Análise: Goleiro do Vitória e substituições equivocadas freiam ímpeto do Botafogo em empate sem gols
O Botafogo merecia melhor sorte no jogo com o Vitória, onte,m no Nilton Santos, que acabou em 0 a 0. Na partida que marcou o retorno de Danilo após mais de dois meses sem atuar pelo alvinegro, o melhor em campo foi Lucas Arcanjo. Das seis defesas feitas pelo goleiro do rubro-negro baiano, pelo menos três são destacáveis. Foi ele o principal responsável por conter o ímpeto ofensivo alvinegro.
Além de Arcanjo, quem também conteve o volume do Botafogo foi o técnico Franclim Carvalho. Assim como na última partida, contra o Santos, o treinador voltou a errar nas substituições. Com exceção de Danilo, todas as outras quatro mexidas surtiram efeito contrário ao desejado. Lucas Emanuel, Santi Rodríguez, Mateo Ponte e Kadir mais atrapalharam do que ajudaram.
— Todas as trocas foram por opção, com exceção do Vitinho, que estava com câimbra. Acabamos por não estar tão em cima do adversário e, com o passar do tempo, me parece normal haver uma crescente de ansiedade, por ter pouco tempo para resolver a partida. E o adversário teve méritos porque controlou bem o jogo sem a bola, assim como na bola parada — admitiu o treinador.
Pode-se dizer, então, que a presença de Danilo foi a única alegria vivida pelos quase 17 mil torcedores que compareceram ao Nilton Santos. Acionado na etapa final, o volante completou sua 13ª partida no Campeonato Brasileiro, o que o impossibilita de atuar por outra equipe na competição. Isso frustra os planos do Palmeiras, que tentava contratá-lo. O alviverde foi alvo de gozações dos botafoguenses que estavam nas arquibancadas do estádio e do próprio clube nas redes sociais.
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