foram transferidas para a Guiné Equatorial desde o final de 2025, em troca do pagamento, por parte de Washington, de 7,5 milhões de dólares (6,4 milhões de euros), segundo um relatório do Senado norte-americano publicado em fevereiro.

Ao abrigo deste acordo, os Estados Unidos podem expulsar para a Guiné Equatorial pessoas que tinham sido protegidas pela justiça norte-americana contra uma expulsão para os seus países de origem devido a receios pela sua segurança, um estatuto que confere direitos menos abrangentes do que o asilo.

Estas expulsões tornaram-se um elemento essencial da política anti-imigração conduzida pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, embora a sua legalidade esteja a ser contestada nos tribunais dos Estados Unidos e de outros países.

No início de junho, foi apresentada uma queixa junto da Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos (o principal órgão africano em matéria de direitos humanos) com o objetivo de suspender estas expulsões para a Guiné Equatorial.

A queixa pretende igualmente impedir que a Guiné Equatorial reenvie posteriormente estes expulsos para os seus países de origem.

O vice-presidente equato-guineense, Teodoro Nguema Obiang Mangue, condenou esta iniciativa alguns dias mais tarde, numa publicação na rede social X, argumentando que Malabo “sempre agiu no respeito pela dignidade humana, garantindo a cada pessoa a liberdade de escolher o seu destino e prestando o acompanhamento necessário”.

Leia Também: Guiné Equatorial prepara-se para assumir próxima presidência da CPLP

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Europa Oil & Gas estende prazo para venda de participação em bloco offshore na Guiné Equatorial https://portuguese.hcntimes.com/europa-oil-gas-estende-prazo-para-venda-de-participacao-em-bloco-offshore-na-guine-equatorial/ https://portuguese.hcntimes.com/europa-oil-gas-estende-prazo-para-venda-de-participacao-em-bloco-offshore-na-guine-equatorial/#respond Mon, 22 Jun 2026 11:15:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/europa-oil-gas-estende-prazo-para-venda-de-participacao-em-bloco-offshore-na-guine-equatorial/ Europa Oil & Gas estende prazo para venda de participação em bloco offshore na Guiné Equatorial

A Europa Oil & Gas (Holdings) plc (LSE:EOG) concordou com seus parceiros em estender o prazo final para a conclusão da cessão de uma participação de 40% no contrato de partilha de produção do bloco EG-08, na costa da Guiné Equatorial, para a Fuhai (Beijing) Energy, até 31 de julho de 2026. A prorrogação visa dar mais […]

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Europa Oil & Gas estende prazo para venda de participação em bloco offshore na Guiné Equatorial

A Europa Oil & Gas (Holdings) plc (LSE:EOG) concordou com seus parceiros em estender o prazo final para a conclusão da cessão de uma participação de 40% no contrato de partilha de produção do bloco EG-08, na costa da Guiné Equatorial, para a Fuhai (Beijing) Energy, até 31 de julho de 2026.

A prorrogação visa dar mais tempo para que a Fuhai obtenha a aprovação do Investimento Direto Estrangeiro (IDE) das autoridades provinciais de Shandong, o último requisito regulatório necessário para concluir a transação. A cessão de direitos já recebeu aprovação do Ministério de Minas e Hidrocarbonetos da Guiné Equatorial.

Etapa regulatória final antes da conclusão

Assim que a aprovação pendente for obtida, a Fuhai aderirá formalmente tanto ao contrato de partilha de produção quanto ao acordo operacional conjunto que rege a licença.

Após a conclusão, a estrutura de propriedade do projeto será composta pela Antler Global com uma participação de 40% e a operação, a Fuhai com 40% e a GEPetrol, empresa estatal, mantendo os 20% restantes em nome da Guiné Equatorial.

A Europa detém uma participação acionária de 42,9% na Antler Global, o que lhe confere exposição indireta ao projeto de exploração offshore e ao seu potencial de desenvolvimento futuro.

O poço Barracuda-1 continua sendo um catalisador fundamental no curto prazo

A administração continua a ter como objetivo a perfuração do poço exploratório Barracuda-1 o mais brevemente possível, com o início das operações previsto para o início de 2027.

O poço representa um marco significativo para a licença EG-08 e constitui uma parte importante da estratégia da Europa para expandir sua presença na África Ocidental. O sucesso em Barracuda-1 poderá aumentar consideravelmente o valor do projeto e fortalecer a posição da empresa no setor de exploração offshore da região.

Panorama

As perspectivas da Europa continuam limitadas por um perfil financeiro desafiador, caracterizado por prejuízos contínuos, queda na receita e geração negativa de fluxo de caixa operacional e livre. Embora a empresa se beneficie de uma alavancagem relativamente baixa, esses pontos fortes são atualmente superados pelo desempenho financeiro subjacente mais fraco.

Os indicadores técnicos apresentam um panorama amplamente neutro e, no momento, não apontam para um forte catalisador direcional para as ações. As métricas de avaliação também são limitadas pela posição negativa de lucros da empresa, resultando em um índice preço/lucro negativo, e nenhum rendimento de dividendos foi divulgado.

Saiba mais sobre a Europa Oil & Gas

A Europa Oil & Gas (Holdings) plc é uma empresa de exploração, desenvolvimento e produção listada na AIM, com interesses que abrangem a África Ocidental, o Reino Unido e a Irlanda.

A exposição da empresa à licença EG-08 decorre da sua participação de 42,9% na Antler Global, operadora do contrato de partilha de produção na costa da Guiné Equatorial. Através deste investimento, a Europa participa em atividades de exploração offshore pioneira em conjunto com a petrolífera nacional GEPetrol, mantendo simultaneamente um portfólio mais diversificado de ativos de petróleo e gás nas suas principais regiões de atuação.

Este conteúdo é apenas para fins informativos e não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou de qualquer outra natureza profissional. Não deve ser considerado uma recomendação de compra ou venda de quaisquer valores mobiliários ou instrumentos financeiros. Todos os investimentos envolvem riscos, incluindo a potencial perda do principal. O desempenho passado não é indicativo de resultados futuros. Você deve conduzir sua própria pesquisa e consultar um consultor financeiro qualificado antes de tomar qualquer decisão de investimento. Algumas partes deste conteúdo podem ter sido geradas ou assistidas por ferramentas de inteligência artificial (IA) e revisadas por nossa equipe editorial para garantir precisão e qualidade.

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A Guiné Equatorial está a se preparar para receber a próxima presidência rotativa da CPLP https://portuguese.hcntimes.com/a-guine-equatorial-esta-a-se-preparar-para-receber-a-proxima-presidencia-rotativa-da-cplp/ https://portuguese.hcntimes.com/a-guine-equatorial-esta-a-se-preparar-para-receber-a-proxima-presidencia-rotativa-da-cplp/#respond Sun, 21 Jun 2026 21:56:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/a-guine-equatorial-esta-a-se-preparar-para-receber-a-proxima-presidencia-rotativa-da-cplp/ A Guiné Equatorial está a se preparar para receber a próxima presidência rotativa da CPLP

Quando houve a Cimeira em Bissau, houve uma autêntica «luta» para ver qual seria o próximo país a receber a presidência rotativa da CPLP. Os «gigantes» Portugal, Brasil e Angola defendiam Timor-Leste, enquanto os restantes PALOP estavam ao lado da Guiné Equatorial. Com o golpe militar em Bissau, e a suspensão deste país da organização, […]

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A Guiné Equatorial está a se preparar para receber a próxima presidência rotativa da CPLP

Quando houve a Cimeira em Bissau, houve uma autêntica «luta» para ver qual seria o próximo país a receber a presidência rotativa da CPLP. Os «gigantes» Portugal, Brasil e Angola defendiam Timor-Leste, enquanto os restantes PALOP estavam ao lado da Guiné Equatorial.

Com o golpe militar em Bissau, e a suspensão deste país da organização, a presidência foi entregue a Díli. Em 2014, quando tiveram a presidência, Timor-Leste anunciou a entrada da Guiné Equatorial neste grupo. A CPLP assinala os seus trinta anos no dia 17 de julho. Os países da CPLP pretendem ampliar o acesso à internet e garantir a segurança dos cabos óticos. Nesta região passa parte dos cabos que ligam o mundo, como é o caso de Portugal, que tem cabos que ligam a Europa à América e a África.

A Guiné Equatorial está a preparar-se para assumir, em 2027, a próxima presidência da CPLP. Isto foi expresso pelo atual conselheiro do Governo equato-guineense para os Assuntos dos Países da Língua Portuguesa. Este também defendeu que o seu país necessita do apoio dos outros e de dar mais formação na língua portuguesa aos altos cargos.

Quando aderiu a esta organização, foi prometido à Guiné Equatorial, assim que entrasse, que um dia teria a presidência desta organização. A primeira solicitação de entrada foi feita ainda em 1996, mas na altura houve a objeção de vários países. Para que entrassem na CPLP, a Guiné Equatorial teve de se comprometer a abolir a pena de morte da Constituição e a introduzir a língua portuguesa no país. Existem críticas a Portugal por estar a fazer pouco neste quesito.

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Guiné Equatorial prepara-se para assumir próxima presidência da CPLP https://portuguese.hcntimes.com/guine-equatorial-prepara-se-para-assumir-proxima-presidencia-da-cplp/ https://portuguese.hcntimes.com/guine-equatorial-prepara-se-para-assumir-proxima-presidencia-da-cplp/#respond Sun, 21 Jun 2026 09:20:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/guine-equatorial-prepara-se-para-assumir-proxima-presidencia-da-cplp/ Guiné Equatorial prepara-se para assumir próxima presidência da CPLP

O ex-secretário-executivo da CPLP Murade Murargy declarou à Lusa que a Guiné Equatorial prepara-se para assumir a próxima presidência da organização e que esta cumpre o prometido aquando da adesão, embora considere que Portugal nada faz pelo país. O ex-secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) anunciou à Lusa, numa entrevista feita por telefone […]

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Guiné Equatorial prepara-se para assumir próxima presidência da CPLP

O ex-secretário-executivo da CPLP Murade Murargy declarou à Lusa que a Guiné Equatorial prepara-se para assumir a próxima presidência da organização e que esta cumpre o prometido aquando da adesão, embora considere que Portugal nada faz pelo país.

O ex-secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) anunciou à Lusa, numa entrevista feita por telefone no âmbito dos 30 anos que a organização assinala em 17 de julho, que a Guiné Equatorial prepara-se para assumir a presidência da organização, em 2027, e confessou que, pessoalmente, esse foi o motivo que o fez prolongar, por um ano, as suas funções naquele país africano, que cessaria este ano.

O atual conselheiro do Governo equato-guineense para os Assuntos dos Países da Língua Portuguesa defende que a Guiné Equatorial está pronta para assumir as funções – apesar de precisar do apoio dos outros países – mas necessitará de dar mais formação em língua portuguesa aos seus altos quadros, missão para a qual contribui, assegurou.

O embaixador, que esteve no secretariado-executivo entre 2012 e 2016, recordou que tal já foi feito no passado com Timor-Leste, para onde, na altura, foram enviados “sete conselheiros”.

“A Guiné Equatorial solicitou a entrada na CPLP logo em 1996, quando esta foi criada, mas houve objeção de um país”, contextualizou o diplomata.

Ao iniciar as suas funções na CPLP, a pedido do Presidente moçambicano Armando Guebuza, que detinha a presidência da comunidade, foi rapidamente confrontado com a questão do pedido de adesão da Guiné Equatorial.

“Quando comecei a exercer as minhas funções, tive de imediato uma visita a Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, onde estava também o Presidente [da Guiné Equatorial Teodoro Obiang Nguema Mbasogo], que me solicitou uma reunião para reiterar o seu pedido de adesão”, recordou.

“Ao regressar a Lisboa, enviei à Guiné Equatorial um roteiro – que já tinha sido feito, com principal contribuição do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros português Luís Amado – com tudo o que tinham de cumprir”, prosseguiu.

Para que esta nação fosse integrada, teve de se comprometer a abolir a pena de morte da Constituição e a introduzir a língua portuguesa no país, entre outras questões.

“Prometeram fazer uma moratória à pena de morte e fizeram-na”, frisou.

Relativamente à língua portuguesa, garante que “aos poucos, o trabalho foi sendo feito” e criticou Portugal por não se ter empenhado em ajudar mais.

“Não podemos esperar que uns velhotes de 70 ou 80 anos falem português. Mas hoje, talvez, a juventude já fale”, disse.

Questionado sobre se a Guiné Equatorial, um dos países africanos exportadores de petróleo, não tem fundos para financiar as próprias medidas de incentivo à língua portuguesa, respondeu que “sim”, mas reiterou que “é preciso que outros países também participem, porque a língua não é só da Guiné [Equatorial]” e “Portugal é o maior interessado”.

Segundo o diplomata, em contraste face a nações que criaram centros culturais e de aprendizagem, assim como bolsas de estudo, “Portugal nada faz com a Guiné Equatorial, mas exige que esta fale português”.

“Eu próprio, que sou conselheiro do Presidente, dou aulas de português aos funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros”, referiu.

Sobre a pena de morte, o conselheiro frisou que esta já não se aplica e que a situação “foi tratada”, pois foi “abolida da Constituição”.

Questionado sobre o facto de a Guiné Equatorial ser considerada, em vários estudos, um dos países mais repressivos do mundo, respondeu que vive lá há oito anos e não reconhece “repressão nenhuma”, mas salvaguardou “que todos os países têm cadeias”.

Murargy recordou ainda a cimeira de Díli, em 2014, com orgulho, tendo sido nesta que foi anunciada pela presidência timorense, antes da reunião de chefes de Estado e de Governo sobre o tema, a adesão da Guiné Equatorial.

“Eu sinto orgulho de ter sido secretário-executivo durante a primeira cimeira de Díli. Produziu muitos resultados. Se a cimeira durasse mais tempo, nós até podíamos ter criado um banco de desenvolvimento”, indicou.

A CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. 

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Governo da Guiné Equatorial demite-se após falhar metas definidas pela Presidência https://portuguese.hcntimes.com/governo-da-guine-equatorial-demite-se-apos-falhar-metas-definidas-pela-presidencia/ https://portuguese.hcntimes.com/governo-da-guine-equatorial-demite-se-apos-falhar-metas-definidas-pela-presidencia/#respond Fri, 19 Jun 2026 08:53:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/governo-da-guine-equatorial-demite-se-apos-falhar-metas-definidas-pela-presidencia/ Governo da Guiné Equatorial demite-se após falhar metas definidas pela Presidência

O Governo da Guiné Equatorial apresentou a sua demissão colectiva, numa decisão que está a gerar forte atenção dentro e fora do país. A medida foi anunciada após uma avaliação do desempenho do executivo, que terá ficado muito abaixo das metas estabelecidas pela Presidência. A demissão foi formalizada pelo primeiro-ministro, Manuel Osa Nsue Nsua, em […]

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Governo da Guiné Equatorial demite-se após falhar metas definidas pela Presidência

O Governo da Guiné Equatorial apresentou a sua demissão colectiva, numa decisão que está a gerar forte atenção dentro e fora do país. A medida foi anunciada após uma avaliação do desempenho do executivo, que terá ficado muito abaixo das metas estabelecidas pela Presidência.

A demissão foi formalizada pelo primeiro-ministro, Manuel Osa Nsue Nsua, em representação de todos os membros do Conselho de Ministros. A decisão surge depois de o vice-presidente, Teodoro Nguema Obiang Mangue, afirmar que o Governo alcançou menos de 10% dos objectivos previstos para o seu mandato.

Apesar da saída do executivo, o Presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo mantém-se no cargo e deverá agora decidir sobre a formação de um novo Governo para assegurar a continuidade da administração do Estado.

Segundo o jornal The East African, a demissão colectiva reflecte a insatisfação da liderança do país com o ritmo de implementação das políticas governamentais e dos programas de desenvolvimento.

A Guiné Equatorial é um dos principais produtores de petróleo da África Central e esta mudança política poderá influenciar a condução de reformas económicas e administrativas nos próximos meses.

Image: DR

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Vinheta 2020: Já está nas bancas a 3ª Novela Gráfica da Levoir e Público! https://portuguese.hcntimes.com/vinheta-2020-ja-esta-nas-bancas-a-3a-novela-grafica-da-levoir-e-publico/ https://portuguese.hcntimes.com/vinheta-2020-ja-esta-nas-bancas-a-3a-novela-grafica-da-levoir-e-publico/#respond Fri, 19 Jun 2026 08:16:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/vinheta-2020-ja-esta-nas-bancas-a-3a-novela-grafica-da-levoir-e-publico/ Vinheta 2020: Já está nas bancas a 3ª Novela Gráfica da Levoir e Público!

Desta vez, estamos perante a obra Dez Mil Elefantes, dos autores Pere Ortín e Nzé Esono Embalé. Autores estes que, na sexta-feira passada, marcaram presença na Feira do Livro de Lisboa para apresentação e sessão de autógrafos. Esta é uma história que nos fala do colonialismo espanhol em África. Em concreto, na Guiné Equatorial. A […]

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Vinheta 2020: Já está nas bancas a 3ª Novela Gráfica da Levoir e Público!

Desta vez, estamos perante a obra Dez Mil Elefantes, dos autores Pere Ortín e Nzé Esono Embalé. Autores estes que, na sexta-feira passada, marcaram presença na Feira do Livro de Lisboa para apresentação e sessão de autógrafos.

Esta é uma história que nos fala do colonialismo espanhol em África. Em concreto, na Guiné Equatorial. A técnica de desenho, sento feita em esferográfica, é peculiar, o que me está a deixar com vontade de ler este livro nos próximos dias.

Mais abaixo, deixo-vos com a nota de imprensa da editora e com algumas imagens promocionais.

Dez Mil Elefantes, de Pere Ortín e Nzé Esono Embalé

Depois do Irão dos ayatollahs e da Rússia de Dostoiévski, este terceiro volume da colecção “Novela Gráfica” leva-nos à Guiné Equatorial, durante o período da colonização espanhola, com Dez Mil Elefantes, de Pere Ortin e Nzé Esono Ebalé, dois autores em estreia nesta colecção.

O volume 3 da colecção novela gráfica, Dez Mil Elefantes é uma espectacular banda desenhada sobre o passado colonial espanhol na Guiné Equatorial, prémio Baudet d’Or Argumento de Pere Ortín. Um livro diferente que a Levoir e o Público editam a 19 de Junho. Esta obra já foi editada na Alemanha e vai ser editado em França pela Dupuis.

O jornalista, escritor e guionista espanhol Pere Ortín, argumentista desta obra tem uma vasta experiência no mundo da reportagem, tendo já realizado trabalhos em vários países africanos.

Pere Ortín deparou-se com a história por acaso já na década de 90, numa das suas primeiras visitas à Guiné Equatorial. Mais tarde, chegou a conhecer o próprio Manuel Hernández Sanjuán e herdou do cineasta os negativos de todo o material produzido naquela expedição. Desde então, o jornalista não parou de investigar o tema, passando a história para a banda desenhada com a ajuda de Nzé Esono Ebalé.

Nzé Esono Embalé é um ilustrador, artista multidisciplinar e ativista da Guiné Equatorial que assinou alguns dos seus trabalhos como Ramón Esono ou Jamón y Queso.

Os seus trabalhos têm sido exibidos em todo o mundo. Tornou-se conhecido em 2017 quando foi preso durante seis meses, acusado de ter injuriado e difamado o ditador da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, na sua banda desenhada La pesadilla de Obi, um verdadeiro ataque à liberdade de expressão que levou organizações de defesa dos direitos humanos de todo o mundo a mobilizarem-se para exigir a sua libertação.

Entre 1944 e 1946, sob o regime de Franco, o cineasta madrileno Manuel Hernández Sanjuán e a sua equipa viajaram para a Guiné para retratar a vida colonial daquela insólita Espanha Negra no coração de África. A história da sua expedição é narrada neste livro por Ngono Mbá, um dos carregadores que participou na estranha viagem que deveria «documentar» as verdades inventadas do regime: essa memória não memorizada que continua a ser, ainda hoje, o passado colonial espanhol.

“Foi todo feito com caneta esferográfica. Eu queria incorporar a minha infância no desenho artístico, a minha falta de bens materiais, já que a caneta esferográfica era a única coisa que eu tinha na altura”, refere. 

Desta escolha pouco ortodoxa de material de desenho, resultam páginas profundamente originais, com uma sensibilidade africana evidente, até na forma como a cor da pele dos brancos é representada.

Mas, além de um mergulho num passado colonial doloroso e pouco falado, este livro é também uma homenagem do desenhador à sua mãe.”

– Nzé Esono Embalé

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Ficha técnica

Dez Mil Elefantes

Autores: Pere Ortín e Nzé Esono Embalé

Editora: Levoir

Páginas: 144, a cores

Encadernação: Capa dura

Formato: 170 x 240 mm

PVP: 16,90€

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Distribuidoras devem ao Estado da Guiné Equatorial mais de 87 mil milhões de euros https://portuguese.hcntimes.com/distribuidoras-devem-ao-estado-da-guine-equatorial-mais-de-87-mil-milhoes-de-euros/ https://portuguese.hcntimes.com/distribuidoras-devem-ao-estado-da-guine-equatorial-mais-de-87-mil-milhoes-de-euros/#respond Thu, 18 Jun 2026 13:30:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/distribuidoras-devem-ao-estado-da-guine-equatorial-mais-de-87-mil-milhoes-de-euros/ Distribuidoras devem ao Estado da Guiné Equatorial mais de 87 mil milhões de euros

As cinco maiores empresas distribuidoras da Guiné Equatorial devem ao Estado cerca de 87 mil milhões de euros, até o momento, apenas 3 milhões de euros foram pagos, representando 3,48% do valor total devido, segundo comunicado oficial do Governo equato-guineense. De acordo o documento, essas empresas são Martínez Hermanos, EGTC, AJM GROUP, Pegasos e Guinaco […]

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Distribuidoras devem ao Estado da Guiné Equatorial mais de 87 mil milhões de euros

As cinco maiores empresas distribuidoras da Guiné Equatorial devem ao Estado cerca de 87 mil milhões de euros, até o momento, apenas 3 milhões de euros foram pagos, representando 3,48% do valor total devido, segundo comunicado oficial do Governo equato-guineense.

De acordo o documento, essas empresas são Martínez Hermanos, EGTC, AJM GROUP, Pegasos e Guinaco e comprometeram a reduzir imediatamente a dívida em 19,2 mil milhões de euros.

“Esse montante será coberto por meio de pagamentos em dinheiro e compensação de dívidas que o Estado tem com essas empresas”, lê-se no comunicado.

No entanto, ressalta o documento, o saldo remanescente será liquidado aplicando-se uma percentagem ao facturamento mensal de cada empresa. Além disso, salienta, o Ministério da Fazenda propôs destinar 10% do facturamento para esse fim como meta inicial.

Para tanto, indica o Governo, no início do próximo ano, as empresas farão um novo desembolso significativo, seja em dinheiro ou por meio de indenização, para acelerar a amortização.

Diante dessa situação, o secretário executivo, Nguema Obiang Mangue intimou as empresas envolvidas a estabelecerem um mecanismo de pagamento imediato e definitivo.

Durante a reunião realizada nesta quarta-feira no Palácio do Povo, em Malabo, o Vice-Presidente da República enfatizou o caráter inegociável do cumprimento das obrigações fiscais, lembrando que, há aproximadamente 20 anos, algumas empresas não pagavam impostos ao Estado, prática que considerou inaceitável.

Afirmou ainda que todas as empresas que operam no país estão cientes de sua obrigação de pagar impostos, conforme estipulado na Lei Tributária. Entretanto, para as empresas cujos impostos são desproporcionais aos seus lucros, o representante do Governo recomendou que se reúnam com a Receita Federal para renegociar os valores, buscando um plano de pagamento que acelere a quitação da dívida sem interromper suas operações comerciais.

Portanto, indica o comunicado, o objectivo do Governo é que as empresas pagam toda a dívida em três anos.

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Barómetro da Lusofonia quer alargar-se à Guiné Equatorial e Macau – O País https://portuguese.hcntimes.com/barometro-da-lusofonia-quer-alargar-se-a-guine-equatorial-e-macau-o-pais/ https://portuguese.hcntimes.com/barometro-da-lusofonia-quer-alargar-se-a-guine-equatorial-e-macau-o-pais/#respond Wed, 17 Jun 2026 19:43:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/barometro-da-lusofonia-quer-alargar-se-a-guine-equatorial-e-macau-o-pais/ Barómetro da Lusofonia quer alargar-se à Guiné Equatorial e Macau – O País

A segunda edição de um estudo sobre as preocupações dos cidadãos dos países lusófonos pretende cobrir também a Guiné Equatorial e a região chinesa de Macau, disse esta quarta-feira à Lusa o director executivo da iniciativa. O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Económicas, com sede em São Paulo, no Brasil, divulgou o primeiro Barómetro […]

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Barómetro da Lusofonia quer alargar-se à Guiné Equatorial e Macau – O País

A segunda edição de um estudo sobre as preocupações dos cidadãos dos países lusófonos pretende cobrir também a Guiné Equatorial e a região chinesa de Macau, disse esta quarta-feira à Lusa o director executivo da iniciativa.

O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Económicas, com sede em São Paulo, no Brasil, divulgou o primeiro Barómetro da Lusofonia no final de Janeiro, em Lisboa, na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O estudo bienal, coordenado pelo cientista político brasileiro Antonio Lavareda, reuniu as percepções dos cidadãos de oito dos nove Estados-membros da CPLP sobre 25 indicadores.

A Guiné Equatorial foi a excepção, explicou o director executivo do Barómetro da Lusofonia, Marcelo Pimentel, devido aos “problemas de democracia que existem lá” e a “um problema logístico”.

“A gente não conseguiu um instituto de pesquisas que pudesse abraçar o projecto”, lamentou o brasileiro, que é também professor da Universidade de Taubaté, no estado de São Paulo.

Pimentel recordou que questões políticas também obrigaram ao cancelamento da apresentação dos resultados do inquérito na Guiné-Bissau: “Logo em seguida houve o golpe de Estado e nós cancelámos a pedido da CPLP”.

A Guiné-Bissau está suspensa da CPLP desde o golpe militar de 26 de Novembro de 2025, que interrompeu as eleições, depôs o Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, e levou à detenção do líder da oposição, Domingos Simões Pereira.

A recolha de inquéritos para a segunda edição do Barómetro da Lusofonia deve arrancar na segunda metade de 2027, para ser apresentada no ano seguinte, e Marcelo Pimentel disse que pretende incluir a Guiné Equatorial e Macau.

O académico falava à margem do último dos três dias do 35.º Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), que decorreu na região chinesa.

“Acredito que a pesquisa pode, inclusive, trazer alguns elementos importantes que possam servir de parâmetro, tanto para o Governo de Macau, como para a CPLP olhar para Macau com outros olhos”, disse Pimentel.

“Macau reveste-se de um elemento fundamental da integração da China com os países de língua portuguesa”, acrescentou o investigador.

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003 e, nesse mesmo ano, criou o Fórum de Macau.

O organismo integra, além da China, os membros da CPLP: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e, desde 2022, Guiné Equatorial.

A saúde, a educação e o desemprego foram considerados os principais problemas pelos cidadãos dos países de língua portuguesa, na primeira edição do Barómetro da Lusofonia.

“A saúde lidera as preocupações dos cidadãos da lusofonia, com 53% das respostas, seguida da educação, com 43%, e do desemprego, com 34%”, de acordo com os dados.

Crédito: Link de origem

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O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Económicas, com sede em São Paulo, no Brasil, divulgou o primeiro Barómetro da Lusofonia no final de janeiro, em Lisboa, na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O estudo bienal, coordenado pelo cientista político brasileiro Antonio Lavareda, reuniu as perceções dos cidadãos de oito dos […]

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Barómetro da Lusofonia quer alargar-se à Guiné Equatorial e Macau

O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Económicas, com sede em São Paulo, no Brasil, divulgou o primeiro Barómetro da Lusofonia no final de janeiro, em Lisboa, na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O estudo bienal, coordenado pelo cientista político brasileiro Antonio Lavareda, reuniu as perceções dos cidadãos de oito dos nove Estados-membros da CPLP sobre 25 indicadores.

A Guiné Equatorial foi a exceção, explicou o diretor executivo do Barómetro da Lusofonia, Marcelo Pimentel, devido aos “problemas de democracia que existem lá” e a “um problema logístico”.

“A gente não conseguiu um instituto de pesquisas que pudesse abraçar o projeto”, lamentou o brasileiro, que é também professor da Universidade de Taubaté, no estado de São Paulo.

Pimentel recordou que questões políticas também obrigaram ao cancelamento da apresentação dos resultados do inquérito na Guiné-Bissau: “Logo em seguida houve o golpe de Estado e nós cancelámos a pedido da CPLP”.

A Guiné-Bissau está suspensa da CPLP desde o golpe militar de 26 de novembro de 2025, que interrompeu as eleições, depôs o Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, e levou à detenção do líder da oposição, Domingos Simões Pereira.

A recolha de inquéritos para a segunda edição do Barómetro da Lusofonia deve arrancar na segunda metade de 2027, para ser apresentada no ano seguinte, e Marcelo Pimentel disse que pretende incluir a Guiné Equatorial e Macau.

O académico falava à margem do último dos três dias do 35.º Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), que decorreu na região chinesa.

“Acredito que a pesquisa pode, inclusive, trazer alguns elementos importantes que possam servir de parâmetro, tanto para o Governo de Macau, como para a CPLP olhar para Macau com outros olhos”, disse Pimentel.

“Macau reveste-se de um elemento fundamental da integração da China com os países de língua portuguesa”, acrescentou o investigador.

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003 e, nesse mesmo ano, criou o Fórum de Macau.

O organismo integra, além da China, os membros da CPLP: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e, desde 2022, Guiné Equatorial.

A saúde, a educação e o desemprego foram considerados os principais problemas pelos cidadãos dos países de língua portuguesa, na primeira edição do Barómetro da Lusofonia.

“A saúde lidera as preocupações dos cidadãos da lusofonia, com 53% das respostas, seguida da educação, com 43%, e do desemprego, com 34%”, de acordo com os dados.

 

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Guiné Equatorial: Governo reforça controlo de despesas nas empresas públicas https://portuguese.hcntimes.com/guine-equatorial-governo-reforca-controlo-de-despesas-nas-empresas-publicas/ https://portuguese.hcntimes.com/guine-equatorial-governo-reforca-controlo-de-despesas-nas-empresas-publicas/#respond Wed, 17 Jun 2026 10:08:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/guine-equatorial-governo-reforca-controlo-de-despesas-nas-empresas-publicas/ Guiné Equatorial: Governo reforça controlo de despesas nas empresas públicas

O Governo equato-guineense decidiu reforçar o controlo das despesas nas empresas públicas e nos organismos autónomos. A decisão foi tomada nesta terça-feira, 16 de junho, dia em que o Vice-Presidente do país, Teodoro Obiang Mangue, presidiu uma reunião de trabalho no Palácio do Povo, em Malabo. No encontro foram analisadas medidas destinadas a fortalecer a […]

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Guiné Equatorial: Governo reforça controlo de despesas nas empresas públicas

O Governo equato-guineense decidiu reforçar o controlo das despesas nas empresas públicas e nos organismos autónomos. A decisão foi tomada nesta terça-feira, 16 de junho, dia em que o Vice-Presidente do país, Teodoro Obiang Mangue, presidiu uma reunião de trabalho no Palácio do Povo, em Malabo.

No encontro foram analisadas medidas destinadas a fortalecer a supervisão e melhorar a gestão dessas entidades.

A comissão técnica encarregada de avaliar a situação de mais de 50 empresas e organizações com participação estatal apresentou uma minuta do plano de reestruturação elaborado para corrigir as deficiências detectadas no funcionamento administrativo e financeiro.

Entre as principais medidas propostas encontra-se a criação de um comité gestor para supervisionar o processo, assim como a implementação de auditorias organizacionais e financeiras para apurar a real situação de cada entidade.

Uma das reformas planejadas poderá ser a implementação de contratos de gestão com os responsáveis ​​por empresas públicas e entidades autónomas, cuja continuidade estará vinculada ao cumprimento de objetivos e aos resultados obtidos, de maneira a consolidar um modelo de administração mais eficiente, transparente e orientado para resultados.

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