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Portugal continental vai registar, durante a próxima semana, níveis elevados de concentração de pólen na atmosfera, enquanto as regiões autónomas deverão manter valores baixos, segundo as previsões divulgadas esta quinta-feira pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).
De acordo com o Boletim Polínico da SPAIC, entre sexta-feira e 4 de junho, o território continental estará em risco baixo a moderado de concentração de pólenes, com especial incidência nas árvores oliveira, pinheiro, bétula, sobreiro e carvalhos.
Também estarão presentes em maiores concentrações pólenes de várias ervas, nomeadamente gramíneas, tanchagem, quenopódio, azeda, urtiga e urticáceas, incluindo a parietária.
As previsões abrangem regiões como Trás-os-Montes e Alto Douro, Porto, Coimbra e Castelo Branco.
Já nas regiões de Lisboa e Faro, os níveis deverão ser particularmente elevados para os pólenes de oliveira, pinheiro, sobreiro e carvalhos, mantendo-se igualmente significativa a presença de gramíneas e outras ervas alergénicas.
Em Évora, as previsões apontam para concentrações elevadas sobretudo de pólenes de oliveira, pinheiro e sobreiro, além das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas.
Nas regiões autónomas, o cenário será mais favorável para quem sofre de alergias respiratórias.
No Funchal, a concentração de pólen deverá manter-se baixa, com destaque para os pólenes de cipreste, pinheiro, eucalipto e plátano, além de gramíneas e urticáceas.
Também em Ponta Delgada, nos Açores, os níveis deverão permanecer reduzidos, predominando pólenes de cipreste — incluindo criptoméria —, pinheiro, gramíneas, tanchagem, urtiga e urticáceas.
A SPAIC recomenda que as pessoas com alergias respiratórias acompanhem regularmente os boletins polínicos e adotem medidas preventivas, sobretudo durante os períodos de maior concentração atmosférica.
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