América do Sul Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/america-do-sul/ Atualizações diárias de notícias portuguesas Tue, 23 Jun 2026 10:17:00 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://portuguese.hcntimes.com/wp-content/uploads/2022/03/cropped-hcntimes_favicon1-32x32.png América do Sul Archives - Portuguese.HCNTimes.com https://portuguese.hcntimes.com/ct/america-do-sul/ 32 32 A virada da Colômbia e a nova aposta dos mercados na América do Sul https://portuguese.hcntimes.com/a-virada-da-colombia-e-a-nova-aposta-dos-mercados-na-america-do-sul/ https://portuguese.hcntimes.com/a-virada-da-colombia-e-a-nova-aposta-dos-mercados-na-america-do-sul/#respond Tue, 23 Jun 2026 10:17:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/a-virada-da-colombia-e-a-nova-aposta-dos-mercados-na-america-do-sul/ A virada da Colômbia e a nova aposta dos mercados na América do Sul

A eleição colombiana entregou um resultado estreito, polarizado e ainda sujeito ao ruído típico de uma transição política sensível. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Abelardo de la Espriella venceu Iván Cepeda por margem pequena, apoiado em uma plataforma de segurança pública, enfrentamento ao crime organizado, reabertura do setor de petróleo e gás, […]

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A virada da Colômbia e a nova aposta dos mercados na América do Sul

A eleição colombiana entregou um resultado estreito, polarizado e ainda sujeito ao ruído típico de uma transição política sensível.

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Abelardo de la Espriella venceu Iván Cepeda por margem pequena, apoiado em uma plataforma de segurança pública, enfrentamento ao crime organizado, reabertura do setor de petróleo e gás, redução do peso do Estado e maior alinhamento com os Estados Unidos.

É uma agenda que fala diretamente a algumas das principais frustrações recentes do eleitorado colombiano: baixo crescimento, piora da segurança, pressão fiscal e sensação de esgotamento do ciclo político anterior.

Para os mercados, porém, o ponto mais importante talvez não esteja apenas em Bogotá. A vitória na Colômbia parece confirmar uma dinâmica regional mais ampla: depois de um período em que a América Latina foi marcada por governos de esquerda ou por agendas mais intervencionistas, parte relevante do eleitorado passou a testar alternativas mais à direita, com maior ênfase em segurança, austeridade, reformas, abertura ao investimento e aproximação com os Estados Unidos.

Argentina, Chile, Bolívia, Equador, Peru e agora Colômbia aparecem, cada uma à sua maneira, como peças desse tabuleiro. O Brasil, por sua dimensão econômica e por ainda carregar uma combinação complexa de juros altos, fiscal frágil e eleição no horizonte, naturalmente passa a ser observado dentro dessa mesma lente.

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Fontes: Austral Research

O caso colombiano ajuda a explicar por que a América Latina voltou ao radar de investidores globais. A região combina ativos historicamente descontados, moedas sensíveis ao ciclo global, empresas ligadas a commodities e mercados locais muito dependentes de credibilidade fiscal.

Quando surge a percepção de que governos podem caminhar para agendas mais previsíveis, a reprecificação costuma ser rápida. O investidor não precisa enxergar uma solução perfeita; basta perceber que o risco de deterioração ficou menor e que a assimetria melhorou.

Acontece que o fio condutor dos países da região é semelhante: eleitores cansados de baixo crescimento, insegurança, inflação, deterioração fiscal ou políticas pouco amigáveis ao capital privado passaram a premiar discursos de ruptura com o status quo. Para os mercados, isso cria uma narrativa de “normalização” regional.

A palavra normalização, aqui, precisa ser usada com cuidado. Não significa ausência de risco, nem garante desempenho positivo de ativos. Significa apenas que parte da região começa a sinalizar maior tolerância a agendas de ajuste, segurança e investimento privado. Em economias emergentes, isso pode fazer muita diferença.

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O juro longo cai quando o fiscal parece mais crível; a moeda melhora quando o investidor acredita que o país vai atrair capital; a bolsa sobe quando empresas deixam de ser avaliadas sob risco crescente de intervenção, congelamento regulatório ou deterioração institucional.

Mercados gostam de direção, mas cobram execução

A reação positiva dos ativos colombianos não começou no dia da vitória. Ao longo das semanas anteriores, a melhora das chances de De la Espriella já havia sido incorporada no câmbio, nos juros locais e na bolsa. Desde o primeiro turno, o peso se valorizou, os yields soberanos recuaram e o mercado reduziu parte do prêmio que havia sido embutido na Colômbia durante o governo Petro.

Isso ajuda a explicar por que o resultado tende a ser recebido de maneira construtiva, mas sem euforia ilimitada. A eleição removeu um risco de cauda, mas não eliminou a necessidade de entrega.

Essa distinção é fundamental. Mercados emergentes costumam reprecificar rapidamente quando percebem uma mudança de regime político. A simples possibilidade de consolidação fiscal, normalização regulatória e retomada do investimento privado pode derrubar prêmios de risco antes mesmo de qualquer medida ser aprovada.

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Mas, depois da eleição, o mercado deixa de comprar apenas a promessa e passa a olhar a execução: nomes do gabinete, capacidade de formar coalizões, relação com o Congresso, desenho do orçamento, respeito às instituições e consistência da política econômica.

Fonte: Oxford Economics

A Colômbia mudou o sinal, mas ainda não mudou a realidade

A agenda de De la Espriella tem elementos que, em tese, agradam ao mercado: promessa de consolidação fiscal, menor carga regulatória, incentivos ao investimento privado, revisão da política energética e postura mais dura contra grupos armados. O setor de petróleo e gás é especialmente relevante.

A Colômbia precisa preservar receitas externas, investimento e segurança energética; por isso, uma política menos restritiva para exploração, produção e infraestrutura tende a ser vista como positiva por investidores.

Ainda assim, a Colômbia não virou, de uma hora para outra, uma história simples. O novo presidente chega com pouca experiência institucional, base parlamentar limitada e necessidade de negociar com partidos tradicionais. A margem apertada reforça a polarização e reduz o capital político inicial.

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Além disso, parte da transição pode ser marcada por disputas legais, questionamentos políticos e resistência de grupos alinhados ao governo anterior. A governabilidade será, portanto, o verdadeiro teste. A vitória muda o balanço de riscos, mas não substitui coalizão, orçamento, credibilidade fiscal e execução administrativa.

Esse ponto importa porque o prêmio de risco nos mercados emergentes não depende apenas da orientação ideológica do governo. Depende da percepção de previsibilidade. Um governo pró-mercado, mas sem capacidade de aprovar reformas, pode frustrar expectativas. Um governo com agenda ambiciosa, mas disposto a tensionar instituições, pode elevar a incerteza.

O melhor cenário para ativos colombianos seria uma combinação de disciplina fiscal, normalização do setor energético, melhora da segurança e respeito aos contrapesos institucionais. O pior seria transformar uma vitória eleitoral em um conflito permanente entre Executivo, Congresso, Judiciário e oposição.

E o Brasil?

O Brasil entra nessa discussão por contraste. Enquanto parte da América do Sul passa a precificar uma inflexão mais pró-mercado, os ativos brasileiros seguem pressionados por dúvidas fiscais, inflação resistente, juros elevados e ruídos na comunicação de política monetária. Isso não significa que o país esteja condenado a ficar para trás.

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Pelo contrário: justamente por ter mercado grande, empresas líquidas e ativos negociando com desconto, o Brasil poderia se beneficiar de uma eventual melhora de expectativas. Mas, para isso, precisaria entregar sinais mais claros de responsabilidade fiscal, previsibilidade institucional e compromisso com a convergência da inflação.

A eleição colombiana, portanto, funciona como um lembrete. A região está mostrando que mudanças de percepção podem ocorrer rapidamente quando o investidor enxerga uma virada de regime. O Brasil ainda não deu esse sinal de forma inequívoca, mas será naturalmente comparado aos vizinhos à medida que o calendário eleitoral se aproxima.

A vitória de De la Espriella é positiva para a leitura de mercado da Colômbia e reforça a narrativa de uma América do Sul em transição. Ainda assim, o entusiasmo precisa ser calibrado.

A primeira fase da reprecificação já ocorreu: a vitória da oposição foi antecipada, o peso se fortaleceu, os juros caíram e a bolsa colombiana avançou.

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A segunda fase será mais difícil. Ela dependerá de gabinete, coalizão, orçamento, segurança pública, política energética e capacidade de transformar discurso em resultados.

Para os investidores, a mensagem é construtiva, mas não ingênua. A região parece caminhar para um ambiente mais favorável ao capital, à disciplina macroeconômica e à previsibilidade regulatória. Isso é bom para mercados. Mas a distância entre promessa e implementação costuma ser grande.

A Colômbia deu um passo importante. Agora precisa mostrar que consegue governar. E o restante da região, Brasil incluído, será observado à luz dessa mesma pergunta: a mudança política será suficiente para mudar também a trajetória econômica?

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Quem o Brasil enfrenta no mata-mata da Copa do Mundo de 2026? Veja possíveis cenários https://portuguese.hcntimes.com/quem-o-brasil-enfrenta-no-mata-mata-da-copa-do-mundo-de-2026-veja-possiveis-cenarios/ https://portuguese.hcntimes.com/quem-o-brasil-enfrenta-no-mata-mata-da-copa-do-mundo-de-2026-veja-possiveis-cenarios/#respond Tue, 23 Jun 2026 10:12:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/quem-o-brasil-enfrenta-no-mata-mata-da-copa-do-mundo-de-2026-veja-possiveis-cenarios/ Quem o Brasil enfrenta no mata-mata da Copa do Mundo de 2026? Veja possíveis cenários

O Brasil tem diferentes caminhos possíveis no mata-mata da Copa do Mundo 2026. Se confirmar a liderança do Grupo C, a Seleção enfrentará o segundo colocado do Grupo F — atualmente, o Japão — em duelo marcado para o dia 29 de junho, às 14h (de Brasília). Já uma classificação em segundo lugar colocaria a […]

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Quem o Brasil enfrenta no mata-mata da Copa do Mundo de 2026? Veja possíveis cenários

O Brasil tem diferentes caminhos possíveis no mata-mata da Copa do Mundo 2026. Se confirmar a liderança do Grupo C, a Seleção enfrentará o segundo colocado do Grupo F — atualmente, o Japão — em duelo marcado para o dia 29 de junho, às 14h (de Brasília). Já uma classificação em segundo lugar colocaria a equipe diante do líder da chave, hoje a Holanda. Confira abaixo os possíveis adversários e datas da Seleção na fase eliminatória.

CONSULTE A TABELA DA COPA DO MUNDO 2026 COM DATAS E HORÁRIOS DOS JOGOS

Classificação do Grupo C da Copa do Mundo 2026

  • 1º lugar – Brasil: 4 pontos
  • 2º lugar – Marrocos: 4 pontos
  • 3º lugar – Escócia: 3 pontos
  • 4º lugar – Haiti: 0 pontos

Quem o Brasil enfrenta na segunda fase da Copa do Mundo de 2026?

O líder do Grupo C enfrenta o segundo colocado do Grupo F. Já o primeiro do Grupo F encara o vice do Grupo C.

  • Se o Brasil terminar em 1º lugar do Grupo C, enfrentará o 2º colocado do Grupo F, que hoje é o Japão.
  • Se avançar em 2º lugar, terá pela frente o líder do Grupo F, atualmente a Holanda.
  • Caso se classifique como um dos melhores terceiros colocados, o adversário será o primeiro colocado de um dos grupos A, E ou I, conforme a definição do chaveamento.

A situação do Grupo F ainda pode mudar na última rodada. A Suécia, que soma três pontos, segue com chances de terminar entre os dois primeiros. Para isso, precisa vencer o Japão e torcer por uma combinação de resultados que a coloque na zona de classificação direta ao mata-mata.

Se o Brasil avançar: datas do mata-mata

Se avançar em primeiro lugar do grupo, o Brasil jogará a segunda fase no dia 29 de junho, uma segunda-feira, às 14h. As oitavas de final seriam disputadas em 5 de julho, domingo, às 17h.

Neste cenário, as quartas de final aconteceriam em 11 de julho, sábado, às 18h. A semifinal está prevista para 15 de julho, quarta-feira, às 16h. Já a final da Copa do Mundo será disputada em 18 de julho, sábado, às 18h.

  • 2ª fase: 29 de junho (segunda), às 14h
  • Oitavas de final: 5 de julho (domingo), às 17h
  • Quartas de final: 11 de julho (sábado), às 18h
  • Semifinal: 15 de julho (quarta), às 16h
  • Final: 18 de julho (sábado), às 18h

Cenário 2: Se o Brasil avançar em 2º lugar

Já se a seleção brasileira avançar em segundo lugar do grupo, o caminho muda já na segunda fase. O jogo seria disputado também em 29 de junho, mas às 22h.

As oitavas de final aconteceriam em 4 de julho, sábado, às 14h. As quartas seriam realizadas em 9 de julho, quinta-feira, às 17h.

A semifinal, neste chaveamento, está marcada para 14 de julho, terça-feira, às 16h. A decisão do torneio permanece no dia 18 de julho, sábado, às 18h.

  • 2ª fase: 29 de junho (segunda), às 22h
  • Oitavas de final: 4 de julho (sábado), às 14h
  • Quartas de final: 9 de julho (quinta), às 17h
  • Semifinal: 14 de julho (terça), às 16h
  • Final: 18 de julho (sábado), às 18h

Quantos times passam na fase de grupos da Copa do Mundo 2026?

Com a mudança no formato do torneio, a Copa do Mundo 2026 contará com 48 seleções disputando a taça. Desse total, 32 times passam na fase de grupos para a primeira etapa eliminatória (o mata-mata). Nesta edição, as seleções são divididas em 12 grupos de 4 integrantes. Avançam para a fase de 16 avos de final os dois primeiros colocados de cada grupo, além dos 8 melhores terceiros colocados gerais.

Como funciona a classificação da Copa do Mundo 2026?

Cada seleção disputa três jogos dentro do seu grupo. A vitória vale 3 pontos, o empate 1 e a derrota 0. Em caso de igualdade de pontos, os critérios de desempate são: saldo de gols, gols marcados e confronto direto.

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026?

  • Grupo A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;
  • Grupo B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
  • Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
  • Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
  • Grupo E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
  • Grupo F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
  • Grupo G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
  • Grupo H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
  • Grupo I: França, Senegal, Iraque, e Noruega;
  • Grupo J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
  • Grupo K: Portugal, República Democrática do Congo, Uzbequistão e Colômbia;
  • Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

Quando será o próximo jogo do Brasil?

A Seleção Brasileira entra em campo na próxima quarta-feira (24), às 19h, contra a Escócia no Hard Rock Stadium, em Miami, pela última rodada da fase de grupos.

Sobre a Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo de 2026 será a primeira edição com 48 seleções e terá jogos realizados nos Estados Unidos, Canadá e México.

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‘Mounjaro do Paraguai’: os números de um mercado multibilionário (e ilegal) no Brasil https://portuguese.hcntimes.com/mounjaro-do-paraguai-os-numeros-de-um-mercado-multibilionario-e-ilegal-no-brasil/ https://portuguese.hcntimes.com/mounjaro-do-paraguai-os-numeros-de-um-mercado-multibilionario-e-ilegal-no-brasil/#respond Tue, 23 Jun 2026 09:00:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/mounjaro-do-paraguai-os-numeros-de-um-mercado-multibilionario-e-ilegal-no-brasil/ ‘Mounjaro do Paraguai’: os números de um mercado multibilionário (e ilegal) no Brasil

A importação ilegal de canetas emagrecedoras à base de tirzepatida — princípio ativo do Mounjaro — fabricadas no Paraguai deve movimentar R$ 6,5 bilhões em vendas no Brasil este ano, estima o Itaú BBA com base em informações obtidas junto a companhias do setor farmacêutico. Juntamente com os produtos feitos em farmácias de manipulação — […]

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‘Mounjaro do Paraguai’: os números de um mercado multibilionário (e ilegal) no Brasil

A importação ilegal de canetas emagrecedoras à base de tirzepatida — princípio ativo do Mounjaro — fabricadas no Paraguai deve movimentar R$ 6,5 bilhões em vendas no Brasil este ano, estima o Itaú BBA com base em informações obtidas junto a companhias do setor farmacêutico.

Juntamente com os produtos feitos em farmácias de manipulação — segmento sobre o qual a Anvisa tem ampliado a fiscalização para coibir irregularidades —, o “Mounjaro do Paraguai” encabeça um mercado paralelo estimado neste ano em R$ 18,9 bilhões pelo banco. A cifra é 60% maior que as vendas do Mounjaro original no país.

Embora a tirzepatida seja produzida legalmente no Paraguai, a Anvisa proíbe a venda de marcas paraguaias no território nacional. Mesmo assim, o Itaú BBA estima que 3,1 milhões de caixas de produtos paraguaios tenham sido direcionadas ao Brasil nos últimos 12 meses, o equivalente a cerca de 90% da produção total do país vizinho.

O banco também chamou a atenção para a velocidade de crescimento desse mercado ilegal. O relatório estima que, nos últimos 12 meses, o “Mounjaro do Paraguai” movimentou R$ 2,5 bilhões em vendas no Brasil. Ou seja: a demanda deve crescer 160% até o fim do ano.

De acordo com os cálculos do Itaú BBA, o mercado “não monitorado” de canetas emagrecedoras — formado por farmácias de manipulação e produtos contrabandeados — deve crescer 38% até 2030 e alcançar R$ 26,2 bilhões.

O “copo cheio” é que o mercado formal vai crescer mais rapidamente, superando o segmento “cinza” já no ano que vem e chegando a R$ 34,9 bilhões naquele ano, contra R$ 23,5 bilhões previstos para 2026. A entrada de novos medicamentos nacionais similares deve impulsionar essa demanda.

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Peru: perdendo por 40 mil votos, Sánchez tenta anular urnas do exterior https://portuguese.hcntimes.com/peru-perdendo-por-40-mil-votos-sanchez-tenta-anular-urnas-do-exterior/ https://portuguese.hcntimes.com/peru-perdendo-por-40-mil-votos-sanchez-tenta-anular-urnas-do-exterior/#respond Tue, 23 Jun 2026 07:58:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/peru-perdendo-por-40-mil-votos-sanchez-tenta-anular-urnas-do-exterior/ Peru: perdendo por 40 mil votos, Sánchez tenta anular urnas do exterior

O candidato à presidência do Peru pela esquerda, Roberto Sánchez, pediu a anulação dos votos do exterior na eleição, nesta segunda-feira (22/6), ao Jurado Nacional de Elecciones. Sánchez alega irregularidades na votação, mas não apresentou provas. Caso a medida seja atendida, mais de 300 mil votos podem ser anulados. E é justamente no exterior que […]

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Peru: perdendo por 40 mil votos, Sánchez tenta anular urnas do exterior

O candidato à presidência do Peru pela esquerda, Roberto Sánchez, pediu a anulação dos votos do exterior na eleição, nesta segunda-feira (22/6), ao Jurado Nacional de Elecciones. Sánchez alega irregularidades na votação, mas não apresentou provas.

Caso a medida seja atendida, mais de 300 mil votos podem ser anulados. E é justamente no exterior que a candidata da direita, Keiko Fujimori, tem ampla vantagem. Entre quem votou fora do país, Fujimori tem 63,206% da preferência, até a madrugada desta terça-feira (23/6). Ao todo, são 81 mil votos de vantagem, com 99,725% das urnas apuradas.

São eles que impulsionam a liderança de Fujimori. No total, ela tem 40 mil  votos a mais que Sánchez. Entre os que votaram dentro do país, o candidato da esquerda lidera por 40 mil votos.

O partido do esquerdista também já afirmou que não vai reconhecer o resultado das eleições. O Juntos por el Perú disse que não aceitará um resultado sem ter “qualquer dúvida ou controvérsia” e que não vê transparência na forma como o pleito está sendo conduzido.

Eleições acirradas

As eleições deste ano estão sendo marcadas pela diferença mínima de votos entre os dois candidatos. O pleito está sendo acirrado desde o primeiro turno, que teve 35 candidatos. Os dois favoritos, Roberto Sánchez e Keiko Fujimori, não conseguiram alcançar nem mesmo 30% dos votos do eleitorado peruano. Mas, Keiko chegou ao segundo turno com uma leve vantagem em relação ao seu adversário: 17,92% dos votos válidos contra 12,03%.

Quem vencer o pleito, se tornará o 9º presidente do Peru em 10 anos. Diante de uma forte instabilidade política, na última década, nenhum presidente conseguiu finalizar o mandato, foram quatro destituições, duas renúncias e dois mandatos-tampões. O sistema unicameral facilita processos de impeachment e de destituições. Mas, a partir desta eleição, o Peru voltará a ser bicameral, com Câmara e Senado, similar ao sistema brasileiro.

Veja a lista de presidentes recentes do Peru:

  • Pedro Pablo Kuczynski – 2016 a 2018 (renunciou)
  • Martín Vizcarra – 2018 a 2020 (destituído)
  • Manuel Merino – 2020 (ficou no cargo por cinco dias e renunciou)
  • Francisco Sagasti – 2020 a 2021 (mandato temporário)
  • Pedro Castillo – 2021 a 2022 (destituído)
  • Dina Boluarte – 2022 a 2025 (destituído)
  • José Jerí – 2025 a 2026 (destituído)
  • José María Balcázar – 2026 até o momento (mandato temporário)

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Análise: Eleição na Colômbia consolida onda de direita na América do Sul | Blogs | CNN Brasil https://portuguese.hcntimes.com/analise-eleicao-na-colombia-consolida-onda-de-direita-na-america-do-sul-blogs-cnn-brasil/ https://portuguese.hcntimes.com/analise-eleicao-na-colombia-consolida-onda-de-direita-na-america-do-sul-blogs-cnn-brasil/#respond Tue, 23 Jun 2026 07:00:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/analise-eleicao-na-colombia-consolida-onda-de-direita-na-america-do-sul-blogs-cnn-brasil/ Análise: Eleição na Colômbia consolida onda de direita na América do Sul | Blogs | CNN Brasil

A vitória de Abelardo de la Espriella na eleição presidencial colombiana consolida a forte onda de novos governos de direita na América do Sul. Considerando a muito provável confirmação da vitória de Keiko Fujimori no Peru, 7 dos 12 países da região passam a ser governados pela direita. Isso, do ponto de vista ideológico. Do […]

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Análise: Eleição na Colômbia consolida onda de direita na América do Sul | Blogs | CNN Brasil

A vitória de Abelardo de la Espriella na eleição presidencial colombiana consolida a forte onda de novos governos de direita na América do Sul.

Considerando a muito provável confirmação da vitória de Keiko Fujimori no Peru, 7 dos 12 países da região passam a ser governados pela direita. Isso, do ponto de vista ideológico.

Do ponto de vista geopolítico, o alinhamento da Venezuela coloca 8 países sob a órbita de influência direta dos Estados Unidos. Isso se torna ainda mais contundente porque um dos principais temas das eleições na região têm sido os problemas de segurança pública.

Esse é também o principal ângulo da projeção do governo de Donald Trump sobre as Américas, evidenciado em dois documentos: as Estratégias de Defesa e de Segurança publicadas no segundo semestre do ano passado. Elas preveem o deslocamento dos recursos militares e das atenções geopolíticas para a região.

A principal expressão política dessa estratégia é a designação de grupos do crime organizado como terroristas, para justificar a militarização da projeção de poder sobre a região. E os candidatos de direita que têm ganhado as eleições aderem a essa tese.

Veja no mapa interativo abaixo como ficará a distribuição:

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Portugal e o Brasil juntam-se para impulsionar a internacionalização de start-ups do turismo https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-o-brasil-juntam-se-para-impulsionar-a-internacionalizacao-de-start-ups-do-turismo/ https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-o-brasil-juntam-se-para-impulsionar-a-internacionalizacao-de-start-ups-do-turismo/#respond Tue, 23 Jun 2026 05:29:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/portugal-e-o-brasil-juntam-se-para-impulsionar-a-internacionalizacao-de-start-ups-do-turismo/ Portugal e o Brasil juntam-se para impulsionar a internacionalização de start-ups do turismo

Iniciativa, promovida pela Embratur, através do EmbraturLAB, em parceria com o Porto Digital, com apoio do Turismo de Portugal e do Cais do Porto, selecionará dez start-ups para acelerar negócios e inovação no turismo entre os dois países. Denominado “Conexão Luso-BR – Chamada Binacional de Inovação Aberta em Turismo”, o programa pretende selecionar dez empresas […]

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Portugal e o Brasil juntam-se para impulsionar a internacionalização de start-ups do turismo

Iniciativa, promovida pela Embratur, através do EmbraturLAB, em parceria com o Porto Digital, com apoio do Turismo de Portugal e do Cais do Porto, selecionará dez start-ups para acelerar negócios e inovação no turismo entre os dois países.

Denominado “Conexão Luso-BR – Chamada Binacional de Inovação Aberta em Turismo”, o programa pretende selecionar dez empresas tecnológicas para expandirem operações entre os dois países.

“Ao ligar start-ups e empresas de turismo de Portugal e do Brasil, esta iniciativa cria novas oportunidades para desenvolver soluções aplicadas aos desafios da indústria, acelerar a transição digital, aumentar a competitividade dos destinos e gerar valor para empresas, visitantes e territórios”, afirmou o diretor-coordenador da Direção de Estratégia e Conhecimento do Turismo de Portugal, Sérgio Guerreiro, citado num comunicado.

No âmbito desta iniciativa, serão selecionadas cinco start-ups brasileiras e cinco portuguesas com soluções tecnológicas já validadas nos respetivos mercados, numa iniciativa promovida pela Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), o Porto Digital, o Turismo de Portugal e o Cais do Porto.

Segundo o diretor de Gestão e Inovação da Embratur, Roberto Gevaerd, esta iniciativa “une o que há de melhor nos ecossistemas brasileiro e português. Com o suporte técnico e a estrutura de ‘soft landing’ que vamos oferecer, reduzimos as barreiras de entrada e garantimos que essas dez start-ups selecionadas expandam seus negócios com segurança, tração comercial e real ‘fit’ de mercado”.

O programa terá uma duração de cinco meses e destina-se a empresas com produtos ou serviços tecnológicos já comercializados e preparadas para iniciar processos de internacionalização.

A operação técnica ficará a cargo do Porto Digital, no Brasil, e do Cais do Porto, em Portugal, que serão responsáveis pelo acompanhamento das ‘startups’ selecionadas e pela disponibilização de programas de ‘soft landing’, destinados a facilitar a entrada das empresas nos mercados de destino.

As start-ups portuguesas selecionadas terão acesso à infraestrutura do Porto Digital, no Recife, no estado brasileiro de Pernambuco, enquanto as empresas brasileiras serão integradas no ecossistema de inovação da região de Aveiro.

Entre os objetivos definidos estão a promoção da internacionalização de soluções tecnológicas para o turismo, o apoio à captação de clientes nos mercados de destino, o reforço da cooperação institucional entre Portugal e Brasil e a criação de um modelo de inovação aberta passível de ser replicado noutros mercados.


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Cabo Verde continua a surpreender, com o Uruguai à beira da eliminação na Copa do Mundo da FIFA 2026™. https://portuguese.hcntimes.com/cabo-verde-continua-a-surpreender-com-o-uruguai-a-beira-da-eliminacao-na-copa-do-mundo-da-fifa-2026/ https://portuguese.hcntimes.com/cabo-verde-continua-a-surpreender-com-o-uruguai-a-beira-da-eliminacao-na-copa-do-mundo-da-fifa-2026/#respond Tue, 23 Jun 2026 05:22:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/cabo-verde-continua-a-surpreender-com-o-uruguai-a-beira-da-eliminacao-na-copa-do-mundo-da-fifa-2026/ Cabo Verde continua a surpreender, com o Uruguai à beira da eliminação na Copa do Mundo da FIFA 2026™.

Antes do torneio, o Grupo H era previsto como um confronto entre Espanha e Uruguai. No entanto, Cabo Verde está provando que todas as previsões estavam erradas. Depois de empatar em 0 a 0 com a Espanha na estreia, os representantes africanos surpreenderam novamente, conquistando mais um ponto contra o Uruguai. O ponto alto da […]

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Cabo Verde continua a surpreender, com o Uruguai à beira da eliminação na Copa do Mundo da FIFA 2026™.

Antes do torneio, o Grupo H era previsto como um confronto entre Espanha e Uruguai. No entanto, Cabo Verde está provando que todas as previsões estavam erradas. Depois de empatar em 0 a 0 com a Espanha na estreia, os representantes africanos surpreenderam novamente, conquistando mais um ponto contra o Uruguai.

O ponto alto da partida foi o espírito de luta e o estilo de jogo enérgico de Cabo Verde. A equipe do técnico Bubista não ficou nada a dever aos seus bicampeões mundiais . Aos 21 minutos, Kevin Pina levou a torcida ao delírio com uma cobrança de falta espetacular de quase 30 metros, abrindo o placar para Cabo Verde.

Kevin Pina colocou Cabo Verde em vantagem com um chute de fora da área.

O primeiro gol de Cabo Verde.

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Embora o Uruguai tenha conseguido reagir antes do intervalo com gols de Maxi Araujo e Agustín Cano, virando o jogo para 2 a 1, Cabo Verde não perdeu a confiança. O ponto de virada aconteceu aos 61 minutos, quando Mathias Olivera errou na construção da jogada. Hélio Varela aproveitou a oportunidade, roubando a bola, driblando o goleiro Fernando Muslera e chutando para o gol vazio, empatando a partida em 2 a 2.

Cape Verde tiếp tục gây địa chấn, Uruguay tới bờ vực bị loại tại FIFA World Cup 2026™ - Ảnh 2.

Quando Cabo Verde ficou em desvantagem de 2 a 1, ninguém acreditava que a seleção caribenha marcaria outro gol para empatar o jogo em 2 a 2 (Foto: AP).

Os minutos finais foram de intensa pressão por parte do Uruguai. Maxi Araújo teve uma chance de marcar, mas o gol foi anulado pelo VAR por impedimento. Federico Valverde, Darwin Núñez e Brian Rodríguez também tiveram oportunidades, mas nada puderam fazer contra a corajosa defesa de Cabo Verde.

Cabo Verde empatou em 2-2.

O empate em 2 a 2 mantém Cabo Verde invicto após duas partidas, ao mesmo tempo que mantém vivas as chances de protagonizar um dos maiores contos de fadas da Copa do Mundo da FIFA 2026™. Com apenas 2 pontos em dois jogos, o Uruguai se encontra em uma situação delicada, já que terá que enfrentar a Espanha na última rodada.

Cape Verde tiếp tục gây địa chấn, Uruguay tới bờ vực bị loại tại FIFA World Cup 2026™ - Ảnh 3.

Cabo Verde está se tornando um verdadeiro fenômeno na Copa do Mundo da FIFA 2026™ graças ao seu estilo de jogo disciplinado e espírito de luta incrivelmente resiliente (Foto: AP)

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Se conseguirem manter a disciplina defensiva, as transições rápidas e o espírito de luta destemido, Cabo Verde poderá muito bem dar continuidade à sua trajetória milagrosa no maior evento de futebol do planeta.

Fonte: https://vtv.vn/cape-verde-tiep-tiep-gay-dia-chan-uruguay-toi-bo-vuc-bi-loai-tai-fifa-world-cup-2026-100260622072710498.htm

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Candidato presidencial de esquerda no Peru pede anulação de votos no estrangeiro https://portuguese.hcntimes.com/candidato-presidencial-de-esquerda-no-peru-pede-anulacao-de-votos-no-estrangeiro/ https://portuguese.hcntimes.com/candidato-presidencial-de-esquerda-no-peru-pede-anulacao-de-votos-no-estrangeiro/#respond Tue, 23 Jun 2026 05:14:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/candidato-presidencial-de-esquerda-no-peru-pede-anulacao-de-votos-no-estrangeiro/ Candidato presidencial de esquerda no Peru pede anulação de votos no estrangeiro

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Candidato presidencial de esquerda no Peru pede anulação de votos no estrangeiro


Numa mensagem divulgada nas redes sociais na segunda-feira, Sánchez explicou que apresentou um pedido à Junta Nacional Eleitoral (JNE) porque acredita que o processo “foi seriamente afetado pelas modificações introduzidas a pedido do poder Executivo, concretamente na segunda volta da eleição presidencial”.


O candidato, que concorreu em nome do ex-Presidente Pedro Castillo (2021-2022), atualmente detido, considera “uma grave irregularidade” o facto de os resultados de 119 repartições consulares no estrangeiro não terem sido transmitidos digitalmente para a segunda volta, obrigando a aguardar a chegada das atas de apuramento a Lima para serem contabilizadas.


Segundo Sánchez, a transferência das atas de apuramento foi realizada sem a devida cadeia de custódia, algo que atribui ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Carlos Pareja.


O partido que apoia o candidato, Juntos pelo Peru, acusou Pareja de cometer crimes de fraude eleitoral, perturbação ou obstrução de atos eleitorais e negligência no cumprimento do dever.


Após esta acusação, feita no parlamento, o ministro rejeitou, na segunda-feira, qualquer alegação de que tenha interferido, manipulado, favorecido politicamente ou alterado o material eleitoral relacionado com os votos dos peruanos no estrangeiro.


Em comunicado, Pareja afirmou que o ministério desempenhou funções logísticas e consulares em coordenação com os órgãos eleitorais competentes e esclareceu que a verificação dos boletins de voto, a contagem dos votos, a resolução de contestações e a proclamação dos resultados não estão sob a sua alçada.


“Nem os observadores internacionais, nem a Controladoria-Geral, nem a Provedoria, nem os observadores da JNE, nem mesmo os representantes dos próprios partidos políticos encontraram quaisquer irregularidades no processo eleitoral no estrangeiro que sustentassem a alegada acusação de inconstitucionalidade”, afirmou Pareja.


Nem Sánchez nem o Juntos pelo Peru se opuseram às alterações no processamento dos votos no estrangeiro quando foram anunciadas. As missões de observação eleitoral não reportaram quaisquer incidentes que sugiram a possibilidade de fraude.


Com 99,71% dos votos apurados, Fujimori tem 50,11% dos votos válidos, contra 49,88% de Sánchez, uma diferença de 40.600 votos.


No entanto, as percentagens invertem-se se os votos do estrangeiro forem excluídos, dando a Sánchez 50,11% dos votos válidos, mais 40.793 do que Fujimori, que regista 49,88%.


Fujimori criticou a lentidão na contagem final dos votos, na segunda-feira, e disse que “cada dia de atraso na divulgação dos resultados é um dia perdido para o processo de transição”, incluindo a nomeação do Governo.

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Cabo Verde causou sensação ao empatar com o Uruguai na Copa do Mundo de 2026. https://portuguese.hcntimes.com/cabo-verde-causou-sensacao-ao-empatar-com-o-uruguai-na-copa-do-mundo-de-2026/ https://portuguese.hcntimes.com/cabo-verde-causou-sensacao-ao-empatar-com-o-uruguai-na-copa-do-mundo-de-2026/#respond Tue, 23 Jun 2026 04:27:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/cabo-verde-causou-sensacao-ao-empatar-com-o-uruguai-na-copa-do-mundo-de-2026/ Cabo Verde causou sensação ao empatar com o Uruguai na Copa do Mundo de 2026.

Antes da Copa do Mundo de 2026, o Grupo H era considerado um dos menos surpreendentes, com Espanha e Uruguai claramente superiores em qualidade, força e experiência em comparação com Arábia Saudita e Cabo Verde. No entanto, logo na primeira rodada, todas as previsões foram derrubadas. Cabo Verde surpreendeu ao empatar com o Uruguai na […]

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Cabo Verde causou sensação ao empatar com o Uruguai na Copa do Mundo de 2026.

Antes da Copa do Mundo de 2026, o Grupo H era considerado um dos menos surpreendentes, com Espanha e Uruguai claramente superiores em qualidade, força e experiência em comparação com Arábia Saudita e Cabo Verde. No entanto, logo na primeira rodada, todas as previsões foram derrubadas.

Cabo Verde surpreendeu ao empatar com o Uruguai na Copa do Mundo de 2026. Foto: FIFA

Cabo Verde surpreendeu a todos ao empatar em 0 a 0 com a Espanha, enquanto o Uruguai também decepcionou com um empate em 1 a 1 contra a Arábia Saudita. Esses dois resultados inesperados tornaram a situação no Grupo H mais imprevisível do que nunca.

Na segunda rodada, o Uruguai estava sob pressão para vencer Cabo Verde e manter a vantagem na corrida pela classificação, antes de enfrentar a Espanha na partida final decisiva.

Apesar de ser considerada azarão contra os representantes sul-americanos, Cabo Verde começou com confiança e surpreendeu a todos aos 21 minutos. Kevin Pina fez história com uma cobrança de falta espetacular de mais de 30 metros, marcando o primeiro gol da equipe em uma Copa do Mundo.

Após sofrer um gol, o Uruguai pressionou e conseguiu empatar pouco antes do intervalo. Maxi Araújo empatou e, em seguida, deu a assistência para Agustín Canobbio colocar a seleção sul-americana em vantagem por 2 a 1.

No entanto, Cabo Verde não se deixou abater. Logo no início do segundo tempo, Hélio Varela aproveitou um erro defensivo e uma falha do goleiro Fernando Muslera para marcar o gol de empate, fazendo 2 a 2 e garantindo um ponto valioso para a seleção africana. Este foi o segundo empate consecutivo de Cabo Verde, que já havia empatado com a Espanha na partida de estreia.

Com este resultado, Uruguai e Cabo Verde somam 2 pontos cada, enquanto a disputa no Grupo H permanece indefinida antes da rodada final. O Uruguai enfrentará a Espanha, enquanto Cabo Verde tem a oportunidade de continuar fazendo história se conseguir um resultado favorável contra a Arábia Saudita.

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Quais os limites do novo presidente colombiano? – 22/06/2026 – Mundo https://portuguese.hcntimes.com/quais-os-limites-do-novo-presidente-colombiano-22-06-2026-mundo/ https://portuguese.hcntimes.com/quais-os-limites-do-novo-presidente-colombiano-22-06-2026-mundo/#respond Tue, 23 Jun 2026 02:00:00 +0000 https://portuguese.hcntimes.com/quais-os-limites-do-novo-presidente-colombiano-22-06-2026-mundo/ Quais os limites do novo presidente colombiano? – 22/06/2026 – Mundo

Uma das maneiras mais rápidas de entender um governante recém-eleito é procurar o livro que ele escreveu antes de chegar ao poder. No caso de Abelardo de la Espriella, vencedor da disputada eleição presidencial colombiana, essa leitura atende pelo nome de “Muerte al Tirano” (morte ao tirano). Publicado anos antes de sua campanha, o livro […]

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Quais os limites do novo presidente colombiano? – 22/06/2026 – Mundo

Uma das maneiras mais rápidas de entender um governante recém-eleito é procurar o livro que ele escreveu antes de chegar ao poder.

No caso de Abelardo de la Espriella, vencedor da disputada eleição presidencial colombiana, essa leitura atende pelo nome de “Muerte al Tirano” (morte ao tirano). Publicado anos antes de sua campanha, o livro nasceu de uma obsessão política que acompanhou o advogado durante boa parte de sua trajetória pública: a Venezuela de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

A obra parte de uma pergunta antiga, debatida desde a Antiguidade e retomada por filósofos, teólogos e juristas ao longo dos séculos: existe alguma circunstância em que a eliminação de um tirano possa ser moralmente justificável? Espriella responde afirmativamente.

Para sustentar sua tese, recorre a exemplos históricos variados e constrói uma narrativa que busca demonstrar como sociedades submetidas a regimes opressivos acabam produzindo situações-limite nas quais a resistência extrema se tornaria legítima. Essa resposta é a que causa temor em seus opositores, e com razão, por pregar uma espécie de “desobediência democrática”.

O alvo principal do livro não tem nada de histórico, mas sim contemporâneo. Maduro aparece como a personificação da tirania latino-americana do século 21. O ensaio carrega a urgência de quem não escreve apenas para interpretar o mundo, mas para intervir nele.

Lido hoje, depois da vitória eleitoral de seu autor, “Muerte al Tirano” ganha um significado diferente. Mais do que um livro sobre a Venezuela, ele se transforma numa espécie de retrato intelectual antecipado do novo presidente.

Ao longo das páginas, chama a atenção a clareza moral com que Espriella organiza seu universo político. Há tiranos e há defensores da liberdade. Há opressores e há aqueles que resistem à opressão. Os exemplos históricos convocados pelo autor, de diferentes épocas e contextos, aparecem menos como objeto de investigação do que como peças de uma argumentação destinada a confirmar uma convicção prévia.

É justamente aí que o livro se torna mais revelador. Espriella descreve um mundo de certezas. Sua trajetória pública, porém, revela uma realidade muito mais complexa.

Mais grave que tudo isso, porém, é a “muerte”, num país que não tem pena de morte. Um aspirante à Presidência poderia se expressar assim. Um presidente eleito, não.

A contradição mais conhecida de Espriella envolve Alex Saab, empresário colombiano associado ao regime venezuelano e acusado por autoridades americanas de participar de esquemas que ajudaram a sustentar economicamente o chavismo. Durante anos, Espriella atuou como seu advogado.

Advogados não respondem pelos atos de seus clientes. Defender pessoas controversas faz parte do Estado de Direito. O ponto não é jurídico. É político e narrativo. Enquanto o livro propõe uma divisão relativamente clara entre os que combatem a tirania e os que a sustentam, a vida real raramente oferece fronteiras tão nítidas.

Durante a campanha, Espriella conquistou milhões de colombianos justamente por apresentar respostas simples para problemas complexos. O antipetrismo serviu como poderoso motor eleitoral em uma disputa marcada pela polarização e decidida por margem estreita.

Para seus apoiadores, ele representa firmeza, clareza moral e disposição para enfrentar aquilo que consideram ameaças à democracia colombiana. Para seus críticos, o mesmo discurso revela uma tendência a enxergar a política como uma batalha permanente entre amigos e inimigos.

O livro ajuda a entender ambas as leituras. No fim das contas, “Muerte al Tirano” não é apenas um ensaio sobre Maduro. É um texto sobre o próprio Espriella. Suas convicções, suas obsessões e sua forma de interpretar o poder estão todas ali.

Os colombianos acabam de eleger o autor. Agora terão a oportunidade de descobrir se o homem que escreveu sobre tiranos será capaz de governar um país dividido sem transformar a política em combate permanente.

Porque livros podem se dar ao luxo das certezas. Presidentes, raramente.

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