Por Theo Carvalho
Depois de uma semana com resultados ruins para o futebol brasileiro nas oitavas de final tanto da Copa Libertadores da América, quanto da Copa Sul-Americana, o recado foi dado nos jogos de volta. Apesar dos “apesares”, ainda dominamos o futebol sul-americano.
Na Libertadores, Cruzeiro e Mirassol foram os únicos brasileiros eliminados.
O Cruzeiro enfrentou o Flamengo, ou seja, não teria como fugir de uma equipe brasileira eliminada aqui. Já o Mirassol, até foi acima das expectativas e, mesmo na altitude de Quito, no Equador, levou a decisão contra a LDU para os pênaltis, onde perdeu por 5 a 4.
Palmeiras, Fluminense e Corinthians, mesmo sem grandes atuações e depois de empatarem na ida, conquistaram as suas classificações de maneira merecida e, principalmente nos casos de Fluminense e Corinthians, com muita luta e emoção.
Na Sul-Americana, apenas Red Bull Bragantino e Botafogo deram adeus.
O Bragantino, assim como o Cruzeiro, caiu no confronto direto contra um clube brasileiro, neste caso, o Atlético Mineiro. O Botafogo até venceu o Cienciano, mas não pela goleada que precisava depois de perder por 6 a 1 na altitude de Cusco, no Peru.
Vasco da Gama e São Paulo fizeram as suas partes e venceram seus jogos. O Cruzmaltino fora de casa e o tricolor paulista dentro. O Santos, poupando titulares, acabou em um empate sem gols, mas que foi suficiente para avançar de fase.
Dos classificados, o Flamengo foi o único com uma atuação brilhante, mas todos mostraram porque nessas duas competições, das últimas 10 finais de cada uma, o futebol brasileiro teve 21 representantes e 11 campeões. Mesmo com resultados ruins e a má fase de muitos, o Brasil ainda é dominante.
Tanto que dos 16 classificados para as quartas de final dos dois torneios, metade é brasileira e o favoritismo é grande para a perpetuação dessa dinastia.
A distância para o restante do continente diminuiu e os primeiros alertas já foram dados, mas quem manda aqui ainda somos nós.
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