Descubra os 5 temidos cursos de guerra na Selva na Guiana Francesa: abertos para militares de todo o mundo

As Forças Armadas Francesas instaladas na Guiana Francesa possuem um Centro de Treinamento de Selva equivalente ao Centro de Instrução de Guerra na Selva no Brasil e o cursos e estágios variados no ambiente operacional de Selva considerados como de média e de alta dificuldade estão abertos para militares de todo o mundo, incluindo militares brasileiros.

O CEFE, Centre d’entraînement à la forêt équatoriale, está sediado na cidade de Régina, que fica a120 km a sudoeste de Caiena, às margens do rio Approuague. Cerca de vinte legionários constituem a base de instrutores do CEFE e estão sob as ordens de um capitão. O oficial gerencia os cursos de selva e comanda os instrutores, que na maioria das vezes também obtiveram certificados de combate na selva no exterior. O centro de treinamento é um dos mais ativos do mundo ocidental e treina anualmente cerca de 1.800 militares de todo o planeta.

Adaptação para a selva equatorial: 3REI Guiana

O Centro ministra 5 cursos individuais com médio e alto nível de dificuldade

  • Curso Introdutório à Vida na Floresta Equatorial;
  • Treinamento de Adaptação – “especialista em florestas equatoriais: técnicas de ação na selva – praças”;
  • Curso de Auxiliar de Monitor de Selva;
  • Curso Jaguatirica, técnicas de operações na Selva – “líder de grupo”, com duração de 3 semanas; e
  • Curso Jaguar, técnicas de operações na Selva a nível de “líder de Pelotão”, com duração de 2 meses.

O Centro de Treinamento ministra 4 cursos para grupos de militares

  • Aguerrissement – realizado ao nível de Pelotão, que tem como objetivo principal habituar- os miliatres em conjunto para sobrepujar às dificuldades do ambiente de selva equatorial;
  • Combate – realizado ao nível de Pelotão – técnicas e tácticas de combate terrestre e fluvial em ambiente de selva equatorial;
  • Sobrevivência na selva – nível de grupo de combate; e
  • Tiro – dedicado ao tiro em ambiente florestal e fluvial na floresta equatorial.

Robson Augusto – Revista Sociedade Militar:  Fontes/Referências inseridas no texto


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