Mozambique Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/africa/mozambique/ Atualizações diárias de notícias portuguesas Mon, 01 Jun 2026 06:46:00 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://portuguese.hcntimes.com/wp-content/uploads/2022/03/cropped-hcntimes_favicon1-32x32.png Mozambique Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/africa/mozambique/ 32 32 Situação de crianças em Moçambique ainda “marcada por crises sobrepostas” https://portuguese.hcntimes.com/situacao-de-criancas-em-mocambique-ainda-marcada-por-crises-sobrepostas/ https://portuguese.hcntimes.com/situacao-de-criancas-em-mocambique-ainda-marcada-por-crises-sobrepostas/#respond Mon, 01 Jun 2026 06:46:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/situacao-de-criancas-em-mocambique-ainda-marcada-por-crises-sobrepostas/ Situação de crianças em Moçambique ainda “marcada por crises sobrepostas”

“A situação das crianças em Moçambique continua a ser profundamente marcada por crises sobrepostas: conflito armado, choques climáticos, surtos de doenças e pobreza que afetam simultaneamente a sobrevivência, a aprendizagem e a proteção das crianças”, avançou hoje à Lusa aquela agência das Nações Unidas. Quando se assinala o Dia Mundial da Criança, o Unicef lembrou que cerca […]

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Situação de crianças em Moçambique ainda “marcada por crises sobrepostas”

“A situação das crianças em Moçambique continua a ser profundamente marcada por crises sobrepostas: conflito armado, choques climáticos, surtos de doenças e pobreza que afetam simultaneamente a sobrevivência, a aprendizagem e a proteção das crianças”, avançou hoje à Lusa aquela agência das Nações Unidas.

Quando se assinala o Dia Mundial da Criança, o Unicef lembrou que cerca de 1,8 milhões de pessoas em Moçambique, incluindo um milhão de crianças, necessitam este ano de assistência urgente, num contexto de elevada vulnerabilidade climática e de segurança, alertando que “esta combinação de fatores torna a infância particularmente exposta a múltiplas formas de privação e risco”.

“Os principais desafios incluem a desnutrição, a pobreza, a violência contra crianças, o acesso desigual a serviços básicos e práticas nocivas como as uniões prematuras e a gravidez precoce”, assinalou, acrescentando que outros desafios graves incluem o conflito no norte, que mantém mais de 400 mil deslocados – mais de metade crianças – e os choques climáticos.

O fundo alertou ainda que 70% das escolas se encontram em zonas de alto risco climático, com as cheias recentes a afastarem milhares de crianças da escola e a aumentarem o risco de uniões prematuras, trabalho infantil e exploração.

“A violência também continua a ser uma preocupação séria: dados disponíveis indicam que uma em cada sete raparigas e um em cada 12 rapazes sofreu violência sexual antes dos 18 anos, enquanto quase uma em cada quatro raparigas e mais de um em cada três rapazes relataram violência física na infância. Além disso, 2,1 milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar”, acrescentou.

Apesar dos enormes desafios, a agência da ONU descreveu que Moçambique registou avanços importantes em áreas essenciais para a infância, já que só no ano passado 19,3 milhões de crianças foram alcançadas em campanhas nacionais de vacinação contra a pólio e 2,97 milhões de raparigas vacinadas contra o HPV – Infeção por papilomavírus humano.

Na área da nutrição, 65.756 crianças foram tratadas por desnutrição aguda grave, com uma taxa de cura de 79% e na educação, 262.711 crianças tiveram acesso à aprendizagem em zonas afetadas por crises.

Em proteção social, foram registados 774.857 nascimentos, 276.337 crianças e cuidadores receberam apoio psicossocial e 392 crianças associadas a grupos armados beneficiaram de apoio à reintegração: “Estes resultados mostram que é possível gerar impacto concreto mesmo em contextos altamente complexos”.

Apesar dos avanços, o fundo alertou que as uniões prematuras continuam entre as áreas que exigem maior intervenção, num país onde quase metade das raparigas casa antes dos 18 anos, comprometendo a escolaridade e expondo-as à gravidez precoce: “As raparigas que têm filhos muito cedo correm maior risco de mortalidade materna, e os seus filhos têm maior risco de morrer, de sofrer desnutrição e de crescer também na pobreza, perpetuando o ciclo de privação”.

Para o Unicef, as prioridades de atuação passam por salvar vidas e assegurar a continuidade dos serviços essenciais para as crianças, sobretudo em contexto de emergência, incluindo o reforço da resposta nutricional, o acesso à saúde, educação, água potável e proteção, bem como a preparação para futuras crises.

“Em 2025, o Unicef alcançou 1,1 milhões de pessoas com resposta de emergência em Moçambique. Na área da água e saneamento, 723 mil pessoas beneficiaram de serviços de água em emergência, enquanto 204.726 pessoas passaram a ter acesso melhorado à água potável. Paralelamente, o Unicef continua a investir no fortalecimento dos sistemas públicos, em soluções digitais, mobilização comunitária e maior resiliência climática e social”, descreveu.

Leia Também: Casa de Ferro de Maputo procura nova vida a chegar aos 135 anos

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Acusações explosivas abalam Saúde em Mocambique, mas Governo quer provas https://portuguese.hcntimes.com/acusacoes-explosivas-abalam-saude-em-mocambique-mas-governo-quer-provas/ https://portuguese.hcntimes.com/acusacoes-explosivas-abalam-saude-em-mocambique-mas-governo-quer-provas/#respond Sat, 30 May 2026 13:15:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/acusacoes-explosivas-abalam-saude-em-mocambique-mas-governo-quer-provas/ Acusações explosivas abalam Saúde em Mocambique, mas Governo quer provas

O Governo reagiu às denúncias feitas pela Associação dos Profissionais de Saúde sobre a alegada existência e administração de medicamentos fora do prazo de validade ou em condições impróprias nas unidades sanitárias do país, exigindo a apresentação de provas concretas e criticando o que considera ser uma tentativa de alarmar a opinião pública sem fundamentos […]

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Acusações explosivas abalam Saúde em Mocambique, mas Governo quer provas

O Governo reagiu às denúncias feitas pela Associação dos Profissionais de Saúde sobre a alegada existência e administração de medicamentos fora do prazo de validade ou em condições impróprias nas unidades sanitárias do país, exigindo a apresentação de provas concretas e criticando o que considera ser uma tentativa de alarmar a opinião pública sem fundamentos comprovados.

O posicionamento foi tornado público pelo porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, que defendeu que acusações desta natureza devem ser acompanhadas de evidências capazes de sustentar investigações e eventuais responsabilizações.

“Se há medicamentos podres nos hospitais, que apresentem provas e parem de criar agitação”, declarou o governante, numa reacção às denúncias que têm circulado nos últimos dias sobre alegadas irregularidades na gestão de medicamentos no Sistema Nacional de Saúde.

Impissa afirmou que o país necessita de soluções concretas para os desafios que enfrenta e não de discursos que, segundo entende, possam contribuir para aumentar a tensão social.

“O País não precisa de pessoas que só querem incendiar o ambiente, em vez de ajudar a encontrar soluções”, acrescentou.

Apesar de contestar a forma como as denúncias têm sido apresentadas, o Executivo reconheceu a gravidade das acusações. O porta-voz admitiu que, caso se confirme a utilização de medicamentos impróprios para consumo humano, tratar-se-á de uma situação extremamente preocupante.

“Porque se um enfermeiro ministrou isso, então não está bem”, afirmou.

As declarações surgem num contexto de crescente debate sobre o estado do sector da saúde em Moçambique, marcado por denúncias recorrentes relacionadas com a falta de medicamentos, insuficiência de recursos humanos, degradação de infra-estruturas hospitalares e dificuldades logísticas enfrentadas por várias unidades sanitárias.

Até ao momento, a Associação dos Profissionais de Saúde mantém as suas denúncias, enquanto o Governo insiste na necessidade de apresentação de elementos concretos que permitam confirmar a veracidade das acusações e identificar eventuais responsáveis. Redacção

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Missão do FMI em Moçambique de 8 a 12 de junho https://portuguese.hcntimes.com/missao-do-fmi-em-mocambique-de-8-a-12-de-junho/ https://portuguese.hcntimes.com/missao-do-fmi-em-mocambique-de-8-a-12-de-junho/#respond Fri, 29 May 2026 20:26:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/missao-do-fmi-em-mocambique-de-8-a-12-de-junho/ Missão do FMI em Moçambique de 8 a 12 de junho

Questionada pela Lusa, fonte oficial do FMI confirmou que Pablo López Murphy, chefe da Missão do FMI para Moçambique, será o líder da mesma, que acontece numa altura em que o Governo moçambicano assume estar a negociar um novo programa de apoio. “O objetivo da visita é fazer um balanço dos recentes desenvolvimentos económicos e […]

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Missão do FMI em Moçambique de 8 a 12 de junho

Questionada pela Lusa, fonte oficial do FMI confirmou que Pablo López Murphy, chefe da Missão do FMI para Moçambique, será o líder da mesma, que acontece numa altura em que o Governo moçambicano assume estar a negociar um novo programa de apoio.

“O objetivo da visita é fazer um balanço dos recentes desenvolvimentos económicos e discutir a melhor forma de o FMI apoiar Moçambique no futuro”, acrescentou a fonte. A visita anterior de uma missão do FMI a Moçambique aconteceu em dezembro, mas no âmbito dos contactos regulares.

O Ministério das Finanças moçambicano confirmou anteriormente que fez uma “amortização integral e antecipada” de 698.587.604 dólares (630 milhões de euros) junto do FMI, em 23 de março, liquidando financiamentos contraídos no âmbito do Fundo para a Redução da Pobreza e o Crescimento (PRGT).

O pagamento foi feito com recurso às Reservas Internacionais Líquidas (RIL), decisão que a ministra das Finanças, Carla Loveira, assumiu, este mês, demonstrar “capacidade de gestão prudente” dos compromissos, provando aos mercados que Moçambique pretende “restaurar a confiança”.

“Ao liquidar esta obrigação antes do prazo, o Estado moçambicano demonstra capacidade de gestão prudente dos seus compromissos externos, reforçando a sua reputação como parceiro credível no sistema financeiro internacional”, afirmou Carla Loveira, no parlamento, ao responder a perguntas dos deputados.

“Esta decisão envia uma mensagem clara aos mercados: Moçambique honra os seus compromissos e está empenhado em restaurar a confiança, num contexto global cada vez mais exigente em matéria de transparência e sustentabilidade da dívida”, acrescentou, sublinhando tratar-se de uma ação que “produz efeitos concretos sobre a perceção de risco do país”.

Loveira insistiu que a “redução da exposição ao FMI é interpretada como um sinal de fortalecimento da posição externa e de maior autonomia na condução da política económica”, o que “tende a melhorar o perfil de risco soberano”.

“Este reforço de credibilidade pode traduzir-se, no médio prazo, em melhores condições de financiamento externo, maior apetência dos investidores e reabertura gradual do acesso aos mercados internacionais de capitais”, disse Carla Loveira.

Na sua mais recente avaliação ao país, divulgada em fevereiro, o FMI não antecipou decisões sobre o novo apoio a Moçambique, que o Governo está a tentar fechar há um ano.

No documento, refere-se que ao abrigo do último programa ECF (Facilidade de Crédito Alargado), o FMI tinha aprovado em 2022 um financiamento a rondar 468 milhões de dólares (398,5 milhões de euros) para Moçambique. Contudo, esse programa foi suspenso em abril de 2025, quando tinham sido desembolsados cerca de 343 milhões de dólares (292 milhões de euros), em quatro tranches.

O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, disse em junho passado que previa ainda em 2025 assinar um novo programa de apoio com o FMI, expectativas reforçadas nos meses seguintes e de novo já no início de 2026.

Leia Também: Banco de Moçambique não foi afetado por pagamento de 630 milhões ao FMI

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Moçambique quer serviços públicos na “palma da mão” https://portuguese.hcntimes.com/mocambique-quer-servicos-publicos-na-palma-da-mao/ https://portuguese.hcntimes.com/mocambique-quer-servicos-publicos-na-palma-da-mao/#respond Fri, 29 May 2026 16:17:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/mocambique-quer-servicos-publicos-na-palma-da-mao/ Moçambique quer serviços públicos na “palma da mão”

“Estamos a trabalhar para garantir serviços públicos na ‘palma da mão’, acessíveis a partir do local onde o cidadão se encontra, através de plataformas digitais integradas, seguras e eficientes. A nossa missão é clara: garantir serviços públicos mais próximos do cidadão, mais simples, mais rápidos e mais inclusivos”, disse a ministra da Educação e Cultura, […]

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Moçambique quer serviços públicos na “palma da mão”

“Estamos a trabalhar para garantir serviços públicos na ‘palma da mão’, acessíveis a partir do local onde o cidadão se encontra, através de plataformas digitais integradas, seguras e eficientes. A nossa missão é clara: garantir serviços públicos mais próximos do cidadão, mais simples, mais rápidos e mais inclusivos”, disse a ministra da Educação e Cultura, Samaria Tovela.

A governante, que falava em Maputo na abertura I sessão ordinária da Comissão Técnica Multissetorial de Coordenação da Implementação da Transformação Digital (CTD), afirmou que a transformação digital só fará sentido em Moçambique se contribuir para melhorar a vida do cidadão, traduzindo-se em “benefícios concretos”.

“Pretendemos que o cidadão deixe de percorrer longas distâncias para aceder a um serviço público, deixe de percorrer em diferentes instituições do Estado, de enfrentar longas filas e deixe de apresentar, repetidamente, os mesmos documentos”, disse a ministra.

O Governo quer também uma transformação digital que permita serviços públicos mais simples, rápidos, seguros e próximos, que reduzam a burocracia, eliminem duplicações, melhorem a gestão da informação, reforcem a transparência e aumentem a confiança nas instituições públicas.

Com a transformação digital, o Estado espera ainda a melhoria substancial da eficiência e eficácia na prestação de serviços aos cidadãos, a redução dos custos operacionais, maior comodidade e satisfação dos cidadãos na sua interação com a Administração Pública e com o setor privado, a redução dos índices de corrupção nos serviços prestados pelo Estado e maior arrecadação de impostos e receitas para o erário público.

“Temos consciência de que ainda persistem desafios significativos, como serviços e plataformas fragmentadas, processos administrativos complexos, sistemas que não comunicam entre si e soluções tecnológicas desenvolvidas de forma isolada, sem a devida articulação institucional”, disse a ministra.

No mesmo evento, o presidente do conselho de administração da Agência de Transformação Digital e Inovação, Adilson Gomes, disse que é preciso avançar com investimentos em infraestruturas digitais em todo o país.

“Todos os dados dos moçambicanos geridos pelo Estado são e deverão estar nos centros de dados do Governo”, disse o responsável, acrescentando que estes serviços vão sendo implementados de forma progressiva, respeitando o avanço tecnológico a nível mundial, incluindo avançar com o uso da inteligência artificial.

Moçambique tem reforçado a base legal deste setor, incluindo a aprovação de instrumentos legais sobre segurança cibernética e avanços na instalação de infraestruturas digitais, com a Comissão Técnica Multissetorial de Coordenação da Implementação da Transformação Digital a garantir a materialização dos objetivos referentes à transformação digital ao nível institucional.

Leia Também: Eurodeputada Vautmans vai propor debate sobre relação UE-Moçambique

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Eurodeputada Vautmans vai propor debate sobre relação UE-Moçambique https://portuguese.hcntimes.com/eurodeputada-vautmans-vai-propor-debate-sobre-relacao-ue-mocambique/ https://portuguese.hcntimes.com/eurodeputada-vautmans-vai-propor-debate-sobre-relacao-ue-mocambique/#respond Fri, 29 May 2026 16:15:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/eurodeputada-vautmans-vai-propor-debate-sobre-relacao-ue-mocambique/ Eurodeputada Vautmans vai propor debate sobre relação UE-Moçambique

“Vamos tentar fazer um debate sobre a relação UE – Moçambique na sessão plenária de Estrasburgo e depois votar uma resolução com recomendações. Penso que é uma questão que está nas nossas mãos. Esta parceria é de importância estratégica. Temos de fazer um acompanhamento parlamentar”, afirmou Vautmans, porta-voz da delegação da Comissão do Desenvolvimento do […]

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Eurodeputada Vautmans vai propor debate sobre relação UE-Moçambique

“Vamos tentar fazer um debate sobre a relação UE – Moçambique na sessão plenária de Estrasburgo e depois votar uma resolução com recomendações. Penso que é uma questão que está nas nossas mãos. Esta parceria é de importância estratégica. Temos de fazer um acompanhamento parlamentar”, afirmou Vautmans, porta-voz da delegação da Comissão do Desenvolvimento do Parlamento Europeu.

Quatro eurodeputados desta comissão estão em Moçambique desde terça-feira para avaliar os impactos do apoio da UE, recordando que nos últimos anos, através de fundos europeus ou pelo Banco Europeu de Investimentos, já foram atribuídos ao país africano 975 milhões de euros.

“E penso que o Parlamento também precisa de trabalhar em conjunto com o parlamento de Moçambique, especialmente porque tivemos aqui uma missão de observação [às eleições de 2024] com uma série de recomendações”, acrescentou Hilde Vautmans, que é também presidente da Delegação à Assembleia Parlamentar África-UE.

Moçambique realizou eleições gerais em 09 de outubro de 2024, com críticas à transparência do processo eleitoral de várias missões de observação, incluindo da UE e do Parlamento Europeu, conforme consta do relatório final que também integra recomendações. Seguiram-se às eleições cinco meses de protestos e agitação social que provocaram mais de 400 mortos, sobretudo em confrontos com a polícia, conflitos que culminaram com um processo de diálogo, anunciando reformas, inclusive constitucional, a aplicar em dois anos, para pacificar o país.

Hilde Vautmans garante que questionou o Governo moçambicano, nomeadamente a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, com quem se reuniu na quinta-feira, sobre se as recomendações da missão de observação eleitoral seriam levadas em conta.

“Ela disse que sim, mas é claro que ainda não o consigo controlar. Ainda não estamos a ver os resultados. Disse que vamos precisar de mais dois anos, o que eu compreendo, porque quando se quer reformar um sistema, é preciso tempo. Mas prometo-vos, como deputada, que faremos o acompanhamento das recomendações. Precisamos de o fazer. Foram os nossos colegas que as escreveram. É meu dever fazer o acompanhamento”, disse.

“Mas também é necessário que o Parlamento esteja pronto para ajudar a pôr em prática essas recomendações. Nós podemos ajudar a concretizá-las”, disse, acreditando que no próximo ciclo eleitoral essas recomendações sejam tidas em conta pelas autoridades moçambicanas: “Sim, senti a vontade de fazer a mudança”.

Para a eurodeputada também não há dúvidas da importância do país africano, que é já um fornecedor mundial de gás e minérios, para a UE.

“Sejamos muito claros e abertos: Moçambique é de facto um parceiro de interesse estratégico para a Europa”, disse.

Enfatizou que a “Europa está a investir muito em Moçambique” como parceiro, mas também em ajuda humanitária nos momentos críticos, ou no apoio ao desenvolvimento, como o programa +Emprego (implementado pelo instituto Camões) em Cabo Delgado, província no norte que visitou, fustigada desde 2017 por ataques terroristas.

“Fiquei muito impressionada. Já visitei muitos projetos, mas estes fizeram realmente a diferença na vida de muitos jovens. Quebraram realmente o círculo vicioso da pobreza, o círculo vicioso de não ter um futuro, deram às pessoas, aos jovens, esperança e otimismo. Por isso, penso que o projeto que a Europa está a apoiar faz muita diferença. É suficiente? Nunca é suficiente. Nunca é suficiente porque ainda há pessoas a sofrer. Mas precisamos de uma abordagem integrada”, disse.

“Penso que a Europa não se orgulha o suficiente do que estamos a fazer. Penso que a Europa, digo-o sempre na Bélgica, a Europa precisa de um bom responsável pelas relações públicas”, lamentou.

Leia Também: Governos de Moçambique e Rússia reforçam cooperação

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UEMS/Cassilândia e ISPG de Moçambique promovem simpósio sobre agricultura sustentável https://portuguese.hcntimes.com/uems-cassilandia-e-ispg-de-mocambique-promovem-simposio-sobre-agricultura-sustentavel/ https://portuguese.hcntimes.com/uems-cassilandia-e-ispg-de-mocambique-promovem-simposio-sobre-agricultura-sustentavel/#respond Fri, 29 May 2026 12:04:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/uems-cassilandia-e-ispg-de-mocambique-promovem-simposio-sobre-agricultura-sustentavel/ UEMS/Cassilândia e ISPG de Moçambique promovem simpósio sobre agricultura sustentável

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), por meio do Programa de Pós-Graduação em Agronomia – Sustentabilidade na Agricultura (PGAC), da Unidade Universitária de Cassilândia, realizou, em parceria com o Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG), de Moçambique, o 2º Simpósio Internacional sobre Agricultura Sustentável. O encontro teve como tema central a irrigação […]

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UEMS/Cassilândia e ISPG de Moçambique promovem simpósio sobre agricultura sustentável

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), por meio do Programa de Pós-Graduação em Agronomia – Sustentabilidade na Agricultura (PGAC), da Unidade Universitária de Cassilândia, realizou, em parceria com o Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG), de Moçambique, o 2º Simpósio Internacional sobre Agricultura Sustentável. O encontro teve como tema central a irrigação e seu papel estratégico para a segurança alimentar, a sustentabilidade dos sistemas produtivos e a adaptação da agricultura às mudanças climáticas.

O evento reuniu pesquisadores, professores, estudantes de graduação e pós-graduação, técnicos e profissionais das Ciências Agrárias dos dois países, fortalecendo a cooperação científica internacional e promovendo o intercâmbio de conhecimentos sobre tecnologias voltadas ao uso racional da água na agricultura.

A programação contou com palestras de especialistas brasileiros e moçambicanos, que discutiram desde os desafios da agricultura irrigada em Moçambique até as aplicações mais recentes da inteligência artificial na gestão hídrica e na agricultura digital.

Cooperação científica para enfrentar desafios globais

A abertura do simpósio contou com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da UEMS, professor Dr. Vinícius de Oliveira Ribeiro; do diretor-geral do ISPG, professor Dr. Mário Tauzene Afonso Matangue; do coordenador do PGAC/UEMS, professor Dr. Edilson Costa; e do vice-diretor-geral para Assuntos Acadêmicos do ISPG, professor Dr. Lateiro Salvador de Sousa.

Durante as falas institucionais, os dirigentes destacaram a importância da internacionalização da pesquisa e da construção de redes de cooperação capazes de contribuir para a solução de desafios que ultrapassam fronteiras geográficas, como a escassez hídrica, as mudanças climáticas e a necessidade de ampliar a produção de alimentos de forma sustentável.

A aproximação entre Brasil e Moçambique também foi apontada como uma oportunidade estratégica para a troca de experiências em áreas como irrigação, agricultura tropical, manejo sustentável dos recursos naturais e desenvolvimento tecnológico aplicado ao setor agropecuário.

Irrigação e adaptação às mudanças climáticas

Um dos destaques do evento foi a palestra do pesquisador Lateiro Salvador de Sousa, professor Dr. do ISPG, que apresentou um panorama da agricultura irrigada em Moçambique, abordando oportunidades e desafios para a expansão sustentável do setor.

Durante a apresentação, foram discutidos aspectos como a necessidade de investimentos em infraestrutura hidráulica, acesso ao crédito rural, capacitação técnica e ampliação da assistência especializada aos produtores. O pesquisador também chamou atenção para a vulnerabilidade crescente da agricultura aos eventos climáticos extremos, como enchentes, ciclones e períodos prolongados de seca.

Segundo ele, os sistemas produtivos do futuro precisarão incorporar estratégias que considerem não apenas a disponibilidade de água, mas também a capacidade de adaptação às mudanças climáticas, com investimentos em monitoramento ambiental, conservação dos recursos hídricos e manejo adequado dos solos.
 

Inteligência artificial e agricultura digital

A programação também trouxe discussões sobre inovação tecnológica aplicada ao campo. Em palestra ministrada pelo pesquisador Renato Lustosa Sobrinho, professor Dr. do PGAC/UEMS, foram apresentadas aplicações da inteligência artificial voltadas à gestão eficiente dos recursos hídricos e ao suporte à tomada de decisões na agricultura.

O pesquisador destacou que a agricultura passa por uma transformação impulsionada pela integração entre sensores, internet das coisas, drones, imagens de satélite, geoprocessamento e algoritmos inteligentes. Essas ferramentas permitem monitorar variáveis ambientais em tempo real e gerar recomendações mais precisas para o manejo das lavouras.

Entre as aplicações apresentadas estiveram a irrigação de precisão, o monitoramento remoto das culturas, a identificação precoce de estresse hídrico e a manutenção preditiva de sistemas de irrigação. Segundo o pesquisador, o uso dessas tecnologias contribui para aumentar a eficiência produtiva, reduzir desperdícios e tornar os sistemas agrícolas mais sustentáveis.

Universidade como agente de inovação

Ao final do simpósio, os participantes reforçaram o papel das universidades na formação de profissionais qualificados, na geração de conhecimento científico e na transferência de tecnologias para a sociedade. Também destacaram que desafios relacionados à produção de alimentos, à segurança hídrica e às mudanças climáticas exigem cada vez mais abordagens interdisciplinares e cooperação internacional.

Ao promover o intercâmbio entre pesquisadores brasileiros e moçambicanos, o evento fortaleceu as ações de internacionalização da pós-graduação e da pesquisa desenvolvidas pela UEMS, contribuindo para a construção de soluções inovadoras voltadas a uma agricultura mais eficiente, resiliente e sustentável.

O simpósio pode ser acessado no Canal do YouTube da UEMS – https://www.youtube.com/watch?v=p2jwTyiV8iE 
 

Também é possível conferir o podcast produzido pelo Prof. Dr. Renato, com auxílio da Inteligência Artificial https://www.youtube.com/watch?v=ejDjYNf1UJg

 


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Formação para treinadores das escolas da Fundação em Moçambique https://portuguese.hcntimes.com/formacao-para-treinadores-das-escolas-da-fundacao-em-mocambique/ https://portuguese.hcntimes.com/formacao-para-treinadores-das-escolas-da-fundacao-em-mocambique/#respond Fri, 29 May 2026 09:17:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/formacao-para-treinadores-das-escolas-da-fundacao-em-mocambique/ Formação para treinadores das escolas da Fundação em Moçambique

A Fundação Real Madrid viajou para Maputo (Moçambique) durante o mês de maio para realizar as Jornadas de formação em futebol, basquete e valores, com o objetivo de continuar fortalecendo a aplicação de sua metodologia nas escolas sociodesportivas que desenvolve no país.  As escolas atendem a mais de 600 crianças em Moçambique e se desenvolvem […]

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Formação para treinadores das escolas da Fundação em Moçambique

A Fundação Real Madrid viajou para Maputo (Moçambique) durante o mês de maio para realizar as Jornadas de formação em futebol, basquete e valores, com o objetivo de continuar fortalecendo a aplicação de sua metodologia nas escolas sociodesportivas que desenvolve no país. 

As escolas atendem a mais de 600 crianças em Moçambique e se desenvolvem em duas grandes áreas de atuação. Por um lado, no Parque Nacional de Gorongosa, com o apoio da ONG Cruzada por los Niños, onde o programa é implementado em quatro comunidades da zona de amortecimento do parque e coloca um enfoque único na educação das meninas e no empoderamento das mulheres.

Por outro lado, atua em Maputo, através da colaboração com as Missões Salesianas, em seu centro educativo situado na periferia da capital, com um enfoque centrado no trabalho com os referentes familiares para atender à população vulnerável; e com a Associação Khandlelo no bairro de Xipamanine, uma área com alta densidade populacional e escassez de serviços básicos como água, saneamento e recursos educativos e recreativos.

Um enfoque participativo e colaborativo
A formação se caracterizou por um enfoque participativo e colaborativo que favoreceu a troca de experiências entre as diferentes equipes. Técnicos e coordenadores trabalharam de forma integrada, reforçando a compreensão da Fundação Real Madrid e sua adaptação ao contexto educativo, social e desportivo moçambicano. A formação contínua é um elemento-chave para garantir um impacto educativo sustentável e uma intervenção adaptada à realidade de cada comunidade. Estas atividades contam com o apoio da Azulmarino, patrocinadora nas viagens de formação e supervisão da Fundação Real Madrid

Aviso: Tradução gerada por inteligência artificial. Pode conter imprecisões.

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Explosão do paiol das Forças Armadas de Moçambique deixou pelo menos 80 crianças órfãs https://portuguese.hcntimes.com/explosao-do-paiol-das-forcas-armadas-de-mocambique-deixou-pelo-menos-80-criancas-orfas/ https://portuguese.hcntimes.com/explosao-do-paiol-das-forcas-armadas-de-mocambique-deixou-pelo-menos-80-criancas-orfas/#respond Fri, 29 May 2026 06:04:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/explosao-do-paiol-das-forcas-armadas-de-mocambique-deixou-pelo-menos-80-criancas-orfas/ Explosão do paiol das Forças Armadas de Moçambique deixou pelo menos 80 crianças órfãs

De acordo com SAPA, o porta-voz do governo moçambicano, Luís Covane, em declarações à Rádio Moçambique, anunciou que as autoridades já terminaram o “relatório do impacto social” da explosão do passado dia 22 de Maio, no bairro de Malhazine, arredores de Maputo. O porta-voz indicou que a informação recolhida permitiu concluir que 80 crianças ficaram […]

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Explosão do paiol das Forças Armadas de Moçambique deixou pelo menos 80 crianças órfãs

De acordo com SAPA, o porta-voz do governo moçambicano, Luís Covane, em declarações à Rádio Moçambique, anunciou que as autoridades já terminaram o “relatório do impacto social” da explosão do passado dia 22 de Maio, no bairro de Malhazine, arredores de Maputo.

O porta-voz indicou que a informação recolhida permitiu concluir que 80 crianças ficaram órfãs de ambos os pais, enquanto muitas outras perderam um dos progenitores.

As explosões deixaram ainda 25 pessoas viúvas, disse o porta- voz do governo moçambicano numa entrevista à Rádio Moçambique.

Entretanto, o governo moçambicano terminou a distribuição dos “kits de reconstrução” às pessoas que perderam as suas casas devido às fortes explosões que se fizeram sentir nos bairros pobres perto do paiol.

Esses “kits de reconstrução” incluíam cimento, tijolos e cobertura para telhados.

Mísseis e roquetes que o exército dizia estarem obsoletos voaram durante três horas, destruindo edifícios residenciais e comerciais.

O impacto das explosões atingiu edifícios no centro de Maputo e em locais a mais de 15 quilómetros do paiol.

De acordo com os números oficiais, há a registar 103 mortos e mais de 500 feridos.

Luís Covane disse ainda à estação de rádio que 15 pessoas permanecem hospitalizadas em Maputo, tendo algumas delas perdido braços ou pernas.

Cinco crianças com ferimentos graves estão na África do Sul, para onde foram transferidas em Abril para tratamento especializado.

A comissão de inquérito sobre as explosões revelou que foram causadas por “erro humano”.

O exército nacional atribuiu as explosões às altas temperaturas, enquanto críticos do governo e analistas militares internacionais dizem que foi negligência do executivo.

Construído pela Rússia em 1984, o paiol das Forças Armadas de Moçambique já sofreu explosões por três vezes: em 1985 e duas vezes em 2007 (Janeiro e Março).

As explosões de 22 de Março são consideradas as piores no país, em termos de mortes, ferimentos e destruição de propriedade.

O governo moçambicano declarou na altura três dias de luto nacional.

Crédito: Link de origem

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Governos de Moçambique e Rússia reforçam cooperação https://portuguese.hcntimes.com/governos-de-mocambique-e-russia-reforcam-cooperacao/ https://portuguese.hcntimes.com/governos-de-mocambique-e-russia-reforcam-cooperacao/#respond Thu, 28 May 2026 13:21:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/governos-de-mocambique-e-russia-reforcam-cooperacao/ Governos de Moçambique e Rússia reforçam cooperação

Na nota da Embaixada da República Federal da Rússia é referido que o reforço de cooperação resultou das consultas políticas, quarta-feira, em Moscovo, entre o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Georgy Borisenko, e a secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Moçambicanas no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso. Foram discutidas “questões-chave” da cooperação multifacetada, […]

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Governos de Moçambique e Rússia reforçam cooperação

Na nota da Embaixada da República Federal da Rússia é referido que o reforço de cooperação resultou das consultas políticas, quarta-feira, em Moscovo, entre o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Georgy Borisenko, e a secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Moçambicanas no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso.

Foram discutidas “questões-chave” da cooperação multifacetada, com ênfase no reforço das relações comerciais e económicas entre a Rússia e Moçambique, no aperfeiçoamento da base jurídica e contratual e na concretização de projetos conjuntos promissores em diversas áreas.

Refere ainda que foram analisadas entre os dois governantes as tarefas de cooperação na luta contra o terrorismo, o extremismo internacional e outras formas de criminalidade transnacional, além do reforço da interação nas esferas humanitária e a preparação para a realização, no outono deste ano, da terceira Cimeira Rússia-África.

Durante a reunião, sublinha a nota da Embaixada, as duas delegações confirmaram a vontade de aprofundar o diálogo político de confiança e a coordenação de ações, nomeadamente em fóruns multilaterais, para a resolução de problemas globais e regionais atuais, incluindo a reforma do Conselho de Segurança da ONU e a resolução da situação no Médio Oriente.

Leia Também: Moçambique reforça “prevenção e prontidão” face a surto de Ébola

Crédito: Link de origem

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Fórum de Negócios Moçambique – União Europeia https://portuguese.hcntimes.com/forum-de-negocios-mocambique-uniao-europeia-2/ https://portuguese.hcntimes.com/forum-de-negocios-mocambique-uniao-europeia-2/#respond Thu, 28 May 2026 08:03:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/forum-de-negocios-mocambique-uniao-europeia-2/ Fórum de Negócios Moçambique – União Europeia

O segundo Fórum de Negócios Moçambique-União Europeia, que terá lugar nos dias 9 e 10 de junho de 2026, em Maputo, reunirá empresas europeias e moçambicanas, investidores, decisores políticos e instituições financeiras, sendo coorganizado pelo Governo de Moçambique, a União Europeia e os Estados-Membros da UE. O Fórum tem como principais objetivos: Reforçar parcerias […]

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Fórum de Negócios Moçambique – União Europeia

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