Festival América do Sul 2025 será realizado em maio com palco às margens do rio Paraguai | Notícias de Campo Grande e MS

O Festival América do Sul (FAS) 2025, um dos maiores eventos culturais de Mato Grosso do Sul, será realizado de 15 a 18 de maio na cidade de Corumbá, com palco principal montado às margens do rio Paraguai, no Porto Geral. A nova configuração do festival foi debatida e aprovada durante audiência pública realizada na última sexta-feira (28), no auditório do Senac, com a participação de artistas, produtores, representantes da sociedade civil e autoridades.

Entre as atrações já confirmadas estão grandes nomes da música como Alcione, Pixote, Xamã, Duduca e Dalvan e o tributo argentino Buena Vista Social Club – Ferrer. O evento também contará com uma orquestra internacional formada por músicos de países sul-americanos, que se apresentará na Catedral Erudita, na Matriz de Nossa Senhora da Candelária.

A programação ocupará toda a área do Porto Geral com pavilhões, galerias, intervenções artísticas ao ar livre, praça gastronômica e um espaço voltado à moda no Casario. O Beco da Candelária será transformado em galeria de arte a céu aberto.

Segundo o secretário de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, a mudança da data — antes prevista para novembro — foi bem recebida. “A nova proposta atendeu às expectativas da população e o novo modelo foi aprovado com entusiasmo. A alteração para maio atende melhor à logística do evento e ao conforto do público e artistas”, afirmou.

O diretor-presidente da Fundação de Cultura, Eduardo Mendes, reforçou o objetivo de tornar o festival cada vez mais inclusivo. Já o prefeito de Corumbá, Gabriel Oliveira, destacou o impacto econômico do evento. “Queremos que o festival beneficie diretamente os trabalhadores locais, movimentando o comércio e valorizando os nossos talentos”, afirmou.

Presente na audiência, o deputado estadual Paulo Duarte disse que a união entre governo e prefeitura promete fazer da edição de 2025 a maior da história do FAS. “Esse festival é uma vitrine cultural e econômica não só para Corumbá, mas para todo o Mato Grosso do Sul”, afirmou.

A audiência também abriu espaço para sugestões da comunidade. O produtor Fábio Lugo, idealizador do projeto Pantaneiro Geek, defendeu a presença de novas linguagens no evento. “É essencial dar espaço a expressões como a cultura geek e o hip-hop, que ainda enfrentam resistência. A pluralidade cultural fortalece Corumbá”, destacou.


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