Everson explica como viagem para o Peru ajudou na preparação para a estreia da Sul-Americana

Jogadores que não estão acostumados a jogar na altitude, como os 3.600 metros enfrentados pelo Atlético no empate em 0 a 0 na estreia da Copa Sul-Americana, nessa terça-feira (1º), tendem a sofrer um desgaste físico maior. Por isso, as equipes costumam planejar a melhor logística possível para que os atletas possam se adaptar ao ambiente “hostil”. Foi assim que o Galo se preparou para enfrentar o Cienciano, em Cusco, no Peru, a quase 3.600 metros de altitude.

O Atlético optou por viajar direto de Porto Alegre, onde enfrentou o Grêmio no último sábado (29), para a cidade peruana. A equipe acabou chegando um dia antes e teve uma sessão de treino para se adaptar ao novo contexto. Após a partida, o goleiro Everson elogiou a logística montada pelo Galo, que o fez ter uma sessão de treinamentos antes da partida. 

“Foi bom a gente ter chegado um dia antes. Conseguimos nos adaptar no treinamento de ontem. Treinador de goleiros, todo mundo pôde nos ajudar. A gente conseguiu pegar a velocidade da bola e, no jogo, a gente conseguiu até bloquear bem as finalizações deles. Eles tiveram algumas, a mais perigosa foi agora no final, onde estava um jogo mais aberto”, disse o goleiro atleticano.

Com um contexto adverso, Everson também destacou o ponto conquistado pelo Atlético jogando na altitude. “No frigir dos ovos a gente mereceu a vitória. Finalizamos mais, se não me engano duas bolas na trave. Infelizmente, não veio o resultado positivo, mas não é de se lamentar um ponto aqui não, pelo que a gente jogou. Com certeza, vai ser valioso lá no final da primeira fase”, analisou.

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