Papa Leão XIV
A visita do Papa Leão XIV a Angola termina esta terça-feira, após três dias de encontros com fiéis, líderes políticos e representantes da sociedade civil. A saída do país ficou marcada pela presença de centenas de pessoas nas ruas de Luanda e no Aeroporto Internacional 4 de fevereiro, para um último contacto com o Sumo Pontífice.
Antes de seguir para Malabo, o Papa apareceu à janela da Nunciatura Apostólica, onde ficou alojado, para se despedir dos fiéis e dar a bênção. Depois, no caminho até ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, foi acompanhado por pessoas ao longo das ruas, com apoio de escuteiros e forças de segurança.
Durante a estadia, o Papa Leão XIV dirigiu mensagens centradas nos jovens, apelando à construção de uma sociedade mais justa, ao diálogo e à paz.
Referiu também temas como a corrupção, a desigualdade e a necessidade de reconciliação.
O programa incluiu uma missa no Kilamba, a visita ao Santuário de Nossa Senhora da Muxima e uma deslocação a Saurimo, na província da Lunda Sul, tornando-se o primeiro Papa a visitar o leste de Angola.
Antes da partida, reuniu-se com os bispos e a despedida oficial contou com a presença do Presidente João Lourenço.
A viagem prossegue agora para a Guiné Equatorial, última etapa desta deslocação africana, onde estão previstos encontros institucionais e intervenções públicas.
A data do fim da visita a Angola coincide com o primeiro aniversário da morte do Papa Francisco, a 21 de abril de 2025. O atual líder da Igreja Católica publicou uma mensagem de homenagem na rede social X.
“No primeiro ano sobre a subida ao céu do nosso querido Papa Francisco, as suas palavras e ações continuam cravadas nos nossos corações”, escreveu Leão XIV, durante a viagem entre Angola e a Guiné Equatorial, etapa final da visita de 11 dias a África.
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