A campanha eleitoral para as eleições presidenciais de 19 de Julho arranca hoje em São Tomé e Príncipe e a Comissão Eleitoral Nacional veio pedir a todos os candidatos e apoiantes que as próximas semanas decorram num “clima de paz e de não violência”.
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O pedido da Comissão Eleitoral Nacional veio através do seu presidente, Jeudiger Nascimento, que falou durante a assinatura do pacto de não agressão, a que aderiu apenas o candidato Carlos Vila Nova.
“Viveremos o momento alto da nossa vivência democrática, é o período em que a voz do povo soberano se prepara para ecoar e [se] fazer ouvir nas urnas. No entanto, para que esse eco seja forte, limpo e legítimo, é essencial que todos nós, agentes políticos e cidadãos, pautemos a nossa conduta por princípios superiores”, disse o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN).
Jeudiger Nascimento pediu que os candidatos e às suas campanhas que “rejeitem as provocações, evitem difamações e combatam a desinformação“.
O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais, nomeadamente, Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D’Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que é recandidato ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal e prometeu não fazer campanha.
Os candidatos já estão na estrada e no primeiro dia de campanha, Carlos Vila Nova dedica-se ao distrito de Lembá, no norte da ilha de São Tomé. Já Nito de Sousa Viegas D’Abreu realizará passeatas e concentrações em algumas comunidades no distrito de Água Grande
Sem apoio partidário, estão os candidatos Miques João Bonfim, jurista e advogado, e o jurista e professor universitário Eugénio Trindade Tiny, ambos concorrentes pela segunda vez e que não anunciaram o programa do primeiro dia de campanha.
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