A decisão da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, no próximo domingo (19), coloca mais uma vez frente a frente sul-americanos e europeus no jogo mais importante do futebol. E o retrospecto histórico não deixa dúvidas: a Conmebol é amplamente dominante em finais contra a Uefa, com oito vitórias em 11 confrontos diretos — um aproveitamento de 72%.
O domínio sul-americano
Desde 1958, quando o Brasil inaugurou a sequência ao golear a Suécia por 5 a 2, sul-americanos e europeus decidiram o título em 11 ocasiões. A Conmebol venceu oito, incluindo três em que a taça foi erguida pela Argentina — contra Holanda (1978), Alemanha (1986) e França (2022). O Brasil é o principal responsável pela vantagem: cinco vitórias em seis decisões contra europeus.
As exceções europeias
A Uefa conseguiu furar a bolha sul-americana em apenas três finais: duas com a Alemanha (1990, contra a Argentina, e 2014, novamente contra os argentinos) e uma com a França (1998, diante do Brasil). A Espanha, que nunca enfrentou uma seleção da Conmebol em final de Copa, tenta ser a quarta conquista europeia sobre o continente rival.
Se vencer, a Argentina amplia a supremacia sul-americana e se junta à Itália e à Alemanha com quatro títulos mundiais — atrás apenas do Brasil, com cinco. Se a Espanha levar a taça, igualará a França com dois títulos e dará à Uefa um alento em um histórico amplamente desfavorável.
Ficha da final da Copa do Mundo
- Jogo: Espanha x Argentina – Final da Copa do Mundo 2026
- Data e horário: 19 de julho, às 16h (Brasília)
- Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
- Transmissão: Globo, SBT, SporTV, NSports, CazéTV (YouTube), Ge TV (Globoplay)
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