Com investimento de 85 milhões de euros, aeroporto que é a principal entrada da Guiana Francesa vai ser modernizado


O Aeroporto Internacional Félix-Éboué, principal porta de entrada aérea da Guiana Francesa, deu início a um amplo programa de modernização com duração prevista de 42 meses e investimento total de aproximadamente 85 milhões de euros, integralmente financiado pelo concessionário responsável pela gestão do terminal.

A empresa Concessionária do Aeroporto de Caiena (SCAC), que administra o aeroporto sob contrato de concessão por 30 anos, anunciou oficialmente o começo das obras que contemplam a ampliação da área do terminal em cerca de 1.000 m² e a reestruturação dos fluxos de passageiros.

O objetivo é aumentar a capacidade anual para 600 mil passageiros, frente aos cerca de 500 mil atendidos em 2024, além de tornar o aeroporto mais moderno, eficiente e alinhado às necessidades regionais.


O projeto inclui a expansão e revitalização dos halls de passageiros, criação de novas lojas e uma reorganização completa das áreas de embarque e desembarque.

A SCAC, liderada pelo grupo Egis, destaca que as intervenções também visam reduzir os tempos de espera em pontos críticos como os controles de segurança e a retirada de bagagens, modernizando os sistemas de gestão de bagagem e ampliando a capacidade operacional, além de melhorar as condições de trabalho dos funcionários.

Na área comercial, a ampliação dos halls permitirá a oferta de mais opções de lojas e serviços tanto em áreas públicas quanto em zonas de trânsito internacional.

As melhorias contemplam ainda a modernização dos estacionamentos de aeronaves, a criação de uma subestação para aeronaves de grande porte destinada às operações do Centro Espacial da Guiana (CSG) e a separação mais eficaz dos fluxos entre voos comerciais e aqueles relacionados ao CSG.

As obras ocorrerão com o aeroporto em funcionamento, evitando o fechamento da plataforma. A primeira etapa prevê a transferência dos escritórios administrativos para um novo prédio fora do terminal, liberando espaço para a reestruturação dos trajetos dos passageiros.

Fases subsequentes focarão na renovação das áreas de check-in, segurança, controle de fronteiras e embarque, dobrando a área disponível para os viajantes nesses setores.


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