O escritório Diamond Schmitt Architects, em parceria com o escritório de arquitetura associado EXP, revelou o projeto para o Novo Museu de New Brunswick (NBM, na sigla em inglês). Concebida como uma extensão do museu mais antigo do Canadá, a nova ala ampliará os espaços de pesquisa e exposição da instituição, mantendo uma pegada de carbono mínima. A intervenção localiza-se no sítio histórico de Saint John, aproveitando sua implantação singular para abrir vistas tanto para o centro urbano quanto para o porto da cidade.
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O projeto integra a ala leste do Centro de Coleções e Pesquisa do museu, construído em 1934, e adiciona cinco novas alas ao norte do terreno. Com uma área total de aproximadamente 12.450 metros quadrados, o museu busca atrair o público por meio de encontros comunitários, festivais e recepções. No térreo, o átrio funciona como conexão entre a entrada leste e as galerias que correm no sentido norte-sul, as quais se interligam aos espaços educativos. O edifício histórico abrigará uma biblioteca, arquivos e um auditório com 115 assentos, além de áreas administrativas, de armazenamento e de pesquisa.

Os espaços de exposição estendem-se ao longo do edifício no segundo pavimento, somando cerca de 2.800 metros quadrados. As seis galerias permanentes e a galeria temporária foram projetadas para proporcionar uma circulação contínua, ao passo que os pavimentos foram planejados para otimizar a entrada de luz natural e as vistas para o rio. Um terraço na cobertura cria uma área adicional para encontros, estimulando a contemplação e a conexão com a paisagem do entorno.
No projeto da nova ala do museu, previu-se o uso de madeira engenheirada (mass timber), um recurso renovável que contribui para uma construção de baixo carbono e evoca a tradição local de construção naval. O interior também prioriza acabamentos em madeira e pedra. A equipe de projeto busca obter a certificação de carbono zero por meio de estratégias de descarbonização da edificação, que incluem isolamento térmico adequado, esquadrias com vidros triplos, caldeiras elétricas e bombas de calor aerotérmicas para otimizar a eficiência de aquecimento e resfriamento.

Recentemente, os escritórios Diamond Schmitt e Lemay Michaud revelaram os planos para um importante projeto de revitalização e expansão da Universidade McGill em Montreal, no Canadá, que transformará uma ala do antigo hospital em um polo de ensino e pesquisa interdisciplinar. Também no Canadá, a Diamond Schmitt, em parceria com a KWC Architects, anunciou avanços nas obras das instalações conjuntas da Biblioteca Pública de Ottawa e da Biblioteca e Arquivos do Canadá.

Este artigo foi escrito por Maria-Cristina Florian. A tradução é gerada por IA.
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