Europa Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/europa/ Atualizações diárias de notícias portuguesas Tue, 02 Jun 2026 22:00:00 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://portuguese.hcntimes.com/wp-content/uploads/2022/03/cropped-hcntimes_favicon1-32x32.png Europa Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/europa/ 32 32 Oficial: Paulo Carmona é o novo presidente da Infraestruturas de Portugal para o triénio 2026-2028 https://portuguese.hcntimes.com/oficial-paulo-carmona-e-o-novo-presidente-da-infraestruturas-de-portugal-para-o-trienio-2026-2028/ https://portuguese.hcntimes.com/oficial-paulo-carmona-e-o-novo-presidente-da-infraestruturas-de-portugal-para-o-trienio-2026-2028/#respond Tue, 02 Jun 2026 22:00:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/oficial-paulo-carmona-e-o-novo-presidente-da-infraestruturas-de-portugal-para-o-trienio-2026-2028/ Oficial: Paulo Carmona é o novo presidente da Infraestruturas de Portugal para o triénio 2026-2028

Paulo Carmona, que assume a liderança da maior empresa pública de infraestruturas do país, será acompanhado por dois vice-presidentes: Rui Coutinho e Carlos Fernandes. Completam o Conselho de Administração Executivo os vogais Ana Rita Baião Matos, Maria Amália de Almeida, Maria Helena Campos e Alberto Aroso. Este último, no entanto, apresentou de imediato declaração de […]

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Oficial: Paulo Carmona é o novo presidente da Infraestruturas de Portugal para o triénio 2026-2028

Paulo Carmona, que assume a liderança da maior empresa pública de infraestruturas do país, será acompanhado por dois vice-presidentes: Rui Coutinho e Carlos Fernandes. Completam o Conselho de Administração Executivo os vogais Ana Rita Baião Matos, Maria Amália de Almeida, Maria Helena Campos e Alberto Aroso. Este último, no entanto, apresentou de imediato declaração de não aceitação do cargo, com efeitos desde 25 de maio.

Paulo Carmona foi eleito Presidente do Conselho de Administração Executivo da Infraestruturas de Portugal para o mandato 2026-2028, substituindo Miguel Cruz. A eleição ocorreu na Assembleia Geral realizada no passado dia 22 de maio, tendo a empresa divulgado hoje a composição completa dos novos órgãos sociais.

O nome já era conhecido, mas foi agora oficializado.

Paulo Carmona, que assume a liderança da maior empresa pública de infraestruturas do país, será acompanhado por dois vice-presidentes: Rui Coutinho e Carlos Fernandes. Completam o Conselho de Administração Executivo os vogais Ana Rita Baião Matos, Maria Amália de Almeida, Maria Helena Campos e Alberto Aroso. Este último, no entanto, apresentou de imediato declaração de não aceitação do cargo, com efeitos desde 25 de maio.

Ana Rita Baião Matos foi designada com competências reforçadas, devendo aprovar expressamente qualquer operação com impacto financeiro superior a 1% do ativo líquido da sociedade.

Para a Mesa da Assembleia-Geral foram eleitos José de Matos Passos como Presidente, Ana Elisabete Militão como Vice-Presidente e Maria Teresa Flôr de Morais como Secretária.

O Conselho Geral e de Supervisão será presidido por Duarte Pitta Ferraz, integrando ainda Pedro Fontes Falcão (Presidente da Comissão para as Matérias Financeiras), Alice Paulos, Teresa Costa e João Pedro Gonçalves Pereira. O início de funções de Pedro Fontes Falcão na CMF depende de autorização do Banco de Portugal.

Como Revisor Oficial de Contas foi eleita a sociedade Vitor Almeida & Associados, SROC, representada por Carla Godinho.

Com esta renovação, a Infraestruturas de Portugal entra num novo ciclo sob a liderança de Paulo Jorge Leal da Silva Carmona, num momento em que se espera maior dinamismo na execução dos grandes projetos rodoviários e ferroviários nacionais.


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Congresso Judaico Europeu pede cancelamento do concerto de Kanye West em Portugal – Mundo https://portuguese.hcntimes.com/congresso-judaico-europeu-pede-cancelamento-do-concerto-de-kanye-west-em-portugal-mundo/ https://portuguese.hcntimes.com/congresso-judaico-europeu-pede-cancelamento-do-concerto-de-kanye-west-em-portugal-mundo/#respond Tue, 02 Jun 2026 18:01:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/congresso-judaico-europeu-pede-cancelamento-do-concerto-de-kanye-west-em-portugal-mundo/ Congresso Judaico Europeu pede cancelamento do concerto de Kanye West em Portugal – Mundo

O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play. Só após a […]

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Congresso Judaico Europeu pede cancelamento do concerto de Kanye West em Portugal – Mundo


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Cancro. A injeção “sem precedentes” que vem para Portugal – Observador https://portuguese.hcntimes.com/cancro-a-injecao-sem-precedentes-que-vem-para-portugal-observador/ https://portuguese.hcntimes.com/cancro-a-injecao-sem-precedentes-que-vem-para-portugal-observador/#respond Tue, 02 Jun 2026 13:54:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/cancro-a-injecao-sem-precedentes-que-vem-para-portugal-observador/ Cancro. A injeção “sem precedentes” que vem para Portugal – Observador

Cerca de 2.500 a 3 mil portugueses recebem o diagnóstico de cancro da cabeça e do pescoço todos os anos. É o sétimo tipo de cancro mais comum no mundo, precisamente porque engloba vários tipos de doenças. Os casos mais comuns nascem na boca ou na garganta, manifestando-se através de sintomas como dor a engolir, […]

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Cancro. A injeção “sem precedentes” que vem para Portugal – Observador

Cerca de 2.500 a 3 mil portugueses recebem o diagnóstico de cancro da cabeça e do pescoço todos os anos. É o sétimo tipo de cancro mais comum no mundo, precisamente porque engloba vários tipos de doenças. Os casos mais comuns nascem na boca ou na garganta, manifestando-se através de sintomas como dor a engolir, que progridem para uma crescente dificuldade a comer ou falar. Em casos de evolução rápida do tumor ou de falta de tratamento na altura certa, o prognóstico associado a este tipo de cancro pode tornar-se muito negativo. E, num universo onde existem poucas opções terapêuticas, surge uma revelação “extremamente promissora” de que, ao longo deste ano, chegará a cinco centros hospitalares em Portugal numa terceira fase de ensaios clínicos.

Os resultados do estudo OrigAMI-4 — a segunda fase de ensaios — foram divulgados à comunidade científica este fim-de-semana em Chicago, durante a maior conferência de oncologia do mundo. Na Asco (American Society of Clinical Oncology), como é conhecida, os investigadores do Institute of Cancer Research, do Reino Unido, que lideraram o consórcio, revelaram ter conseguido erradicar ou diminuir significativamente a expressão do tumor em quase metade dos pacientes. Todas as 102 pessoas que participaram no estudo já haviam recorrido às técnicas habituais de imunoterapia e quimioterapia, mas sem efeito.

Cancro. Injeção pode erradicar tumores inteiros em doentes, demonstra estudo

Destas, 43 pessoas viram melhorias “sem precedentes” naquela fase da doença, de acordo com Kevin Harrington, um dos autores. Em 15 dos pacientes, o tumor foi totalmente eliminado. “Estamos perante respostas de uma eficácia sem precedentes em pacientes cuja doença se tornou resistente tanto à quimioterapia como à imunoterapia. Trata-se de um grupo de doentes para o qual as opções terapêuticas são extremamente limitadas, pelo que observar este nível de benefício é algo muito impressionante”, afirmou o investigador num comunicado emitido pelo Institute of Cancer Research este domingo.

Tudo começa com uma injeção subcutânea de amivantamab, um medicamento desenhado pela Johnson & Johnson, que tem vindo a ser utilizado principalmente como opção de tratamento para cancro de pulmão de não pequenas células — o tipo mais comum, que representa cerca de 85% de todos os casos. A segunda injeção vem ao oitavo dia, e a terceira chega pouco tempo depois. A partir daí, com uma variação gradual das doses, o medicamento passa a ser administrado de três em três semanas. Os resultados começam a notar-se na sexta semana e, neste caso, manifestaram-se, de alguma forma, em 77% da população.

O próprio método de administração do tratamento difere da abordagem tradicionalmente utilizada para esta doença. Não é uma injeção intravenosa, mas sim entre a pele e a primeira camada de músculo, numa técnica semelhante àquela que é utilizada entre os diabéticos para administrar insulina — o que torna o processo “mais rápido e conveniente para os pacientes”. Relativamente a efeitos secundários, os autores do estudo descrevem-nos como tendo sido “leves” ou “moderados”, dando o exemplo de casos de hipoalbuminemia (níveis baixos de albumina, uma proteína produzida pelo fígado), irritações na pele, dermatite ou fadiga como os efeitos mais comuns. Notam que dos 102 pacientes, seis tiveram de interromper o tratamento devido aos efeitos secundários.

Com os olhos postos já na terceira — e maior — fase dos ensaios clínicos, o autor principal do estudo sublinha que estes resultados “oferecem dados de suporte muito robustos para o potencial desenvolvimento do amivantamab em fases mais precoces do cancro de cabeça e pescoço recidivado ou metastático, tendo ajudado a fundamentar o lançamento de um ensaio clínico de Fase III para registo, o OrigAMI-5”. “Este tratamento tem o potencial de beneficiar milhares de doentes todos os anos”, acrescenta, incluindo os portugueses que vão participar nesta terceira fase de ensaios.


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Portugal é o 3º país UE com mais dificuldade em recrutar profissionais qualificados — https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-o-3o-pais-ue-com-mais-dificuldade-em-recrutar-profissionais-qualificados/ https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-o-3o-pais-ue-com-mais-dificuldade-em-recrutar-profissionais-qualificados/#respond Tue, 02 Jun 2026 10:27:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-o-3o-pais-ue-com-mais-dificuldade-em-recrutar-profissionais-qualificados/ Portugal é o 3º país UE com mais dificuldade em recrutar profissionais qualificados —

Portugal é o 3º país da UE em que as PME têm mais dificuldade em recrutar profissionais qualificados. Também é dos países da União Europeia que mais recorre à contratação de mão-de-obra estrangeira, embora esta seja minoritária no país. O Eurobarómetro da UE revelou que cerca de 35% das pequenas e médias empresas a operar […]

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Portugal é o 3º país UE com mais dificuldade em recrutar profissionais qualificados —

Portugal é o 3º país da UE em que as PME têm mais dificuldade em recrutar profissionais qualificados. Também é dos países da União Europeia que mais recorre à contratação de mão-de-obra estrangeira, embora esta seja minoritária no país.

O Eurobarómetro da UE revelou que cerca de 35% das pequenas e médias empresas a operar em território português têm “muita dificuldade” em recrutar trabalhadores com as competências necessárias. Esta é a 3ª taxa mais elevada dentro da UE, igual à taxa do Luxemburgo e apenas ultrapassada por Malta e Chipre, com 38% e 39% respetivamente.

Para combater a dificuldade de recrutamento de mão-de-obra qualificada, aproximadamente 15% das empresas em Portugal tentaram recrutar trabalhadores fora da União Europeia em 2024 e 2025, enquanto 18% das empresas em Portugal tentaram recrutar trabalhadores dentro da UE no mesmo período. Aproximadamente 71% das empresas indica que não tenta contratar colaboradores fora de Portugal.

55% das empresas que não contrataram trabalhadores fora da União Europeia indicam que não tiveram essa necessidade, 8% indicam que os processos administrativos e de imigração são “demasiado complexos” e 8% indica não possuir a informação necessária para recrutar colaboradores fora da UE.

Quanto às empresas que recrutaram fora da EU, cerca de 18% afirma procurar colaboradores na área da construção, 12% procura engenheiros industriais ou mecânicos e 9% procura trabalhadores na área da informática e tecnologia.

A maioria (46%) refere não ter encontrado “nenhum obstáculo particular” à contratação de mão-de-obra proveniente de fora da União Europeia. Por sua vez, 23% refere que a principal dificuldade sentida foi a de encontrar candidatos adequados, e outros 18% menciona não ter departamento de RH com capacidade de gerir esse tipo de processos, devido a falta de colaboradores.

A nível geral, cerca de 1 em cada 7 pequenas e médias empresas na União Europeia tentou contratar colaboradores em territórios fora da UE entre 2024 e 2025 (14%) e a grande maioria (85% a 90%) escolhe gerir sozinha os processos de recrutamento, embora esteja “pouco sensibilizada” para essa tarefa.

Ainda aproximadamente 31% das PME inquiridas na União Europeia mencionaram que a contratação de pessoal fora da UE poderia ser melhorada caso tivessem maior apoio financeiro, 25% das PME pede mais informação e orientação no processo e 23% pede maior assistência na procura por candidatos.

O Eurobarómetro teve como base inquéritos telefónicos realizados entre 1 e 17 de dezembro 2025, realizados a PME dentro da União Europeia, com até 249 trabalhadores. Em Portugal foram entrevistadas 500 empresas.

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Prémios distinguem quem humaniza cuidados de saúde em Portugal https://portuguese.hcntimes.com/premios-distinguem-quem-humaniza-cuidados-de-saude-em-portugal/ https://portuguese.hcntimes.com/premios-distinguem-quem-humaniza-cuidados-de-saude-em-portugal/#respond Tue, 02 Jun 2026 06:20:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/premios-distinguem-quem-humaniza-cuidados-de-saude-em-portugal/ Prémios distinguem quem humaniza cuidados de saúde em Portugal

Estão abertas as candidaturas para a primeira edição dos Prémios Empatia na Saúde, iniciativa do movimento Princípio Ativo que quer reconhecer profissionais, cuidadores e projectos centrados na pessoa Já podem ser submetidas as nomeações para a 1.ª edição dos Prémios Empatia na Saúde, uma iniciativa do movimento Princípio Ativo. O objectivo é distinguir quem, no […]

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Prémios distinguem quem humaniza cuidados de saúde em Portugal

Estão abertas as candidaturas para a primeira edição dos Prémios Empatia na Saúde, iniciativa do movimento Princípio Ativo que quer reconhecer profissionais, cuidadores e projectos centrados na pessoa

Já podem ser submetidas as nomeações para a 1.ª edição dos Prémios Empatia na Saúde, uma iniciativa do movimento Princípio Ativo. O objectivo é distinguir quem, no universo da saúde em Portugal, demonstra práticas mais humanizadas e foco real na pessoa doente — sejam profissionais, cuidadores informais ou projectos estruturados.

Podem ser nomeados médicos, enfermeiros, psicólogos, técnicos e assistentes, mas também familiares, amigos de doentes ou responsáveis por iniciativas com impacto positivo na promoção da empatia. Fica claro no regulamento que as candidaturas têm de ser apresentadas por terceiros; auto-candidaturas não são aceites.

Ana Ramos, fundadora do Princípio Ativo, conta que “ao longo do meu percurso, e também nas salas de espera dos hospitais, aprendi que a empatia pode fazer a diferença na forma como os doentes vivem a doença, aderem aos tratamentos e enfrentam os momentos mais difíceis”. E reforça: “Estes prémios surgem para reconhecer e dar visibilidade a pessoas e projectos que colocam verdadeiramente a pessoa no centro dos cuidados.”

O júri junta nomes de diferentes áreas: António Lacerda Sales, médico e antigo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde; Beatriz de Sousa Viegas, fundadora da OncoGlam; Francisca Rêgo, professora auxiliar na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto; Hugo Rodrigues, médico pediatra e criador do projecto Pediatria para Todos; Nuno Teixeira, músico e membro dos Dealema (FUSE); e Paula Rebelo, jornalista da RTP.

A avaliação das nomeações terá em conta critérios como a evidência de prática empática, o impacto no bem-estar dos utentes, a consistência da actuação e o potencial de replicabilidade. Serão atribuídos até cinco prémios, havendo ainda um reconhecimento especial para quem propõe as candidaturas.

O período para submeter nomeações decorre até 9 de agosto de 2026, através do formulário disponível em: https://shre.ink/premioempatianasaude.

PR/HN/MM

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Portugal vai a votos na quarta-feira para regressar ao Conselho de Segurança da ONU https://portuguese.hcntimes.com/portugal-vai-a-votos-na-quarta-feira-para-regressar-ao-conselho-de-seguranca-da-onu/ https://portuguese.hcntimes.com/portugal-vai-a-votos-na-quarta-feira-para-regressar-ao-conselho-de-seguranca-da-onu/#respond Tue, 02 Jun 2026 01:44:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/portugal-vai-a-votos-na-quarta-feira-para-regressar-ao-conselho-de-seguranca-da-onu/ Portugal vai a votos na quarta-feira para regressar ao Conselho de Segurança da ONU

A Assembleia Geral das Nações Unidas decide esta quarta-feira a eleição dos novos membros não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas para ao biénio 2027-2028 , com Portugal a disputar um dos lugares da Europa Ocidental frente à Alemanha e à Áustria. O nosso país concorre a um quarto mandato com a candidatura lançada […]

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Portugal vai a votos na quarta-feira para regressar ao Conselho de Segurança da ONU

A Assembleia Geral das Nações Unidas decide esta quarta-feira a eleição dos novos membros não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas para ao biénio 2027-2028 , com Portugal a disputar um dos lugares da Europa Ocidental frente à Alemanha e à Áustria. O nosso país concorre a um quarto mandato com a candidatura lançada em 2013 e que tem como lema “Prevenção, Parceria, Proteção”.

Portugal vai a votos na quarta-feira, 3 de junho de 2026, na Assembleia Geral das Nações Unidas, para tentar conquistar um lugar como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU para o biénio de 2027-2028. Portugal disputa um dos dois lugares atribuídos ao grupo regional da “Europa Ocidental e Outros Estados” contra a Alemanha e a Áustria. A votação é realizada por voto secreto pelos 193 Estados-membros da Assembleia Geral da ONU.

Esta poderá vir a ser a quarta vez que Portugal assume funções neste órgão decisório da ONU, tendo cumprido mandatos anteriores nos biénios de 1979-1980, 1997-1998 e 2011-2012. Embora o Ministério dos Negócios Estrangeiros expresse confiança devido à reputação do país na diplomacia internacional, antigos diplomatas portugueses alertam para o facto de ser uma eleição altamente competitiva devido ao grande peso geopolítico da Alemanha e à forte presença da Áustria.

A estratégia diplomática de Portugal, apresentada formalmente pelo Primeiro-ministro Luís Montenegro, foca-se no reforço do multilateralismo num contexto global tenso. A campanha assenta em três prioridades fundamentais: investimento focado em diplomacia preventiva e na mediação de conflitos globais; construção de pontes estáveis entre os diferentes blocos mundiais e órgãos regionais; com especial foco na defesa do direito internacional, na segurança humana e no combate a ameaças climáticas emergentes.

Países concorrentes

Trinidad e Tobago e Zimbábue concorrem sem oposição às vagas disponíveis para o Grupo da América Latina e das Caraíbas e para o Grupo Africano, respetivamente.

Áustria, Alemanha e Portugal disputam as duas vagas do Grupo da Europa Ocidental e Outros, enquanto o Quirguistão e as Filipinas concorrem à vaga reservada para o Grupo da Ásia-Pacífico.

Com a entrada de cinco novos membros não permanentes em janeiro de 2027, para um mandato de dois anos, estão de saída em dezembro próximo a Dinamarca, Grécia, Paquistão, Panamá e Somália.

Dos sete países que vão a eleições, apenas o Quirguistão nunca foi membro do Conselho de Segurança da ONU.

A Alemanha já serviu seis mandatos como membro não permanente, as Filipinas quatro mandatos, Portugal e a Áustria já estiveram três vezes no Conselho de Segurança cada, o Zimbábue duas vezes e a Trindade e Tobago garantiu uma vaga uma única vez.

Três lugares não permanentes são sempre atribuídos a África. É oferecido um lugar para eleição a cada ano civil par, e dois lugares ficam disponíveis nos anos ímpares.

Embora tenham existido exceções, as eleições para os lugares atribuídos a África não são geralmente disputados, dado que o Grupo Africano mantém um padrão estabelecido de rotação entre as suas cinco sub-regiões: Norte de África, África Austral, África Oriental, África Ocidental e África Central.

Portugal com hipóteses

Portugal, que concorre sob o lema “Prevenção, Parceria, Proteção”, pode ser eleito para o Conselho de Segurança no mesmo ano em que António Guterres termina o segundo mandato de cinco anos como secretário-geral da ONU.

Portugal já foi membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU nos biénios 1979-1980, 1997-1998 e 2011-2012.

De acordo com as regras da ONU, mesmo que um país concorra sem oposição, deverá obter os votos de dois terços dos Estados-membros presentes e votantes na sessão da Assembleia-Geral para garantir um assento no Conselho.

Isso significa que um mínimo de 129 votos favoráveis é necessário para se ganhar um assento, se todos os 193 Estados-membros da ONU estiverem presentes e votarem.

Os Estados-membros que se abstiverem são considerados como não votantes e os votos em branco não são contabilizados. A votação é secreta.

De acordo com o artigo 19.º da Carta da ONU, um Estado-membro pode ser excluído da votação como resultado de atrasos no pagamento de contribuições financeiras.

As eleições deste ano acontecem num momento particularmente difícil da dinâmica do Conselho, que tem sido palco de fortes discordâncias e debates sob dossiês como as guerras na Ucrânia, em Gaza ou no Irão.

O Conselho de Segurança é composto por 15 membros, cinco permanentes – China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos da América – e 10 não permanentes


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Três veículos envolvidos em colisão rodoviária em Loures – Portugal https://portuguese.hcntimes.com/tres-veiculos-envolvidos-em-colisao-rodoviaria-em-loures-portugal/ https://portuguese.hcntimes.com/tres-veiculos-envolvidos-em-colisao-rodoviaria-em-loures-portugal/#respond Mon, 01 Jun 2026 22:00:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/tres-veiculos-envolvidos-em-colisao-rodoviaria-em-loures-portugal/ Três veículos envolvidos em colisão rodoviária em Loures – Portugal

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Três veículos envolvidos em colisão rodoviária em Loures – Portugal


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Opta já fez as previsões para o Mundial: Portugal tem 7% de probabilidades de vencer e Espanha é a favorita – Mundial 2026 https://portuguese.hcntimes.com/opta-ja-fez-as-previsoes-para-o-mundial-portugal-tem-7-de-probabilidades-de-vencer-e-espanha-e-a-favorita-mundial-2026/ https://portuguese.hcntimes.com/opta-ja-fez-as-previsoes-para-o-mundial-portugal-tem-7-de-probabilidades-de-vencer-e-espanha-e-a-favorita-mundial-2026/#respond Mon, 01 Jun 2026 18:14:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/opta-ja-fez-as-previsoes-para-o-mundial-portugal-tem-7-de-probabilidades-de-vencer-e-espanha-e-a-favorita-mundial-2026/ Opta já fez as previsões para o Mundial: Portugal tem 7% de probabilidades de vencer e Espanha é a favorita – Mundial 2026

18:56 O famoso Supercomputador divulgou as hipóteses que as principais seleções têm de chegar às fases adiantadas Adicione como fonte preferencial no Google A Opta, uma das principais empresas globais de dados e estatísticas desportivas, fez a sua habitual previsão dos possíveis vencedores antes dos grandes torneios e indicou que Portugal […]

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Opta já fez as previsões para o Mundial: Portugal tem 7% de probabilidades de vencer e Espanha é a favorita – Mundial 2026

O famoso Supercomputador divulgou as hipóteses que as principais seleções têm de chegar às fases adiantadas


Adicione como
fonte preferencial no Google


A Opta, uma das principais empresas globais de dados e estatísticas desportivas, fez a sua habitual previsão dos possíveis vencedores antes dos grandes torneios e indicou que Portugal está em 5.º lugar com 7% de hipóteses de vencer o Mundial’2026.


A seleção comandada por Roberto Martínez apresenta ainda 13% de probabilidades de chegar à final, 23,7% de atingir as meias-finais e 40,2% de alcançar os quartos de final.


A favorita à conquista do troféu é a campeã europeia Espanha com 16,1%, seguida de França (13%), Inglaterra (11,2%) e Argentina (10,4%).


Abaixo da seleção das Quinas, surgem outros candidatos como Brasil (6,6%), Alemanha (5,1%), Holanda (3,6%) e Noruega (3,5%).


Por: J.M.



Espanha é a favorita para vencer o Mundial 2026, Portugal tem 7% de hipóteses


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Portugal é dos países da UE com mais dificuldade em encontrar trabalhadores qualificados https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-dos-paises-da-ue-com-mais-dificuldade-em-encontrar-trabalhadores-qualificados/ https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-dos-paises-da-ue-com-mais-dificuldade-em-encontrar-trabalhadores-qualificados/#respond Mon, 01 Jun 2026 13:40:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-dos-paises-da-ue-com-mais-dificuldade-em-encontrar-trabalhadores-qualificados/ Portugal é dos países da UE com mais dificuldade em encontrar trabalhadores qualificados

01 de junho 2026 às 14:40 As pequenas e médias empresas (PME) portuguesas enfrentam crescentes dificuldades para encontrar trabalhadores com as competências adequadas às suas necessidades. A conclusão é de um novo Eurobarómetro, que coloca Portugal como o terceiro país da União Europeia onde as empresas mais sentem obstáculos no recrutamento de talento qualificado. Segundo […]

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Portugal é dos países da UE com mais dificuldade em encontrar trabalhadores qualificados

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As pequenas e médias empresas (PME) portuguesas enfrentam crescentes dificuldades para encontrar trabalhadores com as competências adequadas às suas necessidades. A conclusão é de um novo Eurobarómetro, que coloca Portugal como o terceiro país da União Europeia onde as empresas mais sentem obstáculos no recrutamento de talento qualificado.

Segundo o estudo, 35% das PME nacionais afirmam ter “muita dificuldade” em contratar profissionais com as competências exigidas para os postos de trabalho disponíveis. Trata-se da terceira percentagem mais elevada da União Europeia, a par do Luxemburgo, apenas superada por Chipre (39%) e Malta (38%).

Os dados revelam um dos principais desafios do mercado de trabalho português: a crescente dificuldade em alinhar as qualificações dos candidatos com as necessidades das empresas, num contexto marcado pela transformação digital, novas exigências técnicas e falta de mão-de-obra especializada.

Para responder à escassez de talento, muitas empresas têm procurado alternativas fora das fronteiras nacionais. Cerca de 15% das PME portuguesas dizem ter tentado recrutar trabalhadores fora da União Europeia nos últimos dois anos, enquanto 18% procuraram candidatos noutros Estados-membros.

Apesar disso, a contratação internacional continua a ser uma exceção. A maioria das empresas (71%) garante que não procura trabalhadores fora de Portugal.

Competências certas são cada vez mais valorizadas

Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, a identificação e valorização das competências profissionais tornou-se um fator decisivo tanto para empregadores como para candidatos.

Ferramentas como um avaliador de CV podem ajudar profissionais a destacar competências técnicas e comportamentais relevantes para cada função, tornando os currículos mais eficazes e alinhados com as expectativas das empresas.

Ao mesmo tempo, permitem às organizações receber candidaturas mais estruturadas e ajustadas às necessidades reais de recrutamento, contribuindo para reduzir o desfasamento entre oferta e procura de talento.

Veja aqui o avaliador de currículos

A crescente importância das competências específicas é visível nos setores que mais recorrem ao recrutamento internacional. Entre as empresas portuguesas que contratam trabalhadores fora da UE, 18% procuram profissionais para a construção civil, 12% engenheiros industriais ou mecânicos e 9% especialistas em informática.

Entre as organizações que recrutam fora da União Europeia, 23% identificam a dificuldade em encontrar candidatos adequados como o principal obstáculo. Outros 18% admitem não dispor de recursos humanos suficientes para gerir processos de recrutamento internacional.

Ainda assim, 46% afirmam não ter encontrado obstáculos significativos na contratação de trabalhadores estrangeiros.

Já entre as empresas que optam por não recrutar fora da UE, mais de metade (55%) explica que simplesmente não necessita desse tipo de contratação. Outros 8% consideram os procedimentos administrativos e de imigração demasiado complexos, enquanto igual percentagem admite não possuir informação suficiente para avançar com esses processos.

Escassez de talento é um problema europeu

O fenómeno não se limita a Portugal. Em toda a União Europeia, cerca de uma em cada sete PME tentou contratar trabalhadores fora do espaço europeu nos últimos dois anos.

Segundo o Eurobarómetro, as empresas defendem mais apoio para ultrapassar a escassez de competências. Cerca de 31% consideram que a contratação internacional seria facilitada com mais apoio financeiro, 25% pedem mais informação e orientação e 23% reclamam assistência na procura de candidatos.

Citada num comunicado da Comissão Europeia (CE), a vice-presidente da CE com a pasta dos Direitos Sociais, Competências, Emprego de Qualidade e Preparação sublinha que as PME desempenham um papel essencial na economia europeia e necessitam de acesso a trabalhadores qualificados para manterem a competitividade.

“Ao capacitar as PME com os canais de informação e apoio adequados, podemos facilitar contratação de trabalhadores estrangeiros qualificados para atenuar a escassez de mão-de-obra e de competências na União Europeia”, afirmou Roxana Mînzatu.

O Eurobarómetro foi realizado entre 1 e 17 de dezembro de 2025 junto de 12.900 pequenas e médias empresas dos 27 Estados-membros da União Europeia. Em Portugal foram inquiridas 500 empresas.

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Fortaleza de Sagres entre os finalistas das Novas 7 Maravilhas de Portugal https://portuguese.hcntimes.com/fortaleza-de-sagres-entre-os-finalistas-das-novas-7-maravilhas-de-portugal/ https://portuguese.hcntimes.com/fortaleza-de-sagres-entre-os-finalistas-das-novas-7-maravilhas-de-portugal/#respond Mon, 01 Jun 2026 10:17:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/fortaleza-de-sagres-entre-os-finalistas-das-novas-7-maravilhas-de-portugal/ Fortaleza de Sagres entre os finalistas das Novas 7 Maravilhas de Portugal

As Novas 7 Maravilhas de Portugal anunciaram oficialmente os 147 patrimónios finalistas que seguem para a próxima fase do concurso nacional dedicado à valorização e promoção do património português. A lista dos sítios concorrentes pode ser consultada em 7maravilhas.pt. A Fortaleza de Sagres é um dos sítios selecionados na categoria Castelos e a continuidade da […]

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Fortaleza de Sagres entre os finalistas das Novas 7 Maravilhas de Portugal

As Novas 7 Maravilhas de Portugal anunciaram oficialmente os 147 patrimónios finalistas que seguem para a próxima fase do concurso nacional dedicado à valorização e promoção do património português. A lista dos sítios concorrentes pode ser consultada em 7maravilhas.pt.

A Fortaleza de Sagres é um dos sítios selecionados na categoria Castelos e a continuidade da candidatura depende agora dos resultados da votação popular, que pode ser feita por telefone (761207087) e na app TVI Pass. Só os sítios mais votados irão participar nas próximas fases do concurso, que começam com as meias-finais regionais, já a partir de 13 de junho, com transmissão em direto na TVI.

A edição de 2026 assinala o regresso das 7 Maravilhas de Portugal, vinte anos após a primeira edição, tendo sido recebidas 629 candidaturas de todo o território nacional, distribuídas por 7 categorias: Castelos, Religião, História, Grandes Obras, Século XX, Século XXI e Turismo. Um painel de 140 especialistas, identificado pelas entidades do Conselho Científico, selecionou os patrimónios que passaram a esta nova fase e que serão sujeitos a votação do público.

A iniciativa em curso constitui uma forma de contribuir para a valorização e salvaguarda do património nacional e promover as tradições culturais, as comunidades, os territórios, fortalecendo a sua identidade e divulgando destinos turísticos de relevo.

Luís Segadães, presidente das 7 Maravilhas de Portugal®, assume que “o legado das 7 Maravilhas recorda-nos que o património não é apenas memória do passado, mas também uma ponte para o futuro.

Nuno Santana, CEO da NIU Experience Agency, “o projeto das Novas 7 Maravilhas de Portugal® mostra que o património é uma força viva, capaz de unir o país em torno da sua história e identidade. O impacto ultrapassou a valorização cultural, promovendo o turismo, a economia local e o reconhecimento internacional de Portugal”.

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