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Primeiro de maio de 2026. Dia do Trabalhador.
No México, a presidente Claudia Sheinbaum assina o decreto que irá reduzir a jornada de trabalho no país – de 48 horas semanais para 40, até 2030.
Mais ou menos na mesma época, o Chile derruba sua jornada para 42 horas.
A Colômbia faz exatamente o mesmo movimento. No Brasil, a discussão da escala 6×1.

Ato unificado do 1º de Maio em São Paulo (SP), reunindo centrais sindicais e movimentos sociais em torno do lema pelo fim da escala 6×1 e da defesa de melhores condições de trabalho e de vida Foto: Werther Santana/Estadão
Na coluna em vídeo acima, no programa Fronteiras, Rodrigo da Silva explica por que a América Latina inteira virou, quase em silêncio, o lugar mais ativo do mundo em redução de jornada de trabalho – e por que ela faz isso de um jeito tão diferente do resto do mundo?
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Programa fronteiras
O programa Fronteiras é uma coluna em vídeo semanal. Os vídeos inéditos vão ao ar sempre aos sábados, às 9h, para assinantes do Estadão.
Cortes do programa são distribuídos ao longo da semana nas redes sociais e na coluna semanal de Rodrigo da Silva, publicada às segundas-feiras, às 20h.
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