O atacante Vinicius Junior se recusou a responder perguntas em espanhol e falou em português para explicar o desempenho do Brasil contra Marrocos na estreia da Copa do Mundo.
Quando foi questionado na zona mista por um jornalista venezuelano, que solicitou uma resposta em espanhol, Vini afirmou que falaria em português, pois estava defendendo o Brasil.
– Ah, estou com o Brasil, vou falar só em português. Acredito que a gente tomou um gol ali que nos dificultou muito a nossa forma de jogar. É um jogo muito difícil, o Marrocos é uma excelente equipe. A gente precisa melhorar para ganhar os próximos jogos – disse o brasileiro.
Na véspera da partida, Vini também se recusou a responder em outro idioma que não o português quando foi perguntado em inglês. Ele chegou a pedir que a pergunta fosse em espanhol, mas o idioma não estava liberado pela Fifa para a coletiva antes do jogo com Marrocos.
Depois da partida, Vini falou sobre a postura do Brasil em outas respostas. Confira:
– O peso da estreia fez a gente jogar dessa maneira, sem dúvida. Mas temos pontos positivos por reagir após tomar o gol. Poderíamos ter feito mais gols. Conseguimos nos adaptar melhor na formação do segundo tempo. Não vai ter jogo fácil, os adversários vão ser difíceis, tem que se adaptar por que isso é Copa do Mundo.
— Acredito que posso melhorar muito. Consegui fazer o gol, mas não tive 100% da minha melhor parte técnica. Posso melhorar nisso e ajudar mais o Brasil no ataque. Consegui ajudar muito na defesa, onde todo mundo fez um trabalho impecável. Precisamos melhorar e evoluir para ganhar a competição.
Com o calor, a grama seca muito rápido e o jogo fica travado. A gente não consegue ter ritmo e isso nos dificulta, porque queremos jogar e mover a bola de um lado para o outro. Teremos que nos adaptar, porque vai ser assim a competição inteira. É o mesmo campo para todo mundo. Vamos nos adaptar e evoluir.
Me conhece como ninguém, faz eu me adaptar a minha equipe, me dá a importância que eu preciso, eu mereço, e quero fazer ainda mais por ele.
Um pouco dos dois. A gente não está feliz com o resultado e teve um cansaço no fim por que os atacantes conseguiram ajudar bastante, como equipe. Eu, Rapha, Igor e quem entrou na segunda parte fez diferença.
Pelas características um complementa o outro. O mister escolhe quem deve jogar a depender da partida. Vamos precisar dos 26 jogadores. Da nossa torcida também. A gente tem que se adaptar. Os jovens e mais experientes. A experiência conta muito e o gás dos mais jovens também.
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