Revista de imprensa. Cinco estudantes guineenses retidos no aeroporto e governante nomeia filho de chefe
O Público avança esta quarta-feira que quase dois terços dos alunos dormem mal e 13% dizem-se ansiosos. Este é o resultado de um inquérito a 11 mil alunos feito pelo Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências sobre saúde psicológica e adicções, segundo o qual quanto maiores a ansiedade, a depressão e o stress, mais graves os consumos de drogas e mais problemático o uso das redes sociais.
O Expresso dá conta de que existem pelo menos cinco estudantes guineenses retidos no aeroporto de Lisboa em “condições desumanas”. Outros cinco terão sido repatriados por alegadamente não apresentarem a devida documentação para entrar no país. A deníncia é da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa.
O Jornal de Notícias destaca que a quebra nos euromilionários tira 52 milhões em impostos ao Estado. O jornal lembra que nenhum apostador em Portugal acerta na chave do Euromilhões há quase dois anos, o que se reflete nos cofres do Estado, que perdeu, em 2025, mais de 52 milhões de euros do imposto de 20% cobrado sobre os prémios. Na terça-feira, uma vez mais, não houve totalistas em território nacional.
O Correio da Manhã revela que a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo, nomeou para o seu gabinete o filho do presidente da Unidade Local de Saúde Santo António (ULSSA) no Porto, Paulo Barbosa, na qual era médica de cirurgia antes de ingressar no Governo e à qual irá regressar, em princípio, quando cessar funções governamentais.
O Diário de Notícias conta que recuperar praias destruídas pelas tempestades deste Inverno vai custar 84 milhões de euros. Traz ainda uma entrevista a Ruy de Carvalho, que regressa aos palcos, aos 99 anos, apos um AVC.
O Negócios destaca que o iImpacto do conflito no Médio Oriente nos juros da casa já é maior do que na guerra da Ucrânia. Conta que desde janeiro de 2024 que as taxas de juro do crédito à habitação estavam em queda, mas as expectativas de que o BCE precise de subir juros para lidar com a inflação gerada pela crise energética inverteram a tendência.
O Eco diz que as falhas no SNS fazem disparar gastos das famílias com saúde no privado, segundo um estudo de dois economistas do Conselho das Finanças Públicas.
Crédito: Link de origem


