Missão diplomática portuguesa na Venezuela tem três novos colaboradores — DNOTICIAS.PT

A missão diplomática portuguesa na Venezuela passa a ter três novos colaboradores, que vão desempenhar funções na capital Caracas e na cidade de Valência (centro), anunciou o embaixador.

“Para nós, Embaixada de Portugal, hoje é um dia importante que vai marcar a nossa dinâmica interna e externa como representação de Portugal aqui neste país”, disse, na quarta-feira, o embaixador, precisando que há uma rede lusa significativa de presença diplomática, consular e honorária na Venezuela.

Frederico Silva falava na residência oficial de Portugal, perante cerca de 300 pessoas, no âmbito de uma cerimónia em que foram apresentados Pedro Ataíde, como novo cônsul-geral na cidade de Valência, Rúben Guedes Dias, como chefe de missão adjunto da embaixada, e Fernando Paulo Valor, como conselheiro social e de cooperação.

Sobre Pedro Ataíde, o diplomata explicou que entre 2020 e 2023 esteve já na Venezuela em funções “como número dois” da Embaixada de Portugal em Caracas, tendo depois estado na Colômbia, na embaixada lusa em Bogotá.

“E agora, regressa à Venezuela para assumir a posição de cônsul-geral de Portugal em Valência, que tem uma jurisdição muito alargada”, disse o embaixador sublinhando que deseja a Pedro Ataíde muito sucesso “em uma missão de proximidade e apoio fundamental”.

Sobre Rúben Guedes Dias, que trocou a Helsínquia, na Finlândia, por Caracas, Frederico Silva explicou que deixou “um país muito similar à Venezuela, portanto perfeitamente preparado para os desafios venezuelanos”.

Fernando Paulo Valor, segundo o embaixador, trocou a África do Sul pela Venezuela, para “ajudar todos a desempenhar, cada dia com mais eficiência, o serviço das causas que realmente são meritórias em todos os âmbitos, na missão de representar o nosso país e de reforçar os laços com a Venezuela, no presente e preparando as perspetivas futuras”.

Na Venezuela residem oficialmente aproximadamente 600 mil portugueses, número que a própria comunidade diz estar aquém da realidade, insistindo que ronda 1,2 milhões, menos que os 1,5 milhões que existiam no país há uns cinco anos.


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