Os 5 vulcões mais perigosos e ativos da América do Sul

Embora atraiam a curiosidade de diversos turistas e aventureiros, alguns vulcões na América do Sul permanecem ativos e representam uma ameaça constante para as populações próximas.

O monitoramento desses gigantes geológicos é constante, e a seleção a seguir considera critérios como o histórico de erupções, a proximidade com centros urbanos e a atividade recente. Conheça cinco dos vulcões mais perigosos da região, que exigem atenção redobrada das autoridades e de quem vive ou viaja por perto.

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1. Llaima (Chile)

Localizado na região da Araucanía, o Llaima é um dos vulcões mais ativos da América do Sul. Seu histórico de erupções é extenso, e a combinação de atividade frequente com a neve no cume aumenta o risco de lahars — fluxos de lama e detritos vulcânicos. Em 2026, o vulcão esteve em evidência não por erupções, mas por acidentes fatais com montanhistas, reforçando os perigos da região, que segue sob monitoramento constante das autoridades chilenas.

2. Cotopaxi (Equador)

Considerado um dos vulcões mais perigosos do mundo, o Cotopaxi fica a cerca de 50 quilômetros da capital equatoriana, Quito. Sua principal ameaça são os lahars, que podem ser gerados pelo derretimento rápido de sua imensa calota de gelo. Embora sua última grande erupção tenha ocorrido há quase 150 anos, em 1877, o vulcão apresentou atividade significativa entre 2015 e 2024, mantendo os sistemas de alerta ativos em 2026 e representando um risco para centenas de milhares de pessoas.

3. Villarrica (Chile)

Próximo à cidade turística de Pucón, o Villarrica é famoso por seu lago de lava ativo na cratera. Essa atividade constante o torna uma atração, mas também um perigo iminente. Há pouco mais de uma década, em 2015, uma erupção levou a uma grande evacuação na região. Desde então, o vulcão continua a apresentar atividade sísmica e emissões de gases, sendo um dos mais monitorados do país em 2026.

4. Galeras (Colômbia)

Situado perto da cidade de Pasto, o Galeras tem um histórico de atividade imprevisível. Há mais de 30 anos, em 1993, uma erupção súbita matou seis cientistas e três turistas que estavam na cratera, um evento que destacou a dificuldade em prever seu comportamento. Em 2026, o vulcão segue ativo, registrando atividade sísmica e emissões de cinzas com frequência, o que mantém a população local em estado de alerta permanente.

5. Nevado del Ruiz (Colômbia)

Este vulcão ficou mundialmente conhecido pela tragédia de Armero, ocorrida há mais de 40 anos, em 1985. Na ocasião, uma erupção relativamente pequena derreteu parte de sua geleira, gerando lahars que soterraram a cidade e causaram a morte de cerca de 25.000 pessoas. A catástrofe se tornou um marco na vulcanologia moderna. O Nevado del Ruiz continua ativo em 2026, e a lembrança de 1985 serve como um poderoso lembrete de seu potencial destrutivo.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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