Depois de empatar com o Marrocos na primeira rodada, o Brasil vai enfrentar o Haiti, sexta-feira, da Filadélfia. O duelo da segunda rodada, por ser contra a equipe menos tradicional do Grupo C, 83ª colocada no ranking da Fifa, traz importância às questões matemáticas pensando em uma classificação no primeiro lugar do Grupo C.
Para ter mais chances de ser líder, a seleção brasileira deve golear os haitianos, o que já fez em 22,61% das suas partidas na história das Copas do Mundo. Como o que importa é fazer saldo de gols, consideramos vitórias com três gols de diferença ou mais. Dos 115 jogos do Brasil em Mundiais, 76 terminaram com resultado favorável, sendo 27 por goleada. O placar mais frequente é o de 1 a 0. Veja abaixo.
Terminar na liderança do Grupo C garante ao Brasil vantagens estratégicas e logísticas. Primeiro, enfrentar o 2º colocado do Grupo F, de Holanda, Japão, Suécia e Tunísia na segunda fase. Teoricamente é melhor duelar contra o vice-líder do que contra o líder do grupo.
Mais importante ainda seria jogar esta fase de mata-mata em Houston, mantendo a base de treinamentos e viagens mais curtas na Costa Leste dos EUA. Se ficar em segundo, o Brasil vai precisar viajar para Guadalupe, no México, para disputar a segunda fase.
Depois de empatar com o Marrocos na primeira rodada, o Brasil enfrenta o Haiti nesta sexta-feira, na Filadélfia. Na próxima quarta-feira, a seleção brasileira duelará com a Escócia, na terceira rodada do Grupo C.
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