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Escritora, pesquisadora e majé participou de debates, mesa-redonda e ritual sagrado em encontro trilateral entre Brasil, França e Guiana Francesa, realizado em Manaus A poeta, escritora, pesquisadora e majé Cláudia A. Flor D’Maria participou, durante três dias, do Workshop Trilateral Brasil, França e Guiana Francesa – Caminhos de Oralidades em Terras de Literatura: Povos Indígenas […]

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Cláudia A. Flor D’Maria representa o Amapá em workshop internacional sobre oralidades indígenas e violências na Amazônia

Escritora, pesquisadora e majé participou de debates, mesa-redonda e ritual sagrado em encontro trilateral entre Brasil, França e Guiana Francesa, realizado em Manaus

A poeta, escritora, pesquisadora e majé Cláudia A. Flor D’Maria participou, durante três dias, do Workshop Trilateral Brasil, França e Guiana Francesa – Caminhos de Oralidades em Terras de Literatura: Povos Indígenas e as Violências, realizado no fim de abril, em Manaus (AM). O convite foi feito pela Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA/UEA), localizada no bairro Cachoeirinha.

O evento foi promovido pela Universidade do Estado do Amazonas, por meio do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH), em parceria com a Université Jean Moulin Lyon 3 e a Université de Guyane, através da iniciativa Amazônia +10.

Durante a programação, Cláudia Flor D’Maria atuou como majé no ritual “O tempo sagrado da vida”, participou como debatedora no eixo temático “Violências” e encerrou sua contribuição ao encontro como conferencista da mesa-redonda “Violência[s]”.

Segundo a escritora, integrar um evento internacional voltado aos povos originários fortalece a luta pela preservação das memórias ancestrais e amplia a visibilidade das narrativas indígenas dentro da academia e da sociedade.

“Participar deste encontro foi reafirmar a importância das vozes indígenas ocupando espaços de debate, pesquisa e espiritualidade. Quando falamos de oralidade, falamos também de memória, território e resistência. Estar nesse diálogo entre Brasil, França e Guiana Francesa é contribuir para que os saberes ancestrais dos povos originários sejam respeitados, preservados e reconhecidos como fundamentais para o presente e o futuro da Amazônia”, destacou Cláudia A. Flor D’Maria.

Além de Cláudia, o workshop reuniu importantes nomes da literatura e da pesquisa indígena, como as escritoras e pesquisadoras Eva Potiguara, Márcia Mura, Jama Wapichana e Jacyra Pitaguary. O evento também contou com a presença da pesquisadora Ananda Machado, docente do curso de Gestão Territorial Indígena do Instituto Insikiran, da Universidade Federal de Roraima.

Sobre Cláudia A. Flor D’Maria

Cláudia A. Flor D’Maria, nome artístico de Cláudia Patrícia Nunes Almeida, é escritora, poeta, pesquisadora e professora indígena do povo Itaquêra/PA, nascida em Macapá. Doutora em Ensino, atua no IFAP e tem destaque na literatura indígena, ribeirinha e afro-amapaense. Em 2023, foi premiada no Prêmio Jabuti daquele ano.

Para a viagem, a artista recebeu apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-AP), por meio do Edital de Credenciamento Circuito das Artes.

Fotos: Arquivo de Cláudia A. Flor D’Maria

Atendimento à imprensa:
Mary Paes – (96) 99179-4950

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Venezuela diz em tribunal da ONU que é indispensável negociar com Guiana sobre Essequibo https://portuguese.hcntimes.com/venezuela-diz-em-tribunal-da-onu-que-e-indispensavel-negociar-com-guiana-sobre-essequibo/ https://portuguese.hcntimes.com/venezuela-diz-em-tribunal-da-onu-que-e-indispensavel-negociar-com-guiana-sobre-essequibo/#respond Mon, 11 May 2026 20:12:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/venezuela-diz-em-tribunal-da-onu-que-e-indispensavel-negociar-com-guiana-sobre-essequibo/ Venezuela diz em tribunal da ONU que é indispensável negociar com Guiana sobre Essequibo

Como fica o governo da Venezuela após a queda de Maduro? 5:42 Sem María Corina Machado e com Delcy Rodríguez como presidente interina, EUA buscam evitar a instabilidade de uma mudança total de regime. A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou nesta segunda-feira, 11, perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ), o mais alto […]

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Venezuela diz em tribunal da ONU que é indispensável negociar com Guiana sobre Essequibo

Como fica o governo da Venezuela após a queda de Maduro?

Sem María Corina Machado e com Delcy Rodríguez como presidente interina, EUA buscam evitar a instabilidade de uma mudança total de regime.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou nesta segunda-feira, 11, perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ), o mais alto tribunal da ONU, que as negociações diretas com a Guiana sobre a disputa territorial em torno do Essequibo são inevitáveis ​​e indispensáveis.

“A Venezuela está disposta a resolver a disputa territorial com a Guiana, mas essa solução deve ser alcançada de acordo com o único marco legal válido que rege a disputa: o Acordo de Genebra de 1966. A solução negociada é, portanto, um caminho inevitável e indispensável para a resolução da disputa”, declarou.

Nos últimos três anos, o então ditador Nicolás Maduro ameaçou anexar o território disputado diversas vezes, chegando a promover referendos e eleições locais não reconhecidas internacionalmente. O risco de um conflito pelo território na América do Sul deixou o governo brasileiro em alerta. O argumento de Delcy agora imita as mesma reivindicações de Maduro naquela época.

Esta é a primeira viagem de Delcy à Europa desde que assumiu a presidência interina da Venezuela, após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro deste ano.

Ex-membro do governo Maduro, ela está incluída desde 2018 na lista de autoridades venezuelanas sancionadas pela União Europeia, que, em princípio, estão proibidas de entrar no bloco.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em 18 de março Foto: Juan Barreto/AFP

No entanto, Delcy já havia representado a Venezuela em uma cúpula realizada em Bruxelas em 2023 entre a UE e países latino-americanos, e também em uma audiência anterior no a Corte Internacional de Justiça sobre o mesmo caso.

Desde que assumiu o cargo, Delcy fez apenas duas viagens internacionais para países do Caribe, incluindo Granada e Barbados.

A interina e vários membros de sua delegação exibiram nesta segunda viagem um broche de ouro com o mapa da Venezuela, incluindo o território disputado, semelhante ao usado pelo presidente em sua viagem a Granada, que já havia provocado indignação na Guiana.

Longa controvérsia e riscos petrolíferos

Guiana e Venezuela têm uma disputa territorial pela região da Guiana-Essequiba que remonta ao século XIX. A disputa se intensificou a partir de 2015, após a descoberta de vastos campos de petróleo offshore pela ExxonMobil, ao redor da Guiana, país com as maiores reservas de petróleo per capita do mundo.

A região de Essequibo abrange mais de dois terços do território da Guiana, que atualmente controla. A Venezuela reivindica esse território de 160.000 quilômetros quadrados.

A Guiana sustenta que sua demarcação de fronteiras, que remonta à era colonial britânica, foi ratificada em 1899 por um Tribunal Arbitral em Paris e busca confirmação da CIJ.

A Venezuela, por sua vez, apela ao Acordo de Genebra que assinou em 1966 antes da independência da Guiana do Reino Unido, que anulava o laudo anterior e assentava as bases para uma solução negociada. O argumento de Delcy, por tanto, reproduz as reivindicações de Maduro.

A procuradora-geral da Venezuela, Arianny Seijo Noguera, afirmou que seu país “permanece firme em sua recusa em reconfirmar a jurisdição” no caso da CIJ.

“Sua presença aqui não é constitucional, jamais deve ser interpretada como uma concessão da jurisdição da Corte para decidir sobre esta disputa territorial”, enfatizou.

Ao final da audiência, em um breve contato com jornalistas venezuelanos, Delcy afirmou que seu país “nunca” foi considerado para se tornar o 51º estado dos Estados Unidos.

“Isso não está planejado, nunca estaria planejado porque algo foi feito que nós, venezuelanos, tememos, e que amamos em nosso processo de independência”, assegurou.

Delcy declarou, ainda, que seu governo está trabalhando em “uma agenda diplomática de cooperação” com o governo americano de Donald Trump, após o restabelecimento, em março, das relações diplomáticas rompidas por Maduro sete anos atrás.

O presidente republicano também publicou uma mensagem sarcástica em sua rede social em março sobre a possibilidade da Venezuela se tornar o 51º estado de seu país. Trata-se da vitória do país caribenho no Clássico Mundial de Beisebol contra a seleção americana./Com AFP

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Cidade brasileira é a única que faz fronteira terrestre direta com a França https://portuguese.hcntimes.com/cidade-brasileira-e-a-unica-que-faz-fronteira-terrestre-direta-com-a-franca/ https://portuguese.hcntimes.com/cidade-brasileira-e-a-unica-que-faz-fronteira-terrestre-direta-com-a-franca/#respond Sat, 09 May 2026 19:05:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/cidade-brasileira-e-a-unica-que-faz-fronteira-terrestre-direta-com-a-franca/ Cidade brasileira é a única que faz fronteira terrestre direta com a França

Ponte Binacional Franco-Brasileira liga Oiapoque, no Amapá, a Saint-Georges-de-l’Oyapock, na Guiana Francesa, território da União Europeia na América do Sul (Foto: Rômulo Ferreira/Wikimedia Commons) Há um ponto no extremo norte do Brasil em que a ideia de fronteira ganha uma forma quase improvável. De um lado está Oiapoque, no Amapá. Do outro, Saint-Georges-de-l’Oyapock, município da […]

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Cidade brasileira é a única que faz fronteira terrestre direta com a França

Há um ponto no extremo norte do Brasil em que a ideia de fronteira ganha uma forma quase improvável. De um lado está Oiapoque, no Amapá. Do outro, Saint-Georges-de-l’Oyapock, município da Guiana Francesa, território ultramarino da França na América do Sul.

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Entre os dois lugares corre o Rio Oiapoque, que separa o Brasil de uma área politicamente ligada à União Europeia. Por causa disso, a cidade amapaense ocupa uma posição rara no mapa nacional: é a única com fronteira terrestre direta com um território francês.

Segundo dados do IBGE, Oiapoque tinha 27.482 habitantes no Censo de 2022 e uma área territorial de 23.058,224 km². O município fica no extremo norte do Amapá, a cerca de 579 quilômetros de Macapá, de acordo com o portal Turismo no Amapá.

A posição geográfica faz com que Oiapoque tenha uma dinâmica diferente da de outras cidades brasileiras. A circulação entre brasileiros, franceses e moradores da região influencia o comércio, os serviços, o controle migratório e a vida cotidiana de quem mora perto da fronteira.

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Essa relação aparece de forma concreta na Ponte Binacional Franco-Brasileira, construída sobre o Rio Oiapoque. A estrutura liga Oiapoque a Saint-Georges-de-l’Oyapock e foi aberta ao tráfego em 18 de março de 2017, segundo o DNIT. Com 378 metros de extensão, é a primeira travessia terrestre já construída na fronteira entre Brasil e França.

A ponte aproxima os dois territórios, mas a travessia depende de regras, fiscalização e cooperação entre autoridades brasileiras e francesas. A Agência Amapá já destacou que a circulação pela estrutura segue horários definidos e envolve a passagem de pessoas e cargas.

O extremo norte também guarda história

Antes de ser conhecida como esse ponto de encontro entre Brasil e França, a região já era ocupada por povos indígenas. A Prefeitura de Oiapoque registra que os primeiros habitantes da área são antepassados dos povos Waiãpi, Galibi e Palikur.

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Materiais sobre os povos indígenas do Oiapoque também apontam a presença de comunidades nas Terras Indígenas Uaçá, Galibi e Juminã, no norte do Amapá. Esses territórios ajudam a mostrar que a região não se resume à fronteira internacional: ela também carrega uma forte dimensão indígena e amazônica.

Muito além da ponte

Oiapoque também aparece ligado ao Parque Nacional do Cabo Orange, unidade de conservação federal localizada na região norte do Amapá. Segundo o ICMBio, o parque tem sede administrativa no município e ocupa uma área de 657.318,06 hectares no bioma marinho costeiro.

Essa presença reforça outro lado da cidade: além da fronteira política, Oiapoque está inserido em uma paisagem marcada por rios, áreas costeiras, manguezais e territórios de grande importância ambiental.

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Onde o Brasil encontra a Europa

A força de Oiapoque está justamente nesse conjunto de camadas. A cidade é pequena em população, mas ocupa um lugar estratégico pela localização, pela ponte internacional, pela circulação de pessoas e pela relação direta com a Guiana Francesa.

Na prática, a fronteira ali não é apenas uma linha no mapa. Ela atravessa a economia local, os deslocamentos, a fiscalização, a história indígena e a própria identidade do município.

Oiapoque chama atenção porque transforma uma expressão conhecida em algo concreto. No extremo norte do país, o Brasil encontra a França logo do outro lado do rio.

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Parceria Brasil–França: Stéphen Rostain faz palestra sobre arqueologia amazônica no Museu Goeldi https://portuguese.hcntimes.com/parceria-brasil-franca-stephen-rostain-faz-palestra-sobre-arqueologia-amazonica-no-museu-goeldi/ https://portuguese.hcntimes.com/parceria-brasil-franca-stephen-rostain-faz-palestra-sobre-arqueologia-amazonica-no-museu-goeldi/#respond Wed, 06 May 2026 19:47:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/parceria-brasil-franca-stephen-rostain-faz-palestra-sobre-arqueologia-amazonica-no-museu-goeldi/ Parceria Brasil–França: Stéphen Rostain faz palestra sobre arqueologia amazônica no Museu Goeldi

Em parceria com o Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica (CFBBA) e a Embaixada da França no Brasil, o evento marcado para esta sexta-feira discute a ocupação humana de quase 8 mil anos da Guiana Francesa e sua conexão com a Amazônia brasileira, a partir de pesquisas arqueológicas locais e internacionais. Publicado em 06/05/2026 16:47Modificado há […]

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Parceria Brasil–França: Stéphen Rostain faz palestra sobre arqueologia amazônica no Museu Goeldi

Em parceria com o Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica (CFBBA) e a Embaixada da França no Brasil, o evento marcado para esta sexta-feira discute a ocupação humana de quase 8 mil anos da Guiana Francesa e sua conexão com a Amazônia brasileira, a partir de pesquisas arqueológicas locais e internacionais.

Publicado em 06/05/2026 16:47Modificado há 5 horas

Pesquisador Stéphen Rostain concentra suas pesquisas na Guiana Francesa (Divulgação/MPEG)

Agência Museu Goeldi – A palestra “A Guiana Francesa, o rico passado da Amazônia Atlântica” acontecerá no auditório do Centro de Exposições Eduardo Galvão, no Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), às 10h da próxima sexta (08/05). O diálogo, conduzido pelo pesquisador Stéphen Rostain, busca ampliar os horizontes entre pesquisas internacionais e locais sobre a arqueologia do Caribe, com foco na Guiana Francesa, e suas conexões com a Amazônia brasileira. O evento é uma parceria entre o Museu Goeldi, o Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica (CFBBA) e a Embaixada da França no Brasil. O debate é aberto ao público visitante do Parque, que poderá conhecer um pouco mais sobre a temática.

De acordo com Helena Lima, coordenadora de Ciências Humanas (COCHS/MPEG), a ideia é reunir, além do público do Museu Goeldi, outros interessados na temática, mantendo um diálogo amplo, direcionado à sociedade em geral. Para facilitar o acesso das pessoas, foi escolhido o auditório do Centro de Exposições, no Parque Zoobotânico, no bairro São Brás, em Belém. Ainda segundo a arqueóloga, o debate busca trazer a história da Guiana Francesa amazônica, por meio da arqueologia, com a contribuição da tradição de pesquisas arqueológicas promovidas pelo Museu Goeldi. 

“A palestra será proferida em espanhol e vai estar conectada a uma visita à exposição Diversidades Amazônicas, que traz conteúdos novos e importantes sobre a diversidade sociocultural da Amazônia, de povos que ocupam e ocuparam a região, tanto no passado quanto no presente. Além de ouvir o pesquisador, a gente espera ampliar esse debate público. O intercâmbio de conhecimentos é um caminho para isso. Os povos da Amazônia, os povos tradicionais de hoje e os pesquisadores e estudantes locais também têm muito a dizer. Então, essa parceria se dá em um caráter de diálogo equitativo de produção de conhecimento e conhecimento contextualizado da região”, explicou Helena Lima.

O palestrante

O pesquisador e arqueólogo Stéphen Rostain é diretor de pesquisa no Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) e dedicou quase 40 anos de sua trajetória à pesquisa na Amazônia. Com foco nas áreas da Guiana Francesa e do Caribe, ele busca entender o passado da região e a sua conexão com o presente. Rostain é coautor do livro “Koriabo, from the Caribbean Sea to the Amazon River”, em parceria com outros 32 autores, publicado pelo Museu Goeldi. O livro foi lançado em 2016 e traz informações até então inéditas sobre as conexões de povos antigos entre Caribe, Guiana e Baixa Amazônia. 

Em suas pesquisas, o pesquisador fala sobre a interação dos povos originários com a floresta tropical e sobre o grande desenvolvimento da Guiana Francesa, com quase 8 mil anos de ocupação humana. Suas escavações mostram vestígios de populações coloniais apagadas pela história, que revelam eventos marcantes de um passado recente na região, como a escravidão, a corrida pelo ouro, o surgimento da sociedade crioula e outros. Por meio da arqueologia, o pesquisador convida os participantes a conhecerem essa região da Amazônia – com os eventos do passado, abrindo caminho ao presente – e seu desenvolvimento.

Parceria Brasil–França

O evento também renova a parceria Brasil–França. As relações diplomáticas entre os dois países completaram 200 anos em 2025 – considerado o Ano Cultural Brasil-França. A ocasião foi marcada pela realização, no Campus de Pesquisa do Museu Goeldi, do evento Conexões Amazônicas, no qual foram apresentadas várias pesquisas colaborativas entre o Brasil e a França. Além disso, houve outros entendimentos institucionais, a exemplo da carta de intenção assinada, no ano passado, entre o Museu Goeldi e o Muséum National d’Histoire Naturelle (MNHN) da França, que representa uma pretensão formal de união de esforços para o aprimoramento de atividades institucionais, com validade de cinco anos. 

Segundo Nadège Mézié, coordenadora pela França do Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica, a parceria entre o Museu Goeldi e a França é considerada uma tradição, e a renovação desse laço é um dos objetivos desse evento. “O CFBBA se esforça para reforçar a cooperação entre o Museu Goeldi e as várias instituições francesas. Essa é uma temática importante para nós do lado francês, a questão da arqueologia e sua ligação com a biodiversidade e a produção dela dentro da Amazônia, de pensar o quanto essa floresta foi moldada pelo povoamento e pelas comunidades indígenas,” completou Nadège Mézié. 

Segundo ela, há a expectativa de mais projetos de pesquisa, mobilidade de alunos e de professores e mais intercâmbios, além de facilitar as colaborações com a Guiana Francesa. “Sabemos que existem várias possibilidades de cooperação. Então, o CFBBA se coloca à disposição para facilitar todas essas parcerias entre o Museu Goeldi e a França”, finalizou. 

Texto: Isabella Gabas
Edição: Andréa Batista

SERVIÇO:
Palestra “A Guiana Francesa, o rico passado da Amazônia Atlântica”
Data/hora: Sexta-feira (08/05), 10h
Local: Auditório do Centro de Convenções Eduardo Galvão, no Parque Zoobotânico do Museu Goeldi – Avenida Magalhães Barata, 376, São Brás, Belém-PA.
Acesso ao Parque: ingresso R$ 3, com meia-entrada e gratuidades previstas em leis. 

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Governador Clécio apresenta as obras do novo HE de Macapá para estudantes da Guiana Francesa  https://portuguese.hcntimes.com/governador-clecio-apresenta-as-obras-do-novo-he-de-macapa-para-estudantes-da-guiana-francesa/ https://portuguese.hcntimes.com/governador-clecio-apresenta-as-obras-do-novo-he-de-macapa-para-estudantes-da-guiana-francesa/#respond Wed, 06 May 2026 19:25:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/governador-clecio-apresenta-as-obras-do-novo-he-de-macapa-para-estudantes-da-guiana-francesa/ Governador Clécio apresenta as obras do novo HE de Macapá para estudantes da Guiana Francesa 

Intercâmbio técnico promove imersão prática na maior obra de saúde pública da história do Amapá e fortalece os laços educacionais com o território vizinho.  A visita guiada ao canteiro de obras do novo Hospital de Emergências integra a programação do intercâmbio educacional entre o Amapá e a Guiana Francesa O governador do Amapá, Clécio Luís, […]

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Governador Clécio apresenta as obras do novo HE de Macapá para estudantes da Guiana Francesa 

Intercâmbio técnico promove imersão prática na maior obra de saúde pública da história do Amapá e fortalece os laços educacionais com o território vizinho. 

A visita guiada ao canteiro de obras do novo Hospital de Emergências integra a programação do intercâmbio educacional entre o Amapá e a Guiana Francesa

O governador do Amapá, Clécio Luís, apresentou a estudantes do ensino médio técnico integrado nas áreas de construção em madeira e engenharia, do Liceu Polivalente Georges Othily, da Guiana Francesa, as obras do novo Hospital de Emergências (HE), em Macapá. O empreendimento é considerado um dos projetos mais emblemáticos em execução no estado e a maior iniciativa de saúde pública da história do Amapá. O projeto conta com investimentos articulados pelo senador Davi Alcolumbre, com contrapartida do Tesouro Estadual.

“É muito gratificante poder compartilhar isso com esses jovens, que já estão se preparando para construir o futuro. Quando eles veem de perto a dimensão desse projeto, entendem o impacto real na vida das pessoas. Essa troca é muito especial porque aproxima realidades e fortalece ainda mais nossos laços com a Guiana Francesa”, destacou Clécio Luís.

O governador Clécio Luís conversa com estudantes da Guiana Francesa durante visita técnica às obras do novo Hospital de Emergências, em Macapá

A atividade de estágio é fruto de uma parceria entre as secretarias de Estado da Infraestrutura (Seinf) e da Educação (Seed) do Amapá, estabelecida por meio de um Protocolo de Intenções firmado em 2024 com a Guiana Francesa. A iniciativa promove um intercâmbio educacional, técnico e cultural entre as instituições envolvidas, proporcionando uma experiência prática de observação em diferentes tipos de obras públicas.

“Esse intercâmbio é extremamente importante, não só pela experiência internacional que os alunos da Guiana e do Amapá têm, mas, sobretudo, para o conhecimento de técnicas internacionais de construção, o que é fundamental para o currículo deles”, enfatizou a professora de Língua Francesa e membro do Grupo de Trabalho de Relações Internacionais e Educação da Seed, Lara Maisa Oliveira.

A professora de Língua Francesa e integrante do Grupo de Trabalho de Relações Internacionais da Seed, Lara Maisa Oliveira

Durante a imersão, a oportunidade de conhecer de perto as estruturas do novo HE impressionou os estudantes. O aluno franco-guianense Loïc Henrick, que pôde observar a obra desde a base até o último andar, destacou a importância da experiência prática.

“Pudemos conhecer várias estruturas e fiquei muito fascinado. Foi uma descoberta e tanto,  fomos até o topo. Foi uma experiência muito boa ver como as pessoas trabalham e quais materiais são utilizados na construção desse edifício. Realmente, achei muito interessante estar aqui”, afirmou o estudante.

O estudante Loïc Henrick

A imersão técnica segue até sábado, 9, e inclui ainda visitas às obras de reforma da Escola Estadual Azevedo Costa, do Teatro das Bacabeiras, além do monumento Marco Zero e do Parque da Residência. O objetivo é que, ao longo do roteiro, os estudantes observem, na prática, a execução dos projetos, a reabilitação dos espaços, o manejo dos canteiros de obras e as técnicas de fiscalização.

Imersão técnica leva estudantes a conhecerem detalhes da execução e da estrutura do novo Hospital de Emergências

Novo Hospital de Emergências

Com investimento do Governo do Estado, o Novo Hospital de Emergências é a maior obra de saúde pública em execução no Amapá. A unidade amplia a capacidade de atendimento de urgência e emergência em Macapá e fortalece a rede estadual de saúde, com estrutura moderna, novos serviços e integração com o transporte aeromédico, garantindo mais agilidade e resposta nos casos de alta complexidade.

O novo Hospital de Emergência contará com 212 leitos, seis salas cirúrgicas, setor de exames, laboratório, unidade de queimados, área para diálise, além de auditório, espaço administrativo e heliponto. Ao todo, são cerca de 15 mil metros quadrados de área construída e um investimento de aproximadamente R$ 129 milhões, articulados pelo presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre, com contrapartida do Tesouro Estadual. A área onde está sendo construído o maior hospital público da capital, fica atrás do prédio atual do Hospital de Emergência e foi cedida pelo Exército Brasileiro, também por articulação do parlamentar.

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Cityfive acelera: uma academia, um projeto, uma ambição na Guiana Francesa https://portuguese.hcntimes.com/cityfive-acelera-uma-academia-um-projeto-uma-ambicao-na-guiana-francesa/ https://portuguese.hcntimes.com/cityfive-acelera-uma-academia-um-projeto-uma-ambicao-na-guiana-francesa/#respond Sat, 02 May 2026 06:09:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/cityfive-acelera-uma-academia-um-projeto-uma-ambicao-na-guiana-francesa/ Cityfive acelera: uma academia, um projeto, uma ambição na Guiana Francesa

Já se consolida como um dos principais nomes do padel na Guiana Francesa. Desde a sua inauguração em 2025, o  Cidade cinco  Está passando por um rápido crescimento, impulsionado por uma academia ambiciosa, uma estrutura sólida e a chegada de especialistas internacionais. Uma rápida consolidação no coração do padel guianense. Inaugurou o  3 junho 2025 O […]

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Cityfive acelera: uma academia, um projeto, uma ambição na Guiana Francesa

Já se consolida como um dos principais nomes do padel na Guiana Francesa. Desde a sua inauguração em 2025, o  Cidade cinco  Está passando por um rápido crescimento, impulsionado por uma academia ambiciosa, uma estrutura sólida e a chegada de especialistas internacionais.

Uma rápida consolidação no coração do padel guianense.

Inaugurou o  3 junho 2025 O Cityfive foi projetado como um complexo completo, com  duas quadras duplas ,  um enredo simples , tem  sala de exposição  e um espaço de  restauração O objetivo é claro desde o início: oferecer uma solução abrangente, acessível e estruturada.

Alguns meses depois, o  1er setembro 2025 A Academia de Padel inicia oficialmente suas atividades. O sucesso é imediato, com  mais de 60 licenciados  Em apenas algumas semanas, o clube rapidamente se estabeleceu no cenário local, atraindo também empresas para operar em suas instalações.  team building .

ouvert  7 dias por semana, das 8h às 23h. A Cityfive está se consolidando de forma permanente no cenário esportivo da Guiana.

Um reconhecimento local já estabelecido

O desenvolvimento do clube foi acompanhado por um reconhecimento gradual. Entre os símbolos mais marcantes: um  Entrega de medalhas da Legião de Honra , demonstrando as raízes do projeto em seu território e o apoio do público.

Por trás dessa dinâmica, encontramos, em particular, o envolvimento de  Nicolas Pouget , o idealizador do projeto e um dos principais responsáveis ​​pelo seu desenvolvimento.

A chegada de conhecimento especializado internacional

O ponto de virada aconteceu em abril de 2026 com a chegada de Marcos Pereira. Ex-técnico da seleção brasileira e figura renomada no padel mundial, ele trouxe mais  33 anos de experiência .

Passado pelo  World Padel Tour Ele trabalhou com inúmeros jogadores de alto nível, como Lucas Bergamini e Lucas Campagnolo, e contribuiu para a dinâmica do futebol no mais alto nível internacional. Sua chegada permitirá uma abordagem mais estruturada ao treinamento e fortalecerá a formação tanto de jogadores quanto de treinadores locais.

Um grande projeto de expansão

A Cityfive não pretende parar por aí. Um  extensão do complexo  já está sendo considerado com:

  •  Dois novos campos panorâmicos 
  • do  arquibancadas com saídas permitidas 
  • A integração de  tênis de praia  e do  pickleball 

O objetivo é tornar o site verdadeiramente  centro de esportes de raquete  na Guiana.

Eventos para acompanhar a fase inicial de preparação.

Esse impulso se traduzirá na organização de grandes competições a partir de 2026:

  •  P500: 23 e 24 de maio de 2026 
  •  P1000 – Campeonato da Guiana Francesa: 19 a 21 de junho de 2026 

Este último evento coincidirá com o  primeiro aniversário do clube marcando um passo importante em seu desenvolvimento.

Uma ambição declarada

Com uma academia em rápido crescimento, infraestrutura em evolução e a contribuição de especialistas reconhecidos, a Cityfive demonstra uma ambição clara: estruturar o padel de forma sustentável na Guiana Francesa e se consolidar como referência no território.

O projeto ganhou impulso e os próximos meses nos permitirão mensurar seu impacto em escala local… e talvez até em um nível mais amplo.

Franck Binisti

Franck Binisti descobriu o padel no Club des Pyramides em 2009 na região de Paris. Desde então, o padel faz parte da sua vida. Você costuma vê-lo viajando pela França para cobrir os principais eventos franceses de padel.

Crédito: Link de origem

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1º Rally Internacional da Amazônia inicia contagem regressiva para integração entre nações https://portuguese.hcntimes.com/1o-rally-internacional-da-amazonia-inicia-contagem-regressiva-para-integracao-entre-nacoes/ https://portuguese.hcntimes.com/1o-rally-internacional-da-amazonia-inicia-contagem-regressiva-para-integracao-entre-nacoes/#respond Wed, 29 Apr 2026 15:05:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/1o-rally-internacional-da-amazonia-inicia-contagem-regressiva-para-integracao-entre-nacoes/ 1º Rally Internacional da Amazônia inicia contagem regressiva para integração entre nações

Agora é oficial! Competição foi lançada e apresentada ao público pela Federação Amapaense de Automobilismo. O percurso tem 1.200 km e conectará o Brasil, Guiana Francesa e Suriname por meio do esporte, tecnologia e compromisso socioambiental no coração da floresta O 1º Rally Internacional da Amazônia já é uma realidade e inicia sua contagem regressiva. […]

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1º Rally Internacional da Amazônia inicia contagem regressiva para integração entre nações

Agora é oficial! Competição foi lançada e apresentada ao público pela Federação Amapaense de Automobilismo. O percurso tem 1.200 km e conectará o Brasil, Guiana Francesa e Suriname por meio do esporte, tecnologia e compromisso socioambiental no coração da floresta

O 1º Rally Internacional da Amazônia já é uma realidade e inicia sua contagem regressiva. Após o lançamento realizado no mês de abril, no histórico Anfiteatro da Fortaleza de São José de Macapá, a FAAP – Federação Amapaense de Automobilismo –, deu início aos preparativos dessa que promete ser a jornada off-road mais emblemática da região. A largada será no dia 26 de novembro, em Macapá (AP), no Marco Zero do Equador, e chegada em Paramaribo, no Suriname, no dia 29.

O percurso tem 1.200 km e conectará o Brasil, Guiana Francesa e Suriname (Divulgação)

O rally cruzará fronteiras para conectar três países em um manifesto de aventura, tecnologia e sustentabilidade. O roteiro passa por Tarturugalzinho e Oiapoque (AP), e adentra a Guiana Francesa com pernoite em Caiena, antes de alcançar o seu destino.

Com a oficialização do evento, o Amapá se consolida como o elo central de uma iniciativa internacional inédita. O rally não se limita à competição; ele nasce como uma plataforma de integração regional, desenhada para impulsionar o desenvolvimento econômico e turístico da Bacia Amazônica. A presidente da FAAP, Perpétua Mourão, destaca que o lançamento marca o início de um novo ciclo.

O sentimento é de profunda realização ao ver esse projeto se tornar realidade. Nossa expectativa é que o rally funcione como um motor de desenvolvimento e fortaleça a cooperação internacional, a fim de deixar um legado de profissionalismo e visibilidade global para nossa região, afirma.

O desafio técnico é um dos pilares que sustentam a robustez da prova. O roteiro de 1.200 km foi planejado para testar a resistência de máquinas e competidores em biomas variados. O piloto e embaixador do rally, José Maria Esteves, ressalta que a diversidade geográfica será o grande diferencial.

Atravessaremos três países, passando por terrenos que variam do cerrado amapaense à mata fechada, além das savanas arenosas do Suriname. Teremos trechos de montanhas na Guiana Francesa e planícies costeiras. Essa variação de relevo exige precisão na condução e uma capacidade única de adaptação às condições do nosso clima tropical, explica Esteves.

Além da adrenalina, o 1º Rally Internacional da Amazônia carrega o selo da “resistência consciente”. O evento prevê ações de neutralização de carbono e o uso de tecnologia de ponta para monitoramento e segurança. No campo social, o compromisso é com a transformação das comunidades locais. Membro da coordenação do evento, Adriano Bosco, reforça que o cronograma de trabalho agora foca na estruturação do legado.

A estrutura é pensada como um agente de transformação social através das caravanas de assistência humanitária, do estímulo ao comércio local e da implementação de programas de educação ambiental. Queremos garantir que o evento deixe uma infraestrutura de apoio e visibilidade econômica para todas as regiões percorridas, detalha Bosco.

O lançamento oficial contou com a presença dos prefeitos Bruno Mineiro (Tartarugalzinho) e Toinho Garimpeiro (Calçoene), Secretário Adjunto da Secretaria de Turismo do Estado do Amapá, William Rocha, o representante da FECOMERCIO Amapá, Edevaldo Xavier, e da Presidente do SINDETUR – Sindicato das Empresas de Turismo do Amapá, Josiane Coutinho; além de pilotos e público entusiasta.

Autoridades e competidores participaram do lançamento do Rally Internacional da Amazônia (Divulgação)

Com o projeto apresentado ao mercado e à sociedade, o 1º Rally Internacional da Amazônia inicia trajetória para elevar o nome da região ao cenário mundial do off-road consciente, e unir a paixão pelos motores ao respeito absoluto pela maior floresta tropical do mundo.

Roteiro

26 de novembro: Macapá a Tartarugalzinho (AP) – 260 km

27 de novembro: Tartarugalzinho a Oiapoque (AP) – 370 km

28 de novembro: Oiapoque (AP) a Caiena (Guiana Francesa) – 220 km

29 e 30 de novembro: Caiena (Guiana Francesa) a Paramaribo (Suriname) – 420 km

Total: 1.270 km

O 1º Rally Internacional da Amazônia tem patrocínio do Governo do Estado do Amapá.

Apoio de Lucas Abrahão – Deputado Federal, Polítika – Assessoria Institucional e Abrasel.

Supervisionado por Federação Amapaense de Automobilismo – FAAP.

Realizado por Azimute Amazon Eventos.


FONTE: LIBERDADE DE IDÉIAS

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Amazônia Vox : Sem exploração de petróleo na Guiana Francesa: governo pretende acabar com dependência de fósseis nas próximas décadas https://portuguese.hcntimes.com/amazonia-vox-sem-exploracao-de-petroleo-na-guiana-francesa-governo-pretende-acabar-com-dependencia-de-fosseis-nas-proximas-decadas/ https://portuguese.hcntimes.com/amazonia-vox-sem-exploracao-de-petroleo-na-guiana-francesa-governo-pretende-acabar-com-dependencia-de-fosseis-nas-proximas-decadas/#respond Wed, 29 Apr 2026 14:51:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/amazonia-vox-sem-exploracao-de-petroleo-na-guiana-francesa-governo-pretende-acabar-com-dependencia-de-fosseis-nas-proximas-decadas/ Amazônia Vox : Sem exploração de petróleo na Guiana Francesa: governo pretende acabar com dependência de fósseis nas próximas décadas

Texto de Alice Martins Morais. Edição de Natália Mello. Revisão Carla Fischer. Fotos de Mateus Melo (capa)/ Alice Martins/ e Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia Publicado em 29/04/2026 11:00 e atualizado em 29/04/2026 16:47 Read also in English.Lea también en Español. Zerar o consumo de carvão até 2030, de petróleo até […]

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Amazônia Vox : Sem exploração de petróleo na Guiana Francesa: governo pretende acabar com dependência de fósseis nas próximas décadas

Texto de Alice Martins Morais. Edição de Natália Mello. Revisão Carla Fischer. Fotos de Mateus Melo (capa)/ Alice Martins/ e Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia

Publicado em 29/04/2026 11:00 e atualizado em 29/04/2026 16:47

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Zerar o consumo de carvão até 2030, de petróleo até 2045 e de gás fóssil até 2050 para fins energéticos. Essa é a promessa pública que a França fez nesta terça-feira (28), ao entregar seu próprio mapa do caminho, que orienta como vai fazer a transição para longe dos combustíveis fósseis, na prática. E as medidas devem ser seguidas também pela Guiana Francesa e por todo o território ultramarino do país, de acordo com Benoit Faraco, embaixador da França para as negociações climáticas.

O anúncio foi feito em meio à Primeira Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, que ocorre em Santa Marta, na Colômbia. Segundo Faraco, esse é o resultado de um trabalho que o país vem fazendo há anos, com ênfase nos últimos quatro meses, quando o presidente Emmanuel Macron solicitou o documento. Já a conversa com a Guiana Francesa sobre não seguir pela rota da exploração petroleira foi iniciada há 10 anos. 

Benoit Faraco, embaixador da França para as negociações climáticas – Crédito: Alice Martins Morais

“Foi difícil, porque, do ponto de vista da Guiana Francesa, é compreensível que queiram ir por esse caminho. Eles têm poucas oportunidades de desenvolvimento econômico. Uma delas era os combustíveis fósseis, a outra era a exploração e mineração de ouro, o que às vezes também é desafiador do ponto de vista ambiental”, admite o embaixador.

Faraco, que é especialista francês em política ambiental, faz um paralelo com os próprios desafios da Amazônia brasileira em desenvolver um modelo econômico alternativo. “Vale mencionar que, há alguns meses, no parlamento francês, um partido apresentou uma proposta de lei para alterar a legislação francesa e reautorizar a exploração de combustíveis fósseis na Guiana Francesa. E o governo fez uma declaração clara de que isso não era uma opção”, complementa.

O embaixador confia que existem outras alternativas que trarão mais benefícios para a comunidade local, para os povos indígenas e para as autoridades locais do que a exploração de combustíveis fósseis. Ressaltou também que todos os territórios ultramarinos franceses, incluindo a Guiana Francesa, devem alcançar uma matriz elétrica sem combustíveis fósseis até 2030.

Ele acredita que o território pode ter uma virada de chave importante nos próximos anos. Vizinha do Amapá, onde no momento há um bloco de exploração de petróleo em fase de prospecção, a Guiana Francesa depende do gás fóssil, mas, segundo Faraco, há um investimento significativo em hidrogênio e biomassa líquida. O embaixador aponta como um bom exemplo a La Reunion, ilha no Oceano Índico que faz parte do departamento francês. 

De acordo com o francês, o carvão e o petróleo representavam 62% da matriz elétrica há seis anos, e agora 97% da energia vem de fontes consideradas renováveis nesse território. “Com o investimento certo e a tecnologia adequada, a transição energética é viável e acho que também é muito interessante para todos os países em desenvolvimento e menos desenvolvidos do planeta ver que temos soluções técnicas. O que precisamos é encontrar recursos financeiros para levar a solução de volta às comunidades”, explica.

Para eliminar gradualmente o carvão até 2030, o país europeu planeja fechar as suas duas últimas usinas termelétricas a carvão até o ano que vem (2027). Já para reduzir o consumo de petróleo, prevê uma eletrificação em larga escala do transporte, em consonância com as metas europeias de redução das emissões de CO₂ de veículos leves novos, o desenvolvimento de estações de recarga, mas também a eletrificação de veículos pesados de carga e ônibus. 

Em paralelo, para reduzir o consumo de gás fóssil, planeja-se desenvolver métodos alternativos de aquecimento, como bombas de calor, ou melhorar a eficiência energética por meio da renovação de edifícios.

A França detalhou uma estratégia separada por setores e com diferentes marcos, sendo alguns dos principais:

– Uma meta de 66% das vendas de carros novos serem de veículos elétricos até 2030.

– Um aumento de 25% na utilização do transporte público (ônibus, trem etc.) até 2030

– A descarbonização da indústria por meio de uma abordagem envolvendo os 50 maiores complexos industriais da França

“Não vamos nos distrair com quem não chegou”

A terça-feira (28) foi o primeiro de dois dias do encontro de ministros e líderes de 56 países que tentam destravar o nó da dependência dos combustíveis fósseis. Desses, representam a Pan-Amazônia apenas Colômbia (anfitriã do evento), Brasil e França – os dois últimos não enviaram seus ministros, mas representantes dos governos. Também faltaram ao evento potências mundiais como Rússia, Estados Unidos e China. Várias outras nações escolheram enviar secretários e embaixadores – ao invés do alto escalão de suas pastas de Meio Ambiente.

Ministra Irene Vélez – Crédito: Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia

“Não vamos nos distrair com quem não chegou – ou quem não chegou ainda”, chamou a atenção a ministra do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia, Irene Vélez. “A esperança nos convoca, que está hoje na capacidade de ação coletiva entre quem estamos aqui”, complementou.

A ministra destacou ainda que, em três anos, a Colômbia passou de 1% a 16% de matriz energética renovável. “Os combustíveis fósseis não apenas alimentam a crise climática, mas também são responsáveis pelas desigualdades econômicas e pelos conflitos globais”, declarou.

Gustavo Petro, presidente da Colômbia – Crédito: Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia 


O Amazônia Vox está cobrindo presencialmente a Primeira Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, na Colômbia. Acompanhe todas as novidades no canal do WhatsApp. Inscreva-se aqui. 


Para o presidente colombiano, Gustavo Petro, esta conferência é uma resposta ao “fracasso” das COPs e das Nações Unidas. “Se há impotência hoje naquilo que era a união das nações, criada desde a Segunda Guerra Mundial – e ela é importante como ideia -, é preciso substituí-la, é preciso conquistar poder. O poder não é ajoelhar-se diante da barbárie e calar-se porque não há alternativa. A barbárie nos levará a perder tempo, e esse tempo crucial e vital fará com que o cronômetro da vida no planeta seja abandonado”, discursou, na abertura da reunião do segmento de Alto Nível.

Selwin Hart, Assessor Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas e Secretário-Geral Adjunto da Equipe de Ação Climática – Crédito: Ministério de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia

Selwin Hart, assessor especial do secretário-geral das Nações Unidas e secretário-geral adjunto da equipe de Ação Climática, foi enfático em sua fala também: “Sejamos francos. Interesses políticos poderosos estão ativamente trabalhando para atrasar e para comprometer a transição, lançando dúvidas sobre a ciência  e prejudicando a integridade da informação climática para proteger o status quo e o interesse nos combustíveis fósseis”.

Brasil tem presença mais tímida

A conversa dos países sobre transitar para longe dos combustíveis fósseis começou ainda na COP28 (2023), mas foi na COP30 (2025), em Belém, que ganhou força e passou a ressaltar a importância de desenhar um mapa do caminho. Isso depois de um chamado do presidente Lula que pegou os líderes de surpresa em uma reunião dias antes da conferência. A partir desse movimento, a Colômbia tomou as rédeas para mobilizar uma Coalizão da Boa Vontade, que contou com o apoio de 80 países ainda na capital paraense. 

O Brasil continua com o processo de construir um mapa do caminho mundial, em paralelo à iniciativa de Santa Marta, embora tenha tido uma presença mais discreta no caribe colombiano. O novo ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, que assumiu o cargo em 1º de abril, não compareceu – em seu lugar, foi o secretário de Mudança Climática do MMA, Aloisio de Melo, que sentou em uma das primeiras fileiras da plenária de abertura.

A co-anfitriã da conferência e ministra do Clima e do Crescimento Verde da Holanda, Stientje van Veldhoven, fez um agradecimento na plenária ao Brasil e à presidência da COP30, “e à Ana Toni por sua perseverança para poder progredir e claro que vamos apoiar em tudo”. Toni, que é a CEO da COP30, foi a outra representação do governo brasileiro, na ausência do presidente da COP30, André Corrêa do Lago.

Ambos, Toni e Melo, fizeram seus pronunciamentos ao final da agenda da manhã de terça (28) e aproveitaram a ocasião para relacionar a conferência com a elaboração do mapa do caminho, em andamento em paralelo. “Não viemos para brigar nem para convencer ninguém de que precisamos acelerar a transição para longe dos combustíveis fósseis. Estamos aqui para debater ações muito pragmáticas, soluções que podem e devem ser consideradas nacionalmente e internacionalmente”, apontou Ana Toni.

Caroline Rocha, diretora executiva da LACLIMA – Crédito: Alice Martins Morais

Para Caroline Rocha, diretora executiva da LACLIMA e co-fundadora da Rede Amazônidas pelo Clima (RAC), ainda que não tenha tido uma presença tão forte como poderia se esperar, a participação brasileira é muito desejada e celebrada. “Sabemos que tem agendas que conflitam, mas na segunda edição desta conferência, que está confirmada para ser em Tuvalu, a expectativa é que o Brasil apareça com mais força”, observa.

Cerimônia espiritual do povo Mamo – Crédito: Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia

Um recado do coração e da alma do mundo: Santa Marta leva como lema o “coração do mundo” e não poderia deixar de ter um toque diferencial. A conferência, diferente de outros espaços da diplomacia ambiental, esteve carregada de espiritualidade. Não à toa deixou como legado uma coalizão entre vários religiosos ao redor do globo e teve uma cerimônia espiritual realizada pelo povo Mamo, da Sierra Nevada, da capital anfitriã. O momento abriu a sessão da tarde de ontem, antes do pronunciamento do presidente colombiano Gustavo Petro.

 

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Governo do Amapá dá início à segunda edição do intercâmbio estudantil com a Guiana Francesa https://portuguese.hcntimes.com/governo-do-amapa-da-inicio-a-segunda-edicao-do-intercambio-estudantil-com-a-guiana-francesa/ https://portuguese.hcntimes.com/governo-do-amapa-da-inicio-a-segunda-edicao-do-intercambio-estudantil-com-a-guiana-francesa/#respond Mon, 27 Apr 2026 16:01:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/governo-do-amapa-da-inicio-a-segunda-edicao-do-intercambio-estudantil-com-a-guiana-francesa/ Governo do Amapá dá início à segunda edição do intercâmbio estudantil com a Guiana Francesa

Durante 20 dias, estudantes e professores do Liceu Polivalente Georges-Othily aprenderão técnicas de construção brasileiras. Cerimônia de recepção da comitiva guianense aconteceu nesta segunda-feira, 27 O Governo do Estado realizou, nesta segunda-feira, 27, a abertura oficial da segunda edição do Intercâmbio Internacional Amapá-Guiana, recebendo 10 estudantes e 2 professores do Liceu Polivalente Georges-Othily, que permanecerão […]

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Governo do Amapá dá início à segunda edição do intercâmbio estudantil com a Guiana Francesa

Durante 20 dias, estudantes e professores do Liceu Polivalente Georges-Othily aprenderão técnicas de construção brasileiras.

Cerimônia de recepção da comitiva guianense aconteceu nesta segunda-feira, 27

O Governo do Estado realizou, nesta segunda-feira, 27, a abertura oficial da segunda edição do Intercâmbio Internacional Amapá-Guiana, recebendo 10 estudantes e 2 professores do Liceu Polivalente Georges-Othily, que permanecerão até 15 de maio no estado para aprender técnicas de construção locais com a equipe do Centro de Educação Profissional de Santana (CEPS) Professora Maria Salomé Gomes Sares.

A parceria, iniciada a partir de um Protocolo de Intenções assinado em 2024, tem como objetivo principal promover a troca de conhecimentos e culturas, além de fortalecer a cooperação educacional e técnica entre as duas regiões, com foco no desenvolvimento de competências em arquitetura e construção.

“É uma satisfação receber esses parceiros em nosso estado. Esse projeto de cooperação internacional é benéfico para ambos os lados, fruto de muito esforço e da vontade de alavancar nossas experiências educacionais. Que este seja mais um ciclo rico em aprendizado”, afirma a secretária de Estado da Educação, Francisca Oliveira.

Francisca Oliveira, secretária de Estado da Educação

De acordo com o diretor do CEPS Professora Maria Salomé Gomes Sares, Jailson Nunes, a experiência prática é fundamental para a formação profissional, pois permite que os estudantes apliquem conhecimentos teóricos em um ambiente internacional, preparando-os melhor para os desafios do mercado de trabalho nas áreas de construção e arquitetura.

“A expectativa é muito grande por estarmos, mais uma vez, recebendo esses estudantes da Guiana Francesa. Isso eleva a educação do nosso estado a um patamar internacional, com parcerias importantes. As atividades foram preparadas em conjunto com a Secretaria de Estado da Educação, sendo voltadas para a área de edificações e para o conhecimento da nossa cultura”, explica o diretor.

Jailson Nunes, diretor do CEPS Salomé Soares

Todo o intercâmbio é financiado por recursos do programa Erasmus+, uma iniciativa europeia voltada ao apoio à educação, formação, juventude e ao desporto. Durante o período de intercâmbio, os estudantes guianenses participarão de atividades no centro de ensino e em empresas parceiras, além de visitas técnicas a construções selecionadas.

“Gostaria de agradecer o acolhimento. Somos ligados pelo rio Oiapoque, e essa parceria representa a união desses povos, promovendo cooperação científica, cultural e educacional. As pessoas que participaram no ano passado testemunham a importância desse trabalho, e estamos mais uma vez aqui para mais um momento de aprendizado”, pontua o diretor do Liceu Polivalente Georges-Othily, Vincent Martin.

Vincent Martin, diretor do Liceu Polivalente Georges-Othily

O professor guianense Marie-Angelique Sebastien fala sobre sua segunda vinda ao Amapá por meio do intercâmbio.

“Espero que ocorra como no ano passado, que dê tudo certo e que os estudantes possam aprender técnicas brasileiras e conhecer como se trabalha aqui. Minhas expectativas são as melhores.”

Marie-Angelique Sebastien, professor guianense

O estudante Labady Fabien também está no Amapá pela segunda vez e fala sobre suas expectativas para as novas atividades.

“Já estive aqui anteriormente, identifiquei casas que achei bonitas e espero aprender como construir esse tipo de estrutura”, disse Fabien.

Labady Fabien, estudante do Liceu Polivalente Georges-Othily

Após a recepção dos alunos franceses em Santana, o ciclo será concluído em novembro de 2026, quando uma comitiva composta por 10 estudantes e 2 professores do CEPS Professora Maria Salomé Gomes Sares viajará até a Guiana Francesa para realizar atividades práticas no Liceu Polivalente Georges-Othily.

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Guiana pode ter voo para estado da França e facilitar rota para Europa https://portuguese.hcntimes.com/guiana-pode-ter-voo-para-estado-da-franca-e-facilitar-rota-para-europa/ https://portuguese.hcntimes.com/guiana-pode-ter-voo-para-estado-da-franca-e-facilitar-rota-para-europa/#respond Thu, 23 Apr 2026 20:30:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/guiana-pode-ter-voo-para-estado-da-franca-e-facilitar-rota-para-europa/ Guiana pode ter voo para estado da França e facilitar rota para Europa

Uma companhia aérea guianense pretende criar uma rota aérea para ligar as capitais das Três Guianas: Georgetown (Guiana), Paramaribo (Suriname) e Caiena (Guiana Francesa). A informação foi revelada pelo embaixador francês na Guiana, Olivier Plançon, em entrevista repercutida pelo portal News Room Guyana. Plançon, entretanto, não disse o nome da empresa. Guiana e Guiana Francesa, […]

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Guiana pode ter voo para estado da França e facilitar rota para Europa

Uma companhia aérea guianense pretende criar uma rota aérea para ligar as capitais das Três Guianas: Georgetown (Guiana), Paramaribo (Suriname) e Caiena (Guiana Francesa).

A informação foi revelada pelo embaixador francês na Guiana, Olivier Plançon, em entrevista repercutida pelo portal News Room Guyana. Plançon, entretanto, não disse o nome da empresa.

Guiana e Guiana Francesa, que é um departamento ultramarino da França, são separadas geograficamente pelo Suriname, que é um país independente, em uma distância de cerca 800 quilômetros – aproximadamente a do trajeto Boa Vista-Manaus.

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Assim, a ligação entre as localidades é “complicada” por exigir “múltiplas paradas e longos tempos de deslocamento”, segundo o News Room Guyana.

Ainda de acordo com o portal de notícias, a ligação entre Georgetown e Caiena poderia facilitar o comércio, expandir as opções turísticas e permitir uma circulação mais fácil para trabalhadores e empresas que operam fora da região.

Por fim, isso proporcionaria aos guianenses um acesso mais direto às conexões da Guiana Francesa com a Europa e à ampla rede francesa. Segundo o embaixador francês, seu País considera como prioridade estreitar os laços com a Guiana.

“A Guiana Francesa também faz parte da região do Caribe”, disse Plançon, observando que a proximidade do território, a apenas cerca de 800 quilômetros da Guiana, torna a melhoria das ligações de transporte tanto lógica quanto necessária.

Paramaribo e Caiena

A capital do Suriname é famosa por seu centro histórico de madeira, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), e pela convivência pacífica de diferentes religiões. Já Caiena, na Guiana Francesa, combina o charme de uma cidade colonial da França com a vibrante culinária crioula e mercados coloridos.

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