O Brasil aparece entre os cinco melhores destinos do mundo para estrangeiros viverem em 2026, de acordo com o levantamento Expat Insider 2026, feito pela InterNations, plataforma global voltada para pessoas que vivem fora de seus países de origem.
Segundo a pesquisa, o país ocupa a quinta posição em um ranking que avaliou 31 nações com base em critérios como, trabalho, finanças pessoais, facilidade de adaptação e infraestrutura.
O ranking é liderado pelo Panamá, que manteve a posição pelo terceiro ano seguido. México e Tailândia aparecem em seguida, e os Emirados Árabes ocupam a quarta posição. O Brasil completa o grupo dos cinco mais bem avaliados pelos expatriados.
A pesquisa também identificou uma relação entre bem-estar e custo de vida. Países como Panamá, Tailândia, México, Portugal e Malásia lideram o índice de finanças pessoais, com moradores estrangeiros relatando boas condições para encontrar moradia e administrar despesas cotidianas.
Conforme o estudo, os destinos que figuram no topo da lista se destacam principalmente pela receptividade aos estrangeiros e pela facilidade de adaptação. Sete dos dez primeiros colocados também aparecem entre os mais bem avaliados no índice que mede integração social e adaptação à vida local.
Outro destaque foi o nível de felicidade relatado pelos expatriados, e os cinco primeiros países são onde os estrangeiros se dizem mais satisfeitos com a vida.
No Brasil, 79% dos estrangeiros elogiam a receptividade da população local. A segurança, porém, foi apontada como o calcanhar de aquiles do país, com apenas 53% dos entrevistados se sentindo seguros vivendo aqui.
Na outra ponta da lista, a Noruega foi apontada como o pior destino entre os 31 avaliados. Alemanha, Turquia, Reino Unido e Canadá completam as cinco últimas posições do levantamento.
Segundo a InterNations, a Noruega recebeu avaliações negativas principalmente em aspectos ligados à vida social. Uma parcela significativa dos estrangeiros relatou dificuldades em fazer amizades com os locais e para se sentir integrado ao país, além de apontar insatisfação com o custo de vida e as opções de lazer.
Apesar disso, o país escandinavo teve desempenho positivos em critérios relacionados à segurança no trabalho, situação econômica e qualidade ambiental.
Giovanna Rodrigues
Formada em Jornalismo pela UDF, é repórter do site do Correio Braziliense e cobre temas como Politica, Ciências, Brasil, Mundo e Concursos
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