O plano de Mano Menezes para levar o Peru à Copa do Mundo de 2030

Seleção peruana vai jogar nas alturas.

Mano Menezes vai adotar o “modo Bolívia” em seu projeto na seleção peruana. Uma das decisões já tomadas no plano para levar o país para a Copa de 2030 é usar estádios na altitude para mandar jogos contra Brasil, Argentina e Uruguai. 

O técnico definiu Cuzco, a 3,3 mil metros de altitude como uma das sedes para as Eliminatórias. Nesta semana, ele também visitou o Estádio Guillermo Briceño, de Juliaca, e o Estádio Universidad Nacional del Altiplano, de Puno, ambas cidades a mais de 3,8 mil metros de altitude e encravadas nos Andes. 

Até a última Eliminatória, o Peru sempre mandou seus jogos em Lima, ao nível do mar. É o modo Bolívia acionado por Mano. A seleção verde faz da altitude sua estratégia. Jogava em La Paz, a 3,6 mil metros, e passou a adotar como sede El Alto, a 4,1 mil. 

Além de buscar reforço nas condições ambientais, Mano tem percorrido o país assistindo aos jogos da Liga Peruana atrás de novos talentos. 

Disputa acirrada

A corrida sul-americana para a Copa 2030, se não houver mudança da Fifa, deve ser de sete seleções para quatro vagas diretas e uma para repescagem. Como Argentina, Uruguai e Paraguai estarão classificadas como sede, Brasil, Uruguai, Colômbia e Equador saltam como favoritas às vagas diretas. 

Mano buscará com o Peru a vaga na repescagem contra Bolívia, Venezuela, que tem Cléber Xavier na comissão técnica, e Chile. Por isso, a altitude será convocada certa do ex-técnico de Grêmio e Inter.

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