Única empresa no Brasil que recicla papel de figurinhas vira mania nacional e estima impacto dez vezes maior do que o da Copa de 2022

O jogo de abertura da Copa do Mundo é em 11 de junho, mas os brasileiros já entraram no clima da competição com a febre dos tradicionais álbuns de figurinhas. Colecionados por torcedores de todas as idades, o sucesso das vendas é proporcional à quantidade de lixo gerada pelo descarte incorreto do papel liner (base do auto-adesivo) que não tem o mesmo processo de reciclagem do papel comum.

Foi assim que a Polpel, especializada no tratamento deste material, apareceu como solução para um problema cujas consequências durariam pelas próximas 25 Copas, já que o tempo de decomposição do liner é de cerca de um século. Atuando há 13 anos nesse mercado e única empresa do país no nicho, ela ganhou popularidade por meio de um vídeo espontâneo nas redes sociais, segundo conta Ailton Alves, diretor -executivo.

— Este ano tem sido fora da realidade. Na verdade, esse movimento surgiu na Copa de 2022, mas não teve essa divulgação toda, não viralizou como agora por causa do vídeo da Daniele, do Mente Econômica, que já está com mais de 5 milhões de visualizações. A proposta se espalhou de uma forma impressionante. Empresas, escolas, crianças, adultos, instituições das mais diversas, até secretarias de governo de diversas cidades estão se empenhado nisso. Está sendo uma coisa louca. Faz uma semana que a gente não consegue dar retorno a todo mundo no Instagram, Whats App, e-mail e em ligações.

— Nenhum material é problemático. O problema é o destino — diz Ailton, enquanto explica a abrangência da atuação da empresa, que não recicla somente o liner das figurinhas, mas de etiquetas e rótulos como os de xampus e condicionadores.

Crédito: Link de origem

- Advertisement -

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.